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segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Give a 10 million dollar check to your listener

Something for Nothing: Ambition
by Brian Tracy iLearningGlobal Chief educarion officer


"Theory X versus Theory Y

In the 1960’s, Harvard Psychologist Alex Mackenzie suggested two visions of people in the workplace, each leading to different forms of motivation in organizations. McGregor called these two views of mankind, “Theory X” and “Theory Y.

“Theory X was defined as the idea that employees were basically lazy, and had to be continually motivated to do their jobs by using the “carrot and stick” method of rewards and punishment. McGregor postulated Theory Y, which said that people are basically positive, desire to do a good job and will strive toward excellence in their work if the proper incentives exist.

McGregor divided working conditions into two categories, hygiene needs and motivators. A hygiene need was defined as including things such as a secure work environment, a decent paycheck, pleasant surroundings, and proper work tools. His conclusion was that the presence of these factors did not motivate people to work harder, but if they did not exist, workers would be demotivated, and would not do their best work. McGregor defined a “motivator” as something more. It was a factor such as special attention from the boss, praise and encouragement, opportunities for promotion and advancement, greater responsibility, and recognition by bosses and coworkers. He concluded that by practicing “Theory Y” management, managers could bring the very best out of their people, and achieve the very best and highest quality results.



Theory Z Management

Based on my experience with hundreds of companies, I suggest a third factor, which I call Theory Z. Theory Z says that people are neither good nor bad. They are neither positive nor negative. They are neither motivated nor unmotivated. They are merely expedient. In everything they do, mentally, emotionally and physically, they are subject to the overwhelming force of the E-Factor. According to this assessment, people are lazy, greedy, ambitious, selfish, vain, ignorant and impatient, and they will manifest these qualities in a positive or negative way depending upon the structure of financial and non-financial incentives in the organization.

Money as a Motivator of Behavior

It has been said that, “Money may not the most important thing, but it’s way up there with oxygen.” The fastest and easiest way to get the things you want as quickly as possible is almost always to have enough money to be able to buy them, whatever they cost. For this reason, the desire to acquire money, quickly and easily, and as much as possible, is a major motivator of human behavior. But it is not usually money that people really want. Sometimes I will ask my clients why they want to acquire a lot of money. After thinking about their answer for a couple of minutes, they finally conclude that what they want more than anything else is “freedom.” In reality, they see money as a means to achieving the freedom they really desire. They define freedom as having enough money so they can get everything they want. Having enough money will enable them to be completely free from worry about safety, security, comfort, leisure, love, respect and fulfillment. They see having lots of money as the fastest way to the good life.

Ten Million Dollars

In our Advanced Coaching and Mentoring Program, we do an exercise in Values Clarification. When everyone is seated, we hand out individual checks made out to each person in the amount of $10 million dollars. Of course, the checks are not cashable, but the idea of receiving $10 million dollars cash gives people an opportunity to fantasize about what they really want in their lives.

We then have the participants break into groups, discuss what they would do if they suddenly received $10 million dollars, and then report back to the group. We go around the room and write down their answers on a white board or flip chart.

Here is the most amazing discovery: almost everything that our clients would want to do, have or acquire does not cost any money! When people think of suddenly being financially independent, they immediately think about quality of life issues.

As we go around the room, the answers that come back are: “I would work shorter days and spend more evenings and weekends with my family; I would take a long vacation with my wife; I would join a health club and exercise every day to lose weight and get fit; I would write the book I’ve always wanted to write; I would get more involved with my church or political party; I would take up painting; I would write poetry; I would reorganize my business and my life; etc.”

This is an exercise that you can do, as well. Imagine that you received$10 million dollars cash, today. What would you do differently in your life if you had all the money that you could ever need? You may be surprised at the answers that you come up with."

Ari Kormi
MasterMind Marketer
Brian Tracy iLearningGlobal Team Member
www.ilearningglobal.biz/dilbt
www.businesstrainers.ilg.tv 

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Feng Shui Interior





























Feng Shui Interior

A bagunça é inimiga da prosperidade.
Ninguém está livre da desorganização.

