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segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Quem sao os Iluminati Illuminati

Quem são os Iluminati? (Illuminati)

Illuminati

 
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Símbolo da sociedade: Coruja de Minerva
Illuminati, (plural do latim illuminatus,
 "aquele que é iluminado"),
 é o nome dado a diversos grupos, alguns históricos outros modernos, reais ou fictícios. 

Mais comumente, contudo, o termo "Illuminati"
 tem sido empregado especificamente
 para referir-se aos Illuminati da Baviera,
 uma sociedade secreta da era do
 Iluminismo fundada em 1 de maio de 1776

Nos tempos modernos, também
 é usado para se referir a uma suposta
 organização conspiracional que controlaria
 os assuntos mundiais secretamente,
 normalmente como versão moderna
 ou como continuação dos Illuminati bávaros. 

O nome Illuminati é algumas vezes
 empregado como sinónimo de
 Nova Ordem Mundial

Muitos teóricos da conspiração acreditam
 que os Illuminati são os cérebros
 por trás dos acontecimentos que levarão
 ao estabelecimento de uma tal
 Nova Ordem Mundial, com os objetivos
 primários de unir o mundo numa
 única regência que se baseia em
 um modelo político onde todos são iguais.

Índice

Origem do termo

Dado que "Illuminati" significa literalmente
 “os iluminados” em latim, é natural
 que diversos grupos históricos,
 não relacionados entre si,
 se tenham autodenominados de Illuminati.

 Frequentemente, faziam isso alegando
 possuir textos gnósticos ou outras
 informações arcanas (secretas)
 não disponíveis ao grande público.


A designação "Illuminati" 
esteve em uso também desde o
 século XIV pelos Irmãos do Livre Espírito,
 e no século XV, o título foi assumido
 por outros entusiastas que argumentavam
 que a luz da iluminação provinha,
 não de uma fonte autorizada,
 mas secreta, de dentro, como resultado
 de um estado alterado de consciência, 
ou “iluminismo”, ou seja, esclarecimento
 espiritual e psíquico.

Desta forma, durante os períodos moderno 
e contemporâneo, foi designado por
 "Illuminati" um número de grupos
 (alguns dos quais têm reivindicado o título),
 mais ou menos marginal e secreto,
 e muitas vezes em conflito
 com autoridades religiosas ou políticas;
 são eles: os Irmãos do Livre Espírito,
 os Rosacruzes, os Alumbrados
os Illuminés, os Martinistas, o Palladium... 
 e, principalmente os Illuminati da Baviera. 

Embora as doutrinas desses grupos
 tenham sido variadas e por vezes contraditórias,
 a confusão entre eles tem sido
 muitas vezes mantida por seus adversários,
 e esta confusão levou às
 teorias de conspiração de uma
 sociedade secreta atuando através da história.

Os Illuminati da Baviera

Adam Weishaupt (1748-1830), fundador dos Illuminati da Baviera.
 
Um movimento de curta duração
 de republicanos livre-pensadores,
 o ramo mais radical do Iluminismo –
 a cujos seguidores foi atribuído o
 nome de Illuminati (mas que a si mesmos
 chamavam de “perfectibilistas” ou
 "perfeccionistas") – foi fundado a
 1 de Maio de 1776 pelo professor
 de lei canónica e jesuíta Adam Weishaupt,
 (falecido em 1830),[1], e pelo barão
 Adolph von Knigge, na cidade de
 Ingolstadt, Baviera, atual Alemanha.[2].

 O grupo foi fundado com o nome
 de Antigos e Iluminados Profetas
 da Baviera (Ancient and Illuminated Seers of Bavaria, AISB),
 mas tem sido chamado de Ordem Illuminati,
 a Ordem dos Illuminati e os Illuminati bávaros.


Na conservadora Baviera,
 onde o progressista e esclarecido
 Eleitor Maximiliano José III de Wittelsbach 
 foi sucedido em 1777 pelo seu conservador
 herdeiro Carl Theodor, e que era
 dominada pela Igreja Católica Romana 
 e pela aristocracia, tal tipo de organização
 não durou muito até ser suprimida pelo poder político

Em 1784, o governo bávaro baniu
 todas as sociedades secretas 
incluindo os Illuminati e os maçons.

 A estrutura dos Illuminati desmoronou logo,
 mas enquanto existiu, muitos intelectuais
 influentes e políticos progressistas
 se contaram entre os seus membros.

