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terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Florais de Minas - Mirabilis


Posted by Picasa

MIRABILIS (Mirabilis jalapa) - Bonina

As vezes os indivíduos deste tipo se apresentam críticos e intolerantes com os outros; mau humor, cinismo, mordacidade, separatividade, debilidade no sistema imunológico.

As flores da maravilha costumam abrir de tarde e têm um perfume bem marcante. Quando chove, sua presença é muito for te, olhando para todos os lados.

Muitas pessoas não as plantam em jardins por considerá-Ias "plantas do mato". Elas nascem em beiras de passeios e casas, em lotes vagos, em cantos de ruas e por aí afora.

O floral Mirabilis ajuda-nos a entender cada pessoa de acor do com sua maneira própria de ser. Sem julgamento e sem conde nação. Existe um estado emocional bem específico na pessoa que pode ser dura ao julgar os outros e as vezes  se esquece de ver seus próprios defeitos. Ela pode se irritar com facilidade e as vezes implica com tudo à sua volta. Costuma exigir exatidão, disciplina e ordem em tudo o que os outros fazem. Às vezes é considerada uma pessoa chata e, por isso as vezes fica sozinha.
Sabemos que os estados emocionais desequilibrados levam a doenças físicas. Em geral, quem é arrogante não digere o comportamento alheio através do perdão e manifesta problemas, de digestão. Pode tornar-se tenso em seu comportamento, apresentando também tensões no peito, braços e mandíbulas. Isto as vezes fragiliza o próprio sistema imunológico, apresenta manchas na e não agüenta ruído.

Devemos apenas dar bom exemplo e acon selhar quando solicitados. Nunca devemos exigir que o outro se comporte do jeito que nós queremos.
A qualidade da empatia se desenvolve quando tomamos o floral Mirabilis, ele nos ajuda a entender as pessoas como elas são e evita que deixemos de tentar modificá-Ias de uma maneira into lerante, implacável e arrogante.
            Se permitirmos, este floral vai nos ajudar a ser muito mais
suaves, simpáticos e tolerantes.
Descrevemos aqui um grau mais intenso de julgamento, mas qualquer um de nós pode de repente sentir-se pegado em flagrante julgando os outros ou mesmo fofocando.







As vezes as pessoas deste tipo são  críticas para com os outros; para aqueles com forte identificação com o ambiente circundante e que estão sem pre criticamente atentos aos pormenores, julgam cada palavra, sentimento ou ato, podendo expressar ou não a condenação que fazem dos mesmos, irritam-se com detalhes e tendem a culpar os outros por qualquer falha, que, aliás, têm imensa facilidade em apontar; são duros ao julgar as dificuldades alheias e podem exigir que tudo aconteça de acordo com suas perspectivas men tais.

As vezes são reputadas como sistemáticas, irritáveis, irônicas, egoístas, antipáticas, ar­rogantes e autoritárias; tem dificuldades as vezes  de perdoarem os erros alheios, por não compreenderem seus princípios geradores

São ainda propen sos a formar laços de afinidade comportamental baseados em similaridades gené ticas ou hereditárias, o que se revela na enorme importância que dão aos valores familiares, grupais e raciais; tendem, pois, a ser orgulhosos com a estirpe familiar, com a origem e as tradições raciais.

Tais pessoas parecem carregar em si frustrações aliadas a desejos de superioridade, molas propulsoras da maledicência.

O individualismo se revela como uma espécie equivocada de imunização psíquica e espiritual, que enfraquece as defesas nos níveis mais densos de manifestação.

A personalidade pode atrair então uma gama de sintomas alérgicos, viróticos, herpéticos e bacterianos, que se instalam preferencialmente nos órgãos sensoriais. Às vezes, as ações alheias lhes são  insuportáveis, que soam como pedras ati radas contra seus olhos e ouvidos, predispondo-os às anomalias oculares e auditivas.