A bagunça forma-se sem que se perceba e nem sempre é visível. A sala parece em ordem, a cozinha também, mas basta abrir os armários para ver que estão cheios de inutilidades. De acordo com o Feng Shui Interior - uma Corrente do Feng Shui que mistura aspectos psicológicos dos moradores com conceitos da tradicional técnica chinesa de harmonização de ambientes - bagunça  provoca  cansaço e imobilidade, faz as pessoas viverem no passado, engorda, confunde, deprime, tira o foco de coisas importantes, atrasa a vida e atrapalha relacionamentos. Para evitar tudo isso fique  atento às SETE REGRAS PARA DOMAR A BAGUNÇA:

 1. Jogue fora o jornal de anteontem.

 2. Somente coloque uma coisa nova em casa quando se livrar de uma velha.

 3. Tenha latas de lixo espalhadas nos ambientes, use-as e limpe-as diariamente.

 4. Guarde coisas semelhantes juntas; arrume roupas no armário de acordo com a cor e fique só com as que utiliza mesmo.

 5. Toda sexta-feira é dia de jogar papel fora.

 6. Todo dia 30, por exemplo, faça limpeza geral e use caixas de  papelão marcadas: lixo, consertos, reciclagem, em dúvida, presentes, doação. Após enchê-las, livre-se de tudo.

 7. Organize devagar, comece por gavetas e armários e depois escolha um cômodo, faça tudo no seu ritmo e observe as mudanças acontecendo na sua vida.



Veja uma lista de atitudes pessoais capazes de esgotar as nossas energias. Conheça cada dessas ações para evitar a 'crise energética pessoal':


 1. Maus hábitos, falta de cuidado com o corpo
 Descanso, boa alimentação, hábitos saudáveis, exercícios físicos e o lazer são  sempre colocados em segundo plano. A rotina corrida e a competitividade fazem com  que haja negligência em relação a aspectos básicos para a manutenção da saúde  energética.

 2. Pensamentos obsessivos
 Pensar gasta energia, e todos nós sabemos disso. Ficar remoendo um problema cansa mais do que um dia inteiro de  trabalho físico. Quem não tem domínio sobre seus pensamentos - mal comum ao homem ocidental - torna-se escravo da mente e acaba gastando a energia que poderia ser convertida em atitudes concretas, além de alimentar ainda mais os conflitos. Não basta estar atento ao volume de pensamentos, é preciso prestar atenção à qualidade deles. Pensamentos positivos, éticos e elevados podem recarregar as energias, enquanto o pessimismo consome energia  e atrai mais negatividade para nossas vidas.

 3. Sentimentos tóxicos
 Choques emocionais e raiva intensa também esgotam as energias, assim como ressentimentos e mágoas nutridos durante anos seguidos. Não é à toa que muitas pessoas ficam estagnadas e não são prósperas. Isso acontece quando a energia que alimenta o prazer, o sucesso e a felicidade é gasta na manutenção de sentimentos negativos. Medo e culpa também gastam energia, e a ansiedade descompassa a vida. Por outro lado, os sentimentos positivos como a amizade, o amor, a confiança, o  desprendimento, a solidariedade, a auto-estima, a alegria e o bom-humor recarregam as energia e dão força para empreender nossos projetos e superar os obstáculos.

 4. Fugir do presente
 As energias são colocadas onde a atenção é focada. O homem tem a tendência de achar que no passado as coisas eram mais fáceis: 'bons tempos aqueles!', costumam dizer. Tanto os saudosistas, que se apegam às lembranças do passado, quanto aqueles que não conseguem esquecer os traumas, colocam suas energias no passado. Por outro lado, os sonhadores ou as pessoas que vivem esperando pelo futuro, depositando nele
 Sua felicidade e realização, deixam pouca ou nenhuma energia no presente. E é apenas no presente que podemos construir nossas vidas.

 5. Falta de perdão
 Perdoar significa soltar ressentimentos, mágoas e culpas. Libertar o que aconteceu e olhar para frente. Quanto mais perdoamos, menos bagagem interior carregamos, gastando menos energia ao alimentar as feridas do passado. Mais do que uma regra religiosa, o perdão é uma atitude inteligente daquele que busca viver bem e quer seus caminhos livres, abertos para a felicidade. Quem não sabe perdoar os outros e a si  mesmo fica 'energeticamente obeso', carregando fardos passados.

 6. Mentira pessoal
 Todos mentem ao longo da vida, mas para sustentar as mentiras muita energia é gasta. Somos educados para desempenhar papéis e não para sermos nós mesmos: a mocinha boazinha, o machão, a vítima, a mãe extremosa, o corajoso, o pai enérgico, o mártir e o intelectual.  Quando somos nós mesmos, a vida flui e tudo acontece com pouquíssimo esforço.

 7. Viver a vida do outro
 Ninguém vive só e, por meio dos relacionamentos interpessoais, evoluímos e nos realizamos, mas é preciso ter noção de limites e saber amadurecer também nossa individualidade. Esse equilíbrio nos resguarda energeticamente e nos recarrega. Quem cuida da vida do  outro, sofrendo seus problemas e interferindo mais do que é  recomendável, acaba não tendo energia para construir sua própria vida. O único prêmio, nesse  caso, é a frustração.