 Eles eram recrutados principalmente
 dentre os maçons e ex-maçons,
 juravam obediência a seus superiores
 e estavam divididos em três classes principais:

 a primeira, conhecida como Berçário,
 compreendia os graus ascendentes ou
 ofícios de Preparação, Noviciado,
 Minerval e Illuminatus Minor

a segunda, conhecida como a Maçonaria,
 consistia dos graus ascendentes de
 Illuminatus Major e Illuminatus dirigens,
 esse último algumas vezes chamado
 de Cavaleiro Escocês

a terceira, designada de Mistérios,
 estava subdividida nos graus de  
Mistérios Menores (Presbítero e Regente)
  e Mistérios Maiores (Magus e Rex). 

Relações com as lojas maçônicas 
foram estabelecidas em Munique e Freising, em 1780.

 A ordem tinha ramos na maior parte
 dos países europeus, mas o número
 total de membros parece nunca
 ter sido superior a 2000 
durante o período de dez anos..[2] 

O esquema teve a sua atração para
 os literatos, como Goethe e Herder
e mesmo para os duques reinantes
 de Gota e Weimar

Rupturas internas precederam o
 desmoronamento da organização, 
que foi efetivado por um édito
 do governo bávaro em 1785. 
A ordem foi encerrada em 1788..[2]

Para saber mais, clique em Mais informações, abaixo

 

Origens

A Ordem dos Illuminati da Baviera 
foi fundada na noite de 30 de abril a
 1 de Maio de 1776 
 (véspera da famosa Noite de Santa Valburga)
 em uma floresta perto de Ingolstadt (Baviera),
 no sul da Alemanha, 
onde um pequeno grupo de jovens criou
 e prometeu cumprir os fins da sociedade. 

Entre aqueles que estavam naquela noite,
 sabe-se apenas a identidade de três:
 Adam Weishaupt,  
Max Merz e  
Anton von Massenhausen

O fato de que não se sabe exatamente
 quem estava presente naquela noite
 foi a causa da especulação sobre 
o número de pessoas que criaram 
a ordem, alguns dizem que eram 
apenas quatro e outros argumentam que foram treze.

Após a fundação, Adam Weishaupt 
(que se proclamou a si mesmo o 
nome simbólico de Spartacus
atraiu seus primeiros seguidores,
 um estudante de Munique 
chamado Franz Xavier von Zwack 
e um barão protestante de Hannover
  chamado Adolph von Knigge 
(Frater Philon) que já havia
 sido iniciado na Maçonaria e,
 posteriormente, desenvolveu o
 Rito dos Illuminati da Baviera,
 junto com Weishaupt, a quem foi introduzido
 na loja de Munique: Theodor zum guten Rath.

Graças às habilidades de von Knigge,
 os Illuminati rapidamente se espalham
 pela Alemanha, Áustria, Hungria,
 Suíça, França, Itália e outras partes da
 Europa e afiliando personalidades
 como Herder (Damasus), Goethe (Abaris),
 Cagliostro, o Conde de Mirabeau (Leonidas)
 e o lendário alquimista o Conde de St. Germain,
 entre outros. 

Alguns nobres como o duque
 de Saxe-Weimar e de Saxe-Gotha,
 os príncipes Ferdinando de Brunswick 
 e Karl de Hesse, Conde de Stolberg
 e o Barão Karl Theodor von Dalberg,
 também figuraram dentro da iniciação iluminada.

Incentivado pelo seu sucesso em 
conseguir recrutar um grande número
 de pensadores, filósofos, artistas, políticos,
 banqueiros, analistas, etc; Adam Weishaupt
 tomou a decisão de juntar-se a Maçonaria
 por meio de Von Knigge, e ordenou a infiltração
 e dominação da mesma.

Em 16 de julho de 1782, numa reunião
 da maçonaria continental realizada no
 Convento de Wilhelmsbad, os Illuminati
 tentaram unificar e controlar sob a sua
 autoridade todos os ramos da Maçonaria.

 Embora tenham conseguido se infiltrar
 nas lojas em toda a Europa, a
 Grande Loja de Inglaterra
a Grande Oriente de França 
e os iluminados teósofos de Swedenborg
 decidiram não apoiar os planos de Weishaupt, 
nesse momento tomou-se conhecimento
 das intenções do grupo e do conflito
 entre seus princípios e os da maçonaria,
 por isso, nesse momento a Instituição Maçônica
 decidiu manter oposição direta contra os Illuminati.

Devido ao fracasso do movimento,
 Von Knigge renunciou pensando 
que seria inútil continuar com os planos
 e foi para Bremen, onde passou seus
 últimos anos. Entretanto, Weishaupt
 recebia a ofensiva dos Maçons da Inglaterra
 e dos Martinistas, a quem denunciou
 em seus escritos, argumentando que
 a Grande Loja de Londres em si foi
 criada em 1717 por pastores protestantes,
 que não foram iniciados na Maçonaria,
 isto é, que foi fundada por profanos
 sem documentos válidos ou provas.

