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sábado, 16 de janeiro de 2010

Os Florais e as Férias





Os florais e as férias.

Muitas pessoas esquecem os cuidados nesta época, voltando ao trabalho mais estressadas do que antes.

Lembrei do excelente texto da Rosana Hermann sobre o Estresse na Praia que está circulando pela internet e que estou reproduzindo abaixo.

Enfim, você voltou das férias mais estressado do que antes, sem dinheiro e com um monte de contas para pagar, certo?

Além disso, na volta ao dia-a-dia esqueceu a senha de acesso ao seu micro no serviço, viu que sua caixa de e-mails está repleta de mensagens para responder e outras para descartar e você tem que cobrir a ausência de uma porção de pessoas que ainda estão de férias e o serviço precisa ser feito de um jeito ou de outro, certo?

Aí vem o estresse, certo?

E agora o que fazer?

Fique certa que de você não é a única pessoa a estar nesta situação. A grande maioria das pessoas se encontra no mesmo barco. E daí?, diz você! Cada um no seu quadrado. O estresse dos outros é dos outros. Eu quero resolver o meu problema!

É exatamente este o ponto. Para esquecer o nosso problema uma boa dica é ajudar outra pessoa em situação pior do que a nossa a resolver o problema dela. Aí enquanto estamos ajudando esquecemos o nosso problema e damos tempo ao tempo para que o tempo e a Providência Divina, de que nos tornamos merecedores por ajudar outra pessoa, possam nos ajudar a nos ajudarmos também.

É assim que funciona. Ora, diz você! Eu tenho pressa! Estou sem tempo e tenho os meus problemas para resolver. Como posso ajudar a mim mesmo?

Aí entra a ajuda dos Florais.

Como os florais podem nos ajudar?

Clique em Mais Informações, abaixo para continuar a leitura.




Como dizia o Mestre Dr. Edward Bach, a Terapia Floral age com o descascar de uma cebola, na medida em que avançamos vamos abrindo mais e mais fundo o nosso Eu Interior.

Por isso é preciso cautela e critério para evitar a ansiedade de querer resolver tudo de uma vez só. Como diz o esquartejador, vamos por partes.

Vamos primeiro identificar qual é o ponto mais crítico do nosso estresse e atacar este ponto em primeiro lugar.

Ah, isto é fácil, diz você! Posso resumir numa única palavra: Dinheiro! Se eu tivesse ganho a megasena garanto que os meus problemas estariam todos resolvidos!

Muito bem. Estou aprendendo na minha própria pele que o que está sem remédio, remediado está!

É inútil clamar contra as próprias dívidas. Urge configurar com elas a melhor forma de pagamento.

É preciso estabelecer prioridades.

Respirar, Se movimentar, Beber Água, Se alimentar, Ter um teto, Ter energia elétrica, Ter telefone (sem gastar com ligações), Ter internet, e assim vai.

É preciso lembrar-se de cuidar de si mesmo.

Neste sentido depois mais de 15 anos de experiência em Terapia Floral, tenho que contar um segredo a você estimado leitor:

Imagine que muitas pessoas, viajam muitos quilômetros para se consultar comigo. Pagam pela consulta e depois de 30 dias retornam. No retorno pergunto como foi o resultado com os florais? Em cerca de 40% dos casos a pessoa responde envergonhada: eu não mandei fazer os florais que o senhor me recomendou. Fiquei sem dinheiro para isso, fiquei sem tempo de ir à farmácia de manipulação, mas a receita está aqui, ó, e tiram a recomendação terapêutica da bolsa ou carteira e me apresentam tal qual eu forneci. Eu quero que o Senhor me passe outros florais pois agora estou sentindo outra coisa.

Estimado leitor, fique tranquilo, que isto é muito mais comum do que possa parecer.

Aí a pessoa me diz, mas o Senhor mesmo foi que me disse que era para eu ajudar outras pessoas. Acabei esquecendo de mim mesmo....

Realmente, ficar com o remédio no bolso sem ingeri-lo também acontece as vezes, com menor frequência.