 8. Bagunça e projetos inacabados
 A bagunça afeta muito as pessoas, causando confusão mental e emocional. Um truque legal quando a vida anda confusa é arrumar a casa, os armários, gavetas, a bolsa e os
 documentos, além de fazer uma faxina no que está sujo. À medida que ordenamos  e limpamos os objetos, também colocamos em ordem nossa mente e coração. Pode não resolver o problema, mas dá alívio. Não terminar as tarefas é outro 'escape' de energia. Todas as vezes que você vê, por exemplo, aquele trabalho que não concluiu, ele lhe 'diz' inconscientemente: 'você não me terminou! você não me terminou!' Isso  gasta uma energia tremenda. Ou  você a termina ou livre-se dela e assuma que não vai concluir o trabalho. O importante é tomar uma atitude. O desenvolvimento do auto-conhecimento, da disciplina e da terminação farão com que você não invista em  projetos que não serão concluídos e que apenas consumirão seu tempo e energia.

 9. Afastamento da natureza
 A natureza, nossa maior fonte de alimento energético, também nos limpa das energias estáticas e desarmoniosas. O homem moderno, que habita e trabalha em locais muitas vezes doentios e desequilibrados, vê-se privado dessa fonte maravilhosa de energia. A  competitividade, o individualismo e o estresse das grandes cidades agravam esse quadro e favorecem o vampirismo energético, onde todos sugam e são sugados em suas energias vitais.


 Divulgue essas dicas para o maior número de pessoas possível e mentalize que, quando todos colocarem essas regras em prática, o mundo será mais justo e mais belo. Vamos tentar melhorar nossa energia pessoal. Atitudes erradas jogam energia pessoal no lixo.


 Posicionar os móveis de maneira correta, usar espelhos para proteger a entrada da casa, colocar sinos de vento para elevar a energia ou ter fontes d'água para acalmar o ambiente são medidas que se tornarão ineficientes se quem vive neste espaço não cuidar da própria energia. Portanto, os efeitos positivos da aplicação do Feng Shui nos ambientes estão diretamente relacionados à contenção da perda de energia das pessoas que moram ou trabalham no local. O ambiente faz a pessoa, e vice-versa.

 A perda de energia pessoal pode ser manifestada de  várias formas, tais como: falha de memória (o famoso 'branco'); cansaço físico - o sono deixa se ser reparador; ocorrência de doenças degenerativas e psicossomáticas. Para economizar energia, o crescimento pessoal, a prosperidade e a satisfação diminuem, os talentos não se manifestam mais por falta de energia, o magnetismo pessoal desaparece, ocorre medo constante de que o outro o prejudique, aumentando a competição, o individualismo e a agressividade, falta proteção contra as energias negativas e aumenta o risco de sofrer com o 'vampiro energético'

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

O que é Essencia Floral (Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Ess%C3%AAncia_floral)

Essência floral

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Essência floral ou elixir floral é a denominação convencional para um preparado natural, geralmente elaborado a partir de flores maduras, plantas ou ainda arbustos ao qual se agrega brandy ou álcool natural como conservante. O resultado é uma solução hidroalcaólica diluida que não possui princípios ativos e que por este motivo não apresenta nenhum efeito fisiológico, biológico ou orgânico. Os preparados normalmente se administram via oral e não apresentam toxicidade para as doses habituais.

Índice

 [esconder]

[editar]Objetivo da essência floral

É uma terapia criada, nos anos de 1928 a 1936, pelo Dr. Edward Bach, médico homeopata, bacteriologista e imunologista. O objetivo da terapia floral é o equilíbrio das emoções do paciente. Ou seja, procura diminuir ou eliminar a estresse, depressão, pânico, desespero, sentimentos de culpa, cansaço físico ou mental, solidão, tristeza, indecisão, sensibilidade excessiva, ciúmes, ódio, mágoas, todos os tipos de medos, ansiedades e preocupações que uma pessoa esteja sofrendo.

[editar]História

Crystal Clear app xmag.pngVer artigo principal: Edward Bach
Dr. Edward Bach nasceu em 24 de setembro de 1886, em Moseley, um vilarejo perto de BirminghamInglaterra. Com 17 anos alistou-se no Corpo de Cavalaria de Worcestershire. Nesta época ele não se conformava com os tratamentos paliativos que seus colegas trabalhadores recebiam, e acreditava haver um meio de curar realmente, inclusive as doenças tidas como incuráveis. Com 20 anos entrou na Universidade de Birmingham.
Finalizou os estudos com o treinamento prático no "University College Hospital" em Londres, em 1912. Além dos diplomas e títulos que obteve ao se formar, recebeu também os títulos de Bacteriologista e Patologista, em 1913, e o diploma de Saúde Pública, em 1914.

