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segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Como me tornei Terapeuta Floral - Parte 1 O meu trabalho na Siemens





Há muitos anos atrás, quando trabalhava na Siemens Anhanguera em São Paulo eu lia diariamente o Jornal O Estado de São Paulo e na seção Suplemento Feminino que saia aos domingos, encontrei uma vez uma reportagem que me chamou muito a atenção.
Era do Engenheiro de Virou Suco.
Tratava-se de uma lanchonete na Av. Paulista com este nome. A reportagem cobria o fato do dono da lanchonete ser engenheiro eletricista (assim como eu) e que como este teve dificuldade em encontrar emprego como engenheiro, resolveu abrir uma lanchonete.
A reportagem citava números de que mais de 80% dos formados naquela época deixava a profissão de formatura em até 20 anos depois. Mas o que mais me chamou a atenção foi de que metade de meus colegas, engenheiros eletricistas, nunca exerceu a profissão de formatura, tendo que trabalhar em outros segmentos.
Eu sempre me orgulhei de trabalhar na Siemens e pensei com os meus botões. Que bom que estou trabalhando numa multinacional, na área de minha formação e estou feliz profissionalmente. Nunca serei como O Engenheiro que Virou Suco.
Aprendi depois de muita experiência que nunca devemos dizer nunca. Basta a gente viver o tempo suficiente para ver o contrário de todas as coisas.
Há mais ou menos 15 anos atrás, eu ainda morava em São Paulo e continuava trabalhando na Siemens, quando minha esposa passou a ter sua saúde muito abalada: Ela tinha dores de cabeça do lado esquerdo contínuas e menstruava a cada 15 dias de modo muito doloroso. Levei-a ao médico e depois de muitos exames, muitos remédios e tratamentos o problema continuava. Na época meu convênio médico tinha plano executivo com reembolso de 100% das despesas de modo que tudo o que foi possível de ser feito, foi feito para diagnosticar o problema, sem sucesso. Embora a menstruação estivesse sob controle, as dores de cabeça e a depressão perduravam.
Passado algum tempo, já sendo atendida por médicos especialistas, um inclusive professor universitário, vieram os medicamentos tarja preta para a depressão, tratamentos psicológicos, enfim, nada dava jeito nas dores de cabeça.
Eu já não sabia mais o que fazer. Tinha esgotado todo o arsenal de contatos da lista do convênio médico.
Um dia, comentei com a secretária do setor esta situação e ela, com um pouco de vergonha, perguntou se eu já havia tentado terapias complementares. Eu disse que desconhecia isso e ela me sugeriu me consultar com uma Terapeuta Floral alí do Bairro.
Era uma senhora que atendia em casa no bairro de Pirituba, zona oeste de São Paulo, bem pertinho do meu local de trabalho.
Liguei, marquei hora e fui para lá sem muita esperança.
Para minha surpresa a recomendação da Dona Neide Vitiello, Terapeuta Floral (nem sei por onde ela anda hoje) deu um grande resultado. A  minha esposa, começou a melhorar e aos poucos eu e os meu filhos passamos tambem a tomar florais.
O resultado foi simplesmente incrível. Fiquei muito interessado nos florais a ponto de fazer um curso rápido no final de semana.
Uma coisa me chamou a atenção. Algumas pessoas fizeram o curso comigo. Era um curso informativo de 8 horas de duração, apenas para dar uma idéia do que era a terapia floral. Para minha surpresa, terminado o treinamento estas pessoas se auto-intitulavam terapeutas florais e saíam por aí dando orientação para outras pessoas. Eu disse para mim mesmo, eu nunca vou ser terapeuta floral. Aprendi que tudo deve ser profundamente estudado, pesquisado, experimentado e que a responsabilidade para com as pessoas é imensa. Mas nunca devemos dizer nunca.
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