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sexta-feira, 15 de junho de 2012

Princípios de Liderança 2012

Princípios de Liderança 2012



Fonte: Anotações de Peter F. Drucker

Há algumas regras básicas a respeito do que fazer e não fazer nas instituições de ensino profissionalizante e organizações sem fins lucrativos.



Ignorá-las pode prejudicar e mesmo impedir o seu desempenho.


As instituições de ensino profissionalizantes tendem a olhar dentro de si mesmas.


As pessoas estão tão convencidas de que estão fazendo a coisa certa e tão comprometidas com a sua causa, que vêem a instituição como um fim em si mesmo.





Para saber mais, clique em Mais informações abaixo.




Isto porém é uma burocracia.
Em pouco tempo as pessoas na organização deixam de perguntar: Isto serve à nossa Missão?
Elas perguntam: Isto está de acordo com as nossas regras? E isto não só inibe o desempenho, mas também destrói a visão e a dedicação.
Em cada movimento, cada decisão e cada política, a instituição sem fins lucrativos precisa avançar perguntando: Isto irá melhorar nossa capacidade de realizar nossa missão?
Ela deve começar pelo resultado final e seu foco deve ser de fora para dentro, ao invés de dentro para fora.
Como vemos, a discussão construtiva é essencial para a tomada de decisão eficaz. Hostilidade e animosidade não. Na verdade, elas não devem ser toleradas, pois destroem o espírito de uma organização.
Em sua maioria, as pessoas pensam que hostilidade e animosidade indicam “conflitos de personalidade”, mas isso raramente acontece. Normalmente elas são sintomas da necessidade e mudar a organização.
Ela pode ter crescido muito depressa, e no processo, ficado grande demais para a sua estrutura; ninguém sabe bem pelo que é responsável.
Então as pessoas começam a culpar umas as outras.
Finalmente, não tolere a descortesia. Desde o início do mundo, os jovens interpretam boas maneiras como desonestidade. Eles acham que boas maneiras são materiais. Entretanto as boas maneiras fazem a diferença.
A coisa mais importante que deve ser feita é construir a organização ao redor da informação e da comunicação, ao invés da hierarquia.
Na instituição de ensino profissionalizante, bem como em instituições sem fins lucrativos, todos, sem exceção, devem ter responsabilidade pela informação.
Todos devem aprender a fazer duas perguntas:
De que informações, eu necessito para fazer o meu trabalho- de quem, quando, como?
E: Que informação eu devo aos outros para que possam fazer seu trabalho, em que forma e quanto?
Acima de tudo, as pessoas na organização baseada na informação precisam assumir a responsabilidade pela comunicação de baixo para cima.
Na instituição baseada em informação as pessoas devem assumir a responsabilidade de informar seus chefes e colegas e, acima de tudo, de educá-los.
E assim, todos os membros da instituição – remunerados e voluntários – precisam assumir a responsabilidade de se fazerem entendidos.
Isso exige que cada um defina e coloque por escrito a contribuição e os resultados pelos quais a organização deve responsabilizá-lo.
Assim, cada um tem de se certificar de que é compreendido por subordinados, superiores e pares.
Esta também é a única maneira de se obter confiança mútua.
As organizações são baseadas em confiança.
Confiança é saber o que esperar das pessoas.
Confiança é compreensão mútua. Não amor mútuo, nem respeito mútuo. Previsibilidade. Isto é muito mais importante na organização sem fins lucrativos ou em instituições de ensino profissionalizante, porque ela tipicamente precisa depender do trabalho de muitos voluntários e de muitas pessoas que não pode controlar.
Mas há também professores que tem estabilidade de emprego e pastores que não estão “subordinados” a ninguém.
Então é necessária confiança a mútua – e se as pessoas não souberem o que esperar umas das outras, elas logo se sentirão traídas por um o por outro companheiro.
Mas há também professores que tem estabilidade de emprego e pastores que não estão “subordinados” a ninguém.
Então é necessária confiança a mútua – e se as pessoas não souberem o que esperar umas das outras, elas logo se sentirão traídas por um o por outro companheiro.
Na instituição, mais que em uma empresa, é mais importante insistir na clareza dos compromissos e relacionamentos e na responsabilidade de cada um para se fazer entender e para educar os colegas.
Todos acreditam em delegação. Mas ela precisa de regras claras para se tornar produtiva.
É preciso que as tarefas delegadas sejam claramente definidas e que haja metas e prazos mutuamente aceitos, tanto para os relatórios de andamento como para o término das tarefas.
Acima de tudo, é preciso haver uma clara compreensão do que a pessoa que delega e aquela que recebe a atribuição esperam dos seus companheiros.
A delegação exige também que a pessoa que delegou, faça um acompanhamento, mas isso raramente acontece – ele acha que delegou e está acabado. Mas ela ainda é responsável pelo desempenho.
Portanto tem de fazer o acompanhamento, para certificar-se de que a tarefa é feita e de maneira correta.
Finalmente é dever da pessoa, a quem uma tarefa é delegada, informar aquela que a delegou a respeito de qualquer coisa inesperada que venha a acontecer; ela não deve dizer “Eu posso cuidar disso sozinha.”
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