[editar]Hemorragia

No ano de 1917 foi rejeitado para servir na Primeira Guerra Mundial, provavelmente por sua saúde frágil. Entretanto, ficou responsável por 400 leitos no "University College Hospital", com o trabalho no Departamento de Bacteriologia e também como assistente clínico do Hospital da Escola de Medicina (período de 1915 a 1919). Trabalhou incansavelmente mesmo não sentindo-se bem, e, após avisos constantes de pré-estafa não respeitados, teve uma severa hemorragia em julho de 1917. Submetido a uma cirurgia de urgência, foi-lhe comunicado que talvez não tivesse mais que três meses de vida.
No entanto, sentindo uma melhora, reuniu suas forças e foi para o laboratório trabalhar. Passou a dedicar-se à pesquisa dia e noite. Além de não pensar na doença por ter a sua mente ocupada, voltar a trabalhar em função do objetivo da sua vida lhe trazia energia para prosseguir. Em pouco tempo estava totalmente recuperado.
Passou a ser cada vez mais conhecido pelas suas descobertas no campo da bacteriologia. Trabalhou em tempo exclusivo para o "University College Hospital", e depois como bacteriologista do "London Homeopathic Hospital", permanecendo lá até 1922.
Foi nesta situação que conheceu a Doutrina de Hahnemann e seu livro básico: o "Organon da Arte de Curar", escrito mais de cem anos antes do seu tempo. Descobriu os princípios de Hahnemann, que curava mais guiado pelos sintomas mentais que pelos físicos.

[editar]Nosódios de Bach

Em 1926, publicou com C.E. Wheeler o "Cronic Disease. A Working Hypothesis". Nesta época, os nosódios intestinais, já conhecidos comoNosódios de Bach, eram utilizados em toda Grã-Bretanha e também em vários outros países.
Bach começou então tentar substituir os nosódios por medicamentos preparados com plantas, e foi a esta altura que utilizou pelo sistema homeopático de diluição e potencialização, duas flores que trouxe de Gales, em 1928. Estas plantas eram Impatiens e Mimulus. Pouco depois também utilizou Clematis. Os resultados foram encorajadores. Também nesta época começou a separar os indivíduos por grupos de semelhança de comportamento, como se sofressem do mesmo problema. Ele mesmo conta que isto aconteceu, depois que foi em uma festa, e ficou em um canto observando as pessoas quando aí teve um insight. Bach imaginou que deveria existir um medicamento que aliviasse este sofrimento comum a cada grupo de indivíduos.
Em 1930, resolveu largar toda sua rendosa atividade em Londres, o consultório da Harley Street e os laboratórios, para buscar na natureza este sistema de cura que idealizara desde pequeno, e que sentia estar próximo dele. Tinha, então, 44 anos. Partiu para Gales. Ao chegar, descobriu que levara por engano uma mala com calçados no lugar de uma com o material necessário para o preparo de medicamentos homeopáticos: almofariz, vidros, etc. Isto acabou impulsionando-o mais rapidamente na direção da descoberta de um novo sistema de extrair as virtudes medicamentosas das plantas. A homeopatia não estava longe, mas não era exatamente o que procurava. Deixou, portanto, a fama, o conforto e um lugar de destaque na sociedade médica londrina. Antes de ir, queimou tudo o que já tinha escrito até então e deixou o resto do trabalho para ser concluído pelos colegas e auxiliares que trabalhavam com ele.
Foi, no entanto, encorajado pelo Dr. John Clark, diretor do Homeopathic World, um jornal médico homeopático, que colocou seu periódico à disposição para que Bach publicasse suas descobertas. Esta oportunidade foi totalmente aproveitada por Bach.
No outono de 1935, descobriu Mustard, o último dos 38 florais. Morreu dormindo em 27 de novembro de 1936 (de parada cardíaca com 50 anos de idade) em sua casa em Mont Vernon, Grã-Bretanha, onde hoje funciona o Bach Centre e onde são colhidas as flores e preparadas as essências.

[editar]Filosofia do Dr. Edward Bach

Para o Dr. Edward Bach, deve ser tratada a personalidade da pessoa e não a doença. A doença seria o resultado do conflito da alma (Eu Superior - a parte mais perfeita do Ser) e da personalidade (Eu Inferior - o que nós somos, no nosso dia-a-dia). Ele dizia: "O sofrimento é mensageiro de uma lição, a alma envia a doença para nos corrigir e nos colocar no nosso caminho novamente. O mal nada mais é do que o bem fora do lugar".