Dissolução

Carlos Teodoro da Baviera, Príncipe-Eleitor, conde paladino e duque da Baviera, aprovou o edito que levou os Illuminati a sua dissolução.
 
Em 22 de junho de 1784, o Eleitor da Baviera
 duque Karl Theodor advertiu sobre 
o perigo representado pelos Illuminati
 para a Igreja Católica e as monarquias 
 por causa de seus objetivos ideológicos,
 e aprovou um decreto contra a sociedade
 bavara e em geral qualquer sociedade
 não autorizada por lei (que abrange 
as duas instituições, como se tivessem
 natureza comum, apesar do grande conflito
 que já existia naquela época entre
 os Illuminati e os maçons). 

Weishaupt foi demitido de sua
 cátedra indo para o exílio em Regensburg,
 para liderar a Ordem no exterior
 sob a proteção do duque de Saxe.

 Em 1785, o edital foi confirmado 
e assim começou a perseguição e 
detenções aos membros da sociedade.

Em seguida, o jornalista Johann Joachim Christoph Bode,
 se torna o líder de fato da Ordem.

 Em 1787, vai para a França, à Strasbourg
  e depois a Paris, onde se encontrou
 com membros da Loja de Filaleto. 

De acordo com o seu "Travel Journal",
 alguns deles, então, constituem em 
segredo o núcleo dos "Philadelphes",
 uma sociedade semelhante aos Illuminati alemães.

Caçados, tratados como criminosos, 
os Illuminati da Baviera desapareceram
 completamente do sul da Alemanha,
 em 1786, apenas algumas lojas 
resistiram na Saxônia até 1789.

Os planos mais secretos dos Illuminati 
foram revelados por acaso na noite
 de 10 de julho de 1784, quando
 um mensageiro de Weishaupt,
 identificado como o abade Lanz,
 morreu inesperadamente devido a um raio.

 Seu corpo foi levado para a Capela
 de San Emmeran por habitantes do local
 e entre os seus hábitos foram 
encontrados documentos importantes
 que se tratavam de planos secretos
 para a conquista mundial. 

A polícia da Baviera investigou os 
detalhes da conspiração
dando a entender a  
Francisco I, Sacro Imperador Romano-Germânico,
 o complô contra todas as monarquias,
 sobretudo na França, onde mais tarde,
 em 1789, gestaría a chamada 
Revolução Francesa e a queda de
 Luís XVI e Maria Antonieta
seus últimos monarcas.

Os documentos foram divulgados
 pelo governo da Baviera, alertando
 a nobreza e o clero da Europa. 

No entanto, logo se convenceram
 de que a conspiração tinha sido
 destruída devido à dissolução
 formal dos Illuminati, juntamente
 com o banimento de Weishaupt
 e a detenção de muitos de seus adeptos.

Efeito Cultural

Símbolo da Skull and Bones (Caveira e Ossos). Teorias conspiratórias afirmam que a Skull And Bones seja o ramo americano dos Illuminati
 
 
Apesar de sua curta duração, 
os Illuminati da Baviera lançaram 
uma longa sombra na história popular,
 graças aos escritos de seus opositores. 

As sinistras alegações de teorias 
conspiratórias que têm colorido 
a imagem dos maçons-livres 
têm praticamente ofuscado a dos Illuminati. 

Em 1797, o Abade Augustin Barruel 
publicou o livro “Memórias ilustrativas da história do Jacobinismo”, 
delineando uma vívida teoria
 conspiratória envolvendo os
 Cavaleiros Templários, os
 Rosacruzes, o
s Jacobinos e os Illuminati. 

Simultânea e independentemente, 
um maçom escocês e professor de
 História Natural, chamado  
John Robison, começou a publicar
 “Provas de uma conspiração contra
 todas as religiões e governos da Europa”,
 em 1798

Quando viu o livro sobre semelhante
 tema escrito por Barruél, incluiu
 extensas citações dele em seu próprio livro.

 Robinson alegava apresentar 
evidências de que uma conspiração 
 dos Illuminati estava dedicada
 a substituir todas as religiões e nações
 com o humanismo e um governo mundial 
 único, respectivamente.

Mais recentemente, Antony Cyril Sutton 
 sugeriu que a sociedade secreta
 Skull and Bones foi fundada como
 o ramo norte-americano dos Illuminati. 

Outros pensam que a Scroll and Key 
também tem origem nos Illuminati. 