Por isso, eu estou fazendo uma coisa muito difícil mas necessária, uma verba de tratamento de mim para mim mesmo. Como posso ajudar os outros se estou doente? Posso ajudar sim, mas também preciso em paralelo ajudar a mim mesmo.

Estamos todos neste aprendizado.

Um abraço, estimado leitor,

Texto abaixo de Rosana Hermann 

Publicado no primeiro número da Revista Jovem Pan. 

(Nota: Este texto vem sendo erroneamente divulgado na internet como sendo de Luis Fernando Veríssimo. Agora que você já sabe, pode fazer a correção.)

The Summer is Tragic!
“Chegou o verão. E com ele também chegam os pedágios, os congestionamentos na estrada, os bichos geográficos no pé e a empregada cobrando hora-extra.
Verão também é sinônimo de pouca roupa e muito chifre, pouca cintura e muita gordura, pouco trabalho e muita micose.
Verão é picolé de Ki-suco no palito reciclado, é milho cozido na água da torneira, é coco verde aberto pra comer a gosminha branca.
Verão é prisão de ventre de uma semana e pé inchado que não entra no tênis. Mas o principal, o ponto alto do verão é... a praia!!
Ah, como é bela a praia!
Os cachorros fazem cocô e as crianças pegam pra fazer coleção.
Os casais jogam frescobol e acertam a bolinha na cabeça das véias.
Os jovens de jet ski atropelam os surfistas, que por sua vez, miram a prancha pra abrir a cabeça dos banhistas.
O verão é Brasil, é selva, é carnaval, é tribo de índio canibal.
Todo mundo nu de pele vermelha. As mulheres de tanga, os homens de calção tão justo que dá até pra ver o veneno da flecha, e todo mundo se comendo cru.
O melhor programa pra quem vai à praia é chegar bem cedo, antes do sorveteiro, quando o sol ainda está fraco e as famílias estão chegando. É muito bonito ver aquelas pessoas carregando vinte cadeiras, três geladeiras de isopor, cinco guarda-sóis, raquete, frango, farofa, toalha, bola, balde, chapéu e prancha, acreditando que estão de férias.
Em menos de cinqüenta minutos, todos já estão instalados, besuntados e prontos pra enterrar a avó na areia.
E as crianças? Ah, que gracinha! Os bebês chorando de desidratação, as crianças pequenas se socando por uma conchinha do mar, os adolescentes ouvindo walkman enquanto dormem.
As mulheres também têm muita diversão na praia, como buscar o filho afogado e caminhar vinte quilômetros pra encontrar o outro pé do chinelo.
Já os homens ficam com as tarefas mais chatas, como perfurar um poço pra fincar o cabo do guarda-sol. É mais fácil achar petróleo do que conseguir fazer o guarda-sol ficar em pé.
Mas tudo isso não conta, diante da alegria, da felicidade, da maravilha que é entrar no mar! Aquela água tão cristalina, que dá pra ver os cardumes de latinha de cerveja no fundo. Aquela sensação de boiar na salmoura como um pepino em conserva.
Depois de um belo banho de mar, com o rego cheio de sal e a periquita cheia de areia.
A gente abre a esteira velha, com cheiro de velório de bode, bota o chapéu, os óculos escuros e puxa um ronco bacaninha.
Isso é paz, isso é amor, isso é o absurdo do calor.
Mas, claro, tudo tem seu lado bom. E à noite o sol vai embora. Todo mundo volta pra casa, toma banho e deixa o sabonete cheio de areia pro próximo. O xampu acaba e a gente acaba lavando a cabeça com qualquer coisa, desde o creme de barbear até desinfetante de privada. As toalhas, com aquele cheirinho de mofo que só a casa de praia oferece. Aí, uma bela macarronada pra entupir o bucho e uma dormidinha na rede pra adquirir um bom torcicolo.
O dia termina com uma boa rodada de tranca e uma briga em família. Todo mundo vai dormir bêbado e emburrado, babando na fronha e torcendo, pra que na manhã seguinte, faça aquele sol e todo mundo possa se encontrar no mesmo inferno tropical. The summer is tragic!”
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