[editar]Doenças e sua cura

Dr. Edward Bach entendeu que a origem das doenças seria proveniente de sete defeitos: # Orgulho, Crueldade, Ódio, Egoísmo, Ignorância, Instabilidade Mental, Cobiça e Gula.
Apontou sete caminhos do equilíbrio emocional, que seriam: Paz, Esperança, Alegria, Fé, Certeza, Sabedoria, Amor.
E o seu conceito de saúde seria: Harmonia, Integração, Individualidade, Integridade.
O importante seria que a alma e a personalidade estivessem em perfeita sintonia através do equilíbrio emocional. As essências florais de Bach tratam a pessoa e não a doença; a causa e não o seu efeito.

[editar]Essências florais no mundo de hoje

O uso de flores e plantas no tratamento humano é muito antigo. Pesquisas indicam que as flores já eram utilizadas com este objetivo antes de Cristo. Os aborígines australianos comiam a flor inteira para obter os seus efeitos, tanto os egípcios, como os africanos e os malaios já faziam uso delas tratar dos desequilíbrios emocionais. Há registros de que no século XVI Paracelsus já utilizava as essências florais para tratar de desequilíbrios emocionais em seus pacientes. No entanto, a utilização de essências florais ultradiluídas foi introduzida por Bach.[carece de fontes]
Nos anos 1930, o Dr. Edward Bach queria as essências florais nas casas das pessoas, onde a mãe pudesse indicar o melhor floral para o seu filho. Hoje, passados 70 anos, a Terapia Floral está se disseminando, a cada dia, nos consultórios dos terapeutas, psicólogos, médicos, etc do mundo inteiro.[carece de fontes]
Em 1996, a The Dr. Edward Bach Foundation, da Inglaterra, promoveu o Primeiro Curso Internacional de Terapia Floral no Brasil com o objetivo de divulgar as essências Florais de Bach e de formar Practitioners (Terapeutas Florais reconhecidos e avalizados pela Fundação Bach).
Ao longo das últimas décadas, dezenas de sistemas florais foram sendo desenvolvidos em várias partes do mundo, cada um com suas peculiaridades determinadas pelas flores de cada região. Um dos primeiros sistemas que surgiram na década de 1980 foram os Florais da Califórnia, desenvolvido nos Estados Unidos. Posteriormente surgiram os Florais do Sistema Bush, na Austrália. Hoje, dentro de um mesmo país, há vários sistemas cada um utilizando um grupo de flores regionais, embora não seja incomum encontrar flores semelhantes entre os sistemas.
As essências florais são consideradas remédios homeopáticos nos Estados Unidos[carece de fontes], onde remédios homeopáticos são considerados complementos alimentares. Do mesmo modo, no Brasil as essências florais, que surgiram nos anos 1980 e se intensificaram nos anos 1990, não são consideradas medicamentos, drogas ou insumos farmacêuticos. Essa classificação exime esses preparados de apresentarem comprovações de eficácia em tratamentos ou de submissão ao regime de vigilância sanitária, mas também não permite que sejam apresentadas indicações terapêuticas, com finalidades preventivas ou curativas [1].

[editar]Composição e a Preparação

As Essências Florais de Bach Originais são naturais e têm origem do Bach Centre, local onde Dr. Bach viveu seus últimos anos (1934-1936) em Mount Vernon, Sotwell, Wallingford, na Inglaterra. Todos os remédios são preparados a partir de flores, arbustos ou árvores silvestres.
A sua manipulação obedece aos rígidos padrões determinados por este Centro. O floral é composto de água mineral, brandy de uvas (conhaque) e essências Florais de Bach Originais (de uma a seis essências no mesmo frasco - podendo chegar, raras vezes, a oito essências).
O brandy (envasado em tonéis de carvalho) serve de conservante para a solução: isto significa, aproximadamente, menos de meia gota de álcool para cada dose tomada. Somente aceite as essências Florais de Bach Originais. Veja abaixo, como são preparadas. Outro conservante muito usado (quando a pessoa não pode e/ou não quer tomar essências florais com brandy de uvas) é o vinagre de maçã natural.

[editar]Estágios da Preparação das Essências Florais

  1. Preparação da Essencia Mãe (Não se deve utilizar o termo tintura, porque este somente se aplica ao preparo de fitoterápicos. A Essência Mãe dos Florais não contém princípios ativos como a tintura mãe da fitoterapia)
  2. Preparação do Frasco de Estoque (kit das essências florais)
  3. Preparação do Frasco Diluído