A figura humana típica, em desarmonia, apresenta rigidez nas partes supe riores do corpo físico, especialmente no peito, nos braços e mandíbulas. A tensão no peito se refere ao egoísmo e é reflexo da dor moral produzida nos outros

O enrijecimento dos braços pode falar simbolicamente da falta de solidariedade com aqueles em dificuldades, que deveriam ser abraçados e confortados, e não apedrejados. A separatividade também se mostra as vezes na fisionomia irônica, na assimetria entre os la dos esquerdo e direito da face, nos significativos movimentos dos cantos labiais de bocas alongadas, nos sorrisos assimétricos, que irradiam, de um lado, elogio e concordância, e do outro, crítica e intolerância.

A irritabilidade sistemática impõe uma conformação bucal em forma de "u" invertido, que reflete o choro da alma, separada e não integrada ao todo.

A realidade, nos diz que o que pensamos e falamos de outrem, na ver dade, pensamos e falamos de nós mesmos, daquilo que somos no íntimo; tudo o que falamos e pensamos de nós mesmos, por certo, falamos e pensamos sobre o outro, um ego virtual, cujos defeitos rejeitamos e cujas virtudes desejaríamos in corporar.

 Falando de nós mesmos, estamos pedindo a ajuda alheia para que aceitem
aquela pessoa que estamos procurando ser. Pois tudo o que é não precisa ser manifestado, já que aquilo que pode ser moldado em conceitos, palavras e atos ainda não se estabeleceu em si mesmo como verdade.

A essência floral se aplica não somente à personalidade típica, mas também em épocas ou situações temporárias da vida, quando lidamos com um conflito e demonstramos intolerância e desamor com as pessoas envolvidas; para quando surge frieza e indiferença com o sentimento alheio ou quando ansiamos desaparecer, ir para um lugar isolado, bem longe, onde acreditamos poder encontrar paz.

Embora os momentos de solidão, silêncio e recolhimento sejam imprescin díveis, a alma deve compreender que o lugar em que ela está é o seu melhor lugar no mundo, pois é ali que ela encontra as melhores condições para crescer em amor.

 Tudo à sua volta a ajuda e conclama para dar mais um passo na trilha da tolerância e da liberdade.

O grande desafio então é transformar a mente, eivada de preconceitos, críticas, crueldades e tagarelices numa rica fonte de idéias nobres, de suaves palavras de união e de atos caridosos. De início, quando nos decidimos pela tolerância, pelo amor e pela compreensão, atraímos toda a sorte de provas, nas quais devemos permanecer íntegros, completamente centrados. a ambiente pode se apresentar caótico e intolerável, podem nos dizer exatamente o contrário de tudo o que sentimos e pensamos, podem nos menosprezar e humilhar, e ainda assim de vemos permanecer cândidos e receptivos.

 Quando, expandidos em consciência e amor, somos capazes de perceber a flexa invisível que nos transpassa o ego, re nascemos das cinzas; jamais seremos os mesmos, pois vislumbramos a infinitude da unidade cósmica. Conquistada a harmonia, percebe-se que a luz interna é tão brilhante que já não precisa mais apagar a luz alheia para resplandecer.

Pelo con trário, intui-se que a superioridade real está em querer servir ativamente, com puro amor no coração. A constante ligação com o núcleo interior mantém acesa a chama da união, trazendo equilíbrio nos julgamentos e atitudes de empatia com a coleti vidade.

Esses esplendorosos caminhos de crescimento na direção do belo e do bom, pelos quais caminham irreversivelmente toda a humanidade, impulsos inatos de toda a manifestação em busca da perfeição divina, podem ser iluminados pela essência floral.

Ela desperta os conceitos, latentes na alma, de simpatia e tolerância para com o próximo.

Essa plantinha pertence à família das Nictagináceas. Tem porte herbáceo, atingindo, no máximo, um metro de altura, e é conhecida como Bonina, Maravilha, Boas-noites e Jalapa. 


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