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sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

As 4 Orígens da Depressão do Desemprego






1- A orígem emocional da depressão do desemprego.
O CHOQUE DE REJEIÇÃO!

A raiva nos deixa deprimidos. Se somos demitidos, ainda mais quando acontece numa daquelas manobras súbitas e sorrateiras tão comuns nos nossos dias, é plenamente justificável ficarmos bastante zangados.

É uma espécie de rejeição, e não há quem não deteste isso.

Daí, se saímos a procura de emprego e não conseguimos encontrar, depois de sermos despachados pela 307a vez de empresas que visitamos, a raiva pode muito bem aumentar ainda mais.

Novamente, trata-se de rejeição, uma coisa que odiamos.

E, se por acaso tínhamos outras expectativas em relação ao acolhimento que receberíamos do mercado de trabalho, passamo a sofrer o choque da rejeição.

Ninguém gosta de ser rejeitado. Muito menos na vida profissional. Muito menos ainda durante a caça ao emprego. É uma coisa que nos desperta...ódio!

Toda essa raiva sem solução vai se acumulando com o tempo e, frequentemente, como já mencionamos vira depresssão.

Nem é preciso dizer que deixaríamos essa raiva de lado, se fosse relativamente fácil encontrar um emprego, onde pudéssemos fazer o que mais gostamos, num cargo do mesmo nível que tínhamos anteriormente, com o mesmo salário, ou ainda maior, na mesma cidade e com um patrão simplesmente adorável.

Mas, devido ao atraso no nosso sistema de caça ao emprego, nada é tão fácil assim. Empregos como este podem até existir, mas custa um bocado para encontrá-los.

Muita de nossa raiva deveria ser voltada contra esse mesmo sistema de caça ao emprego, que nos faz sentir desvalorizados e mesmo desprezados pela sociedade, impondo-nos uma procura que se arrasta por semana, meses e as vezes até anos...Por isso, a princípio nossa raiva é até justificada, compreensível.

Mas, se começa a aumentar demais, já é outra história. Se voltamos nossa raiva não contra um arcaico sistema de procura de empregos e de colocação de empregados, mas contra nossos ex-patrões, os problemas começam a aumentar de verdade.

Frequentemente, vejo pessoas que foram demitidas dizerem: "Não vou perdoar aquele sujeito. Ele arruinou a minha vida!"

Claro que um empregador só arruina a vida da gente se o ajudarmos a fazer isso, alimentando nossa raiva para sempre. Aí, com certeza vamos por tudo a perder. E já vi isso acontecer com muitos desempregados.

Neste caso, estamos nos esquecendo de uma verdade há muito conhecida: quando a raiva se torna uma fogueira que queima sem cessar dentro de nós, o fogo estará consumindo a nós mesmos e não a quem isto nos causou. Podemos ter raiva à vontade - isso não vai atingir os nossos ex-patrões. Pelo contrário, eles dormem um sono tranquilo à noite, enquanto que nós é que sofremos de insônia. Podem acreditar, a raiva queima quem a sustenta e não a quem é dirigida. E faz isso causando o surgimento de subprodutos como irritabilidade, retraimento, solidão, rompimento de relacionamentos, divórcios (muito frequentes no caso) e, algumas vezes (mais raramente) até o suicídio.

Depois de algum tempo, geralmente a raiva se transforma em depressão.

Remédios

1- O que você mais precisa fazer é encarar de frente o seu futuro. Sua raiva é como uma raíz que o deixa preso ao seu passado.

2- Converse. Ponha para fora sua raiva com alguém que saiba escutar; alguém que seja compreensivo e capaz de lhe prestar solidariedade. Pode ser a pessoa com quem você divide a sua vida, um parente, um amigo, um terapeuta.

3- Se ainda tiver um bocado de raiva sobrando, do tipo que faz você ter vontade de distribuir socos por aí ( a primeira pessoa que vem na sua mente é o seu ex-empregador), fuja da tentação. Vá socar um travesseiro. Um travesseiro bem grande. Ou seu colchão. Mande ver: sopapos bem fortes!

4- Se você é uma pessoa de fé, entregue sua raiva a Deus. E, então, vá tratar do seu futuro.

Em breve: 2- A ORIGEM MENTAL DA DEPRESSÃO DO DESEMPREGO.

Um abraço, querido leitor.
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