[editar]Preparação da Essencia Mãe

[editar]Colheita das flores
  1. Utilizadas as mesmas plantas que o Dr. Bach descobriu na Inglaterra.
  2. As flores são colhidas por volta das 8 horas da manhã.
  3. São flores de várias árvores do mesmo tipo.
  4. Usa-se uma folha para colher a flor (para não ter contato com as mãos).
  5. Após a colheita, usa-se o método solar ou de fervura para a extração da Essencia mãe.
[editar]Método Solar (Sun Method)
Vinte espécies flores que florescem na primavera e verão são preparadas por método solar: Agrimony, Centaury, Cerato, Chicory, Clematis, Gentian, Gorse, Heather, Impatiens, Mimulus, Oak, Olive, Rock Rose, Scleranthus, Wild Oat, Vervain, Vine, Water Violet, White Chestnut e Rock Water (água pura de nascente).
As flores são colacadas numa cuba de cristal; coloca-se água da fonte até encobri-las; a cuba deve ficar próxima à planta e o sol deve incidir direto sobre as mesmas durante aproximadamente 3 horas. O dia tem que estar totalmente claro, sem nenhuma nuvem, pois o sol não pode ser coberto em nenhum momento.
[editar]Método de Fervura (Boiling Method)
São preparados através do método de fervura, os brotos de árvores, arbustos, plantas e flores de 18 espécies de flores que florecem no outono e inverno: Cherry Plum, Elm, Aspen, Beech, Chestnut Bud, Hornbeam, Larch, Walnut, Star of Bethlehem, Holly, Crab Apple, Willow, Pine, Mustard, Red Chestnut, Honeysuckle, Sweet Chestnut, Wild Rose.
As flores são colocadas numa panela de inox, vidro ou de ágata e, depois, são cobertas com água da fonte e fervidas por 30 minutos. Apaga-se o fogo e deixa-se esfriar perto da planta.
Em ambos os casos, após seus procedimentos, a água é coada e colocada numa garrafa com 50% de brandy de uvas e 50% da solução coada. Está feita a Essencia mãe.

[editar]Preparação do Frasco de Estoque

A preparação consiste na adição de brandy de uvas (equivalente a duzentas e quarenta partes iguais à da tintura mãe), dando origem aos chamados frascos de estoque, com validade de cinco anos.

[editar]Preparação do Frasco Diluído

O frasco diluído contém 70% de água mineral, 30% de brandy de uvas (conhaque envasado em tonéis de carvalho) em estações quentes, e 80% de água mineral, 20% de brandy de uvas (conhaque envasado em tonéis de carvalho) em estações mais amenas, e 2 gotas do frasco de estoque de cada essência floral para 30ml e 4 gotas para 60ml (no caso do Rescue Remedy são necessárias 4 gotas). Pode-se utilizar o vinagre de maçã natural a 15% na solução com água mineral para pacientes com intolerancia a alcool ou pacientes com diabetes.Há também outro conservante, muito utilizados para crianças, a glicerina, que deverá ser usada a 5% na solução de água. O frasco pode ser de 30 ml ou 60 ml, de vidro esterilizado, de cor âmbar com bulbo de látex e cânula de vidro. OBS: quando utilizar o conservante de glicerina, é recomendado fazer a formula de 30ml.
No Brasil, maioria dos usuários tomam este frasco diluído (4 a 7 gotas, 4 vezes ao dia); na Inglaterra, é comum o usuário comprar o frasco de estoque e diluir 2 gotas num copo com água e tomar durante o dia.

[editar]Onde encontro as Essências Florais?

Se desejar tomar as essências florais, primeiramente, consulte um terapeuta floral ou profissional com especialização em essências florais. Posteriormente, envie a sua receita numa farmácia homeopática ou de manipulação. Em alguns países, poderá encontrar as essências florais em lojas que vendem produtos naturais.

[editar]A Posologia, a Conservação, a Validade e as suas Contra-Indicações

O efeito da essência não depende da quantidade de gotas tomadas a cada vez, mas da frequência de vezes tomadas ao dia; assim, alguns profissionais recomendam tomar 4 gotas 4 vezes ao dia (ao acordar, antes do almoço, pelas 17 horas e antes de dormir), podendo-se aumentar ou diminuir a dosagem conforme a necessidade ou indicação do profissional responsável. No entanto, alguns profissionais afirmam que se pode tomar o remédio na hora que se lembrar (caso esqueça de tomá-lo no momento indicado), mas que não devem tomar-se doses acumulativas (por ex.: 8 gotas por vez).
O uso pode ser sub-lingual (debaixo da língua) para uma absorção mais rápida. De vez em quando, bater o frasco contra a palma da mão (mais ou menos 10 vezes) antes de usá-lo. Para se obter o efeito pleno, as gotas devem conservar-se na boca por um momento antes de engoli-las. É preciso tomar cuidado para não deixar o conta-gotas entrar em contato com a língua, pois as enzimas digestivas podem transferir-se da língua para a mistura no frasco. Isto afetaria o gosto, se bem que não afetaria a eficácia do remédio.
Manter o frasco bem fechado. Manter o remédio longe do calor, luz, umidade e aromas. Deixar longe de radiações e aparelhos elétricos (TV, equipamento de som, celular, computador, ar condicionado, etc).
Por ser um produto natural e devido às condições climáticas de países com clima mais quente, a validade do floral é, geralmente, de 30 dias (ver data de validade no rótulo). Em países de clima mais frio, a validade pode chegar até 90 dias.
As essências florais podem ser administradas juntamente com os remédios homeopáticos, alopáticos e fitoterápicos, desde que não haja contra-indicação específica. Os preparados com conhaque, por exemplo, não devem ser utilizados, por alcoólatras ou por portadores de doenças do fígado. Nestes casos, as essências podem ser preparadas com vinagre de maçã natural.

[editar]Argumentos a favor das Essências Florais

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Muito se diz sobre os Florais, porém, para quem não conhece, pode se confundir no que tange a região de atuação do Floral. Os Florais atuam numa região muito pouco explorada pela ciência, o Emocional. Um remédio antidepressivo, por exemplo, não age na causa da depressão e sim nos sintomas que a depressão produz.
Remédios curam doenças físicas, Florais restabelecem os arranjos emocionais.
O Floral age em pontos como na origem emocional do medo, na origem emocional da ansiedade, na origem emocional da insegurança entre outros desarranjos emocionais.
Doenças físicas, em sua maioria, têm sua origem no emocional.
Fazendo uma analogia rápida, os Florais estão para os Psicólogos assim como os remédios estão para os médicos.
Existem sim diversos estudos científicos sobre a eficácia dos florais.
Pode-se dizer que florais agem por efeito de placebo, se e somente se, o paciente souber que esta tomando floral e o porque.
Florais são usados para pessoas adultas, criançasanimais e plantas.
Destes quatro grupos, apenas as pessoas adultas sabem o que estão tomando e o motivo pelo qual estão tomando o Floral. Crianças, Animais e Plantas não sabem da presença do Floral em suas alimentações; Pingando algumas gotas nas refeições de crianças e animais ou pingando algumas gotas na terra onde a planta está, é perceptível sua melhora.

[editar]Críticas contra as Essências Florais

As essências florais não são reconhecidas pela comunidade médica internacional como uma forma de tratamento médico e nem os cursos de medicina ministram esta matéria.
A utilização dos mesmos extratos após ultradiluições semelhantes às praticadas pela homeopatia, no entanto, eliminam virtualmente todo oprincípio ativo que compõe estes extratos, sobrando apenas o solvente, que no caso dos Florais de Bach são geralmente o conhaque ou o vinagre de maçã.
Nenhum estudo científico até o momento demonstrou que as essências florais apresentassem qualquer eficácia além da esperada pelo efeito placebo. A análise dos poucos estudos realizados sobre a questão [2] demonstra que os poucos que apresentaram resultados positivos apresentavam falhas metodológicas sérias, como a ausência de grupo controle e vieses de seleção, não servindo portanto como evidências científicas favoráveis à terapia. Estudos metodologicamente adequados, comparando essências florais com placebo [3][4][5] não encontraram qualquer diferença em eficácia.

[editar]Ver também

Os florais não são medicamentos. É uma atitude inadequada do ponto de vista científico testar um produto não medicamentoso com técnicas pertinentes ao escopo da medicina. Evidentemente não serão encontrados resultados cientificamente concludentes à respeito da eficacia das essencias Florais utilizando-se procedimentos não cientificos como o de tentar validar uma ciência com ferramentas de outra ciência.

[editar]Bibliografia

[editar]Literatura nacional

  • Os Remédios Florais do Dr. Bach incluindo "Cura-te a Ti Mesmo" Dr. Edward Bach - Editora Pensamento
  • Manual Ilustrado dos Remédios Florais do Dr. Bach - Philip M. Chancellor - Editora Pensamento
  • A Terapia Floral - Escritos selecionados de Edward Bach: sua filosofia, pesquisas, remédios, vida e obra Org. Dina Venâncio - Editora Ground
  • Rescue Florais Bach - Para Alívio Imediato - Gregory Wlamis - Editora Roka
  • Os Remédios Florais do Dr. Bach - Passo a Passo - Judy Howard - Editora Pensamento
  • Crescendo com as Essências Florais de Bach - Judy Howard - Editora Aquariana
  • Terapia Floral do Dr. Bach Teoria e Prática - Mechthild Scheffer - Editora Pensamento
  • A Terapia Original com as Essências Florais de Bach - Um Guia para Médicos e Terapêutas, dentro dos Conceitos Originais do Dr. Bach - Mechthild Scheffer - Editora Pensamento
  • Experiências Com a Terapia Floral do Dr. Bach - Mechthild Scheffer - Editora Pensamento
  • Florais de Bach - Imagens para Harmonização, Centramento e Meditação - Mechthild Scheffer - Editora Pensamento
  • Remédios Florais de Bach para Animais - Helen Graham e Gregory Vlamis - Editora Pensamento, 144 páginas
  • Afirmações para os Florais de Bach - Hugh Mac Pherson - Editora Aquariana
  • As Qualidades Positivas dos Florais de Bach - Hugh Mac Pherson - Editora Aquariana.
  • Padrões de Energia Vital (Bach) - Hugh Mac Mac Pherson - Editora Aquariana
  • Um Guia para os Remédios Florais do Dr. Bach - Julian Barnard - Editora Pensamento
  • As Qualidades Positivas dos Florais de Bach - Julian Barnard - Editora Aquariana
  • Padrões de Energia Vital - Uma releitura da vida e obra do Dr. Edward Bach e sua descoberta dos remédios florais - Julian Barnard - Editora Aquariana
  • Dicionário dos Remédios Florais do Dr. Bach - T. W. Hyne Jones - Editora Pensamento
  • Repertório dos Remédios Florais de Dr. Bach - F. J. Wheeler - Editora Pensamento
  • Matéria Médica e Terapia Floral do Dr. Bach - Dr. Eduardo Lambert - Editora Pensamento
  • Os Estados Afetivos e os Remédios Florais do Dr. Bach - Dr. Eduardo Lambert - Editora Pensamento
  • Participando da Vida com os Florais de Bach - Uma Visão Mitológica e Prática - Dra. Carmen Monari - Editora Roca
  • O Despertar da Alma com os Florais de Bach - Dra. Carmen Monari - Editora Roca
  • Florais de Bach e a Virtude de Ser Mulher - Dra. Lúcia de Bartolo - Editora Gente
  • Florais - Vivendo os Passos do Dr. Bach - Dra. Lúcia de Bartolo Medicina Floral do Dr. Bach, A Pastorino, M. L.
  • A Medicina Floral do Dr. Bach - Pastorino, M. L.
  • Florais de Bach, Novos Processos Técnicos e Clínicos - Claudia Stern - Editora Pensamento
  • O Poder dos Florais no Trabalho - Gustavo G. Boog; Magdalena Turák Boog - Makron Books
  • Florais: Uma Alternativa Saudável - Maria Julia P. da Silva; Olympia M. P. Vieira Gimenes - Editora Gente
  • Poder dos Florais de Bach - Jessica Bear e Wagner Belluco
  • Os Florais do Dr. Bach - As Flores e os Remédios - Antonieta Barreira Cravo - Hemus Livraria e Editora
  • Os Florais de Bach e as Síndromes do Feminino - Maria Duques - Editora Rosa dos Tempos
  • Florais de Bach - Helion Povoa Filho - Editora Imago
  • Magia dos Florais do Dr. Edward Bach: Guia Completo para Prescrições - Cristina Bolleta - Editora Master Book
  • Remédios Florais do Doutor Bach - Cláudio Roitman - Editora Andrei
  • A Cura Pelas Flores - Aluízio José Rosa Monteiro Jr. - Editora Ibrasa

[editar]Literatura internacional

  • The Twelve Healears and Other Remedies - Edward Bach
  • Heal Thyself - Edward Bach
  • The Bach Fower Remedies - Illustrations and Preparations - Nora Weeks; Victor Bullen - The C. W. Daniel Company Limited
  • The Bach Flower Remedies - Step by Step - Judy Howard
  • Questions and Answers - John Ramsell
  • Bach Flower Remedies for Women - Judy Howard
  • Growing up with Bach Flower Remedies - Judy Howard
  • Bach Flower Remedies for Men - Stefan Ball

Referências

  1.  ANVISA, ofício MS/SVS/GABIN nº 479/98
  2.  Ernst E. "Flower remedies": a systematic review of the clinical evidence. Wien Klin Wochenschr. 2002; 114(23-24):963-6
  3.  Pintov S; Hochman M; Livne A; Heyman E; Lahat E. Bach flower remedies used for attention deficit hyperactivity disorder in children--a prospective double blind controlled study. Eur J Paediatr Neurol. 2005; 9(6):395-8
  4.  Monvoisin R Bach flower remedies: a critic of the pseudoscientific, pseudomedicinal concepts and philosophical postures inducted by Dr Bach theory. Ann Pharm Fr. 2005; 63(6):416-28
  5.  Walach H; Rilling C; Engelke U Efficacy of Bach-flower remedies in test anxiety: a double-blind, placebo-controlled, randomized trial with partial crossover. J Anxiety Disord. 2001; 15(4):359-66

[editar]Ligações externas

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