Robert Gillete defende que esses 
Illuminati pretendem, em última instância,
 estabelecer um governo mundial
 por meio de assassinatos, corrupção, chantagem,
 controle dos bancos e outras entidades financeiras,
 infiltração nos governos, e causando
 guerras e revoluções, com a finalidade
 de colocar seus próprios membros
 em posições cada vez mais altas 
da hierarquia política.  

Thomas Jefferson, por outro lado, 
defendeu que eles pretendiam 
espalhar informação e os 
princípios da verdadeira moralidade. 

Ele atribuiu o caráter secreto dos 
Illuminati ao que chamou de 
“a tirania de um déspota e dos sacerdotes”. 

Ambos parecem concordar que os 
inimigos dos Illuminati foram 
os monarcas da Europa e a Igreja. 

Barruel afirmou que a Revolução Francesa 
(1789) foi planejada e controlada pelos 
Illuminati através dos jacobinos, 
e mais tarde os adeptos de teorias 
conspiratórias também alegaram 
a responsabilidade deles na  
Revolução Russa (1917), 
embora a Ordem tenha sido 
oficialmente extinta em 1798.

Illuminati Modernos

A pirâmide com o olho que tudo vê e o lema Novus ordo seclorum no Grande Selo dos Estados Unidos, é considerado um símbolo dos Illuminati.
 
Desde o final do século XVIII 
até meados do século XX, muitos teóricos
 de conspiração reacionários especulam
 que os Illuminati sobreviveram a sua supressão,
 por causa de sua suposta infiltração na
 Maçonaria, e se tornaram o cérebro
 por trás de grandes eventos históricos
 como 
a Revolução Americana
a Revolução Francesa
a Revolução Russa
as Guerras Mundiais e até 
os ataques de 11 de setembro de 2001

levando a cabo um plano secreto para 
subverter as monarquias da Europa
 e a religião Cristã visando a formação 
de uma Nova Ordem Mundial 
secular baseada na razão científica.

Escritores como Mark Dice,[3]  
David Icke, Ryan Burke, Jüri Lina e
 Morgan Gricar têm argumentado 
que os Illuminati da Baviera sobreviveram,
 possivelmente até hoje. 

Muitas destas teorias propõe que
 os eventos mundiais estão a ser
 controlados e manipulados por uma sociedade secreta que se autodenomina Illuminati. .[4][5] 

Os teóricos da conspiração afirmam
 que muitas pessoas notáveis foram
 ou são membros dos Illuminati,
 incluindo Winston Churchill, a
 família Bush,[6]  
Barack Obama,[7] 
a família Rothschild,[8] 
a família Rockefeller 
(incluindo David Rockefeller) e
 Zbigniew Brzezinski, entre outros.[9] 

O termo "Illuminati" também é 
geralmente associado com os membros 
de instituições e sociedades secretas 
de inspiração ocultista e / ou globalista, 
independentemente do fato de eles 
serem realmente relacionados com a 
Ordem Illuminati: 

os Skull & Bones
Grupo Mesa Redonda
a Sociedade Fabiana
o Royal Institute of International Affairs,
o Council on Foreign Relations
o Bohemian Club
o Clube de Bilderberg
a Comissão Trilateral
o Clube de Roma
a Fundação Carnegie
a Fundação Rockefeller
etc.

Também sugerem que os fundadores dos
 Estados Unidos – sendo alguns deles
 franco-maçons – estavam “influenciados”
 pela corrupção dos Illuminati. 

Frequentemente o símbolo da
 pirâmide que tudo vê no
 Grande Selo dos Estados Unidos
  é citado como exemplo do olho
 sempre presente dos Illuminati
 sobre os americanos. 

E também citam que usam nas
 notas a escrita Novus Ordo Seclorum 
 que significa ''New Deal" ou  
Nova Ordem Secular, "novo ideal"
 desmentindo a escrita do lado, 
que diz Em Deus Confiamos

Jordan Maxwell, pesquisador dos Iluminatti,
 afirma que 'Novus Ordo Seclorum"
 pode ser traduzido para
 "Nova Ordem Mundial"


Bem pouca evidência confiáve
 pode ser encontrada para apoiar
 a hipótese de que o grupo de
 Weishaupt tenha sobrevivido até
 o século XIX

Contudo, diversos grupos têm
 usado a fama dos Illuminati desde
 então para criar seus próprios ritos,
 alegando serem os Illuminati,
 incluindo a  
Ordo Illuminatorum,  
Die Alten Erleuchteten Seher Bayerns
The Illuminati Order
e outros."[10][11][12]

Os Aquisitores

Os Aquisitores é o nome genérico 
dado a supostos grupos dissidentes 
que surgiram com a atuação dos Illuminati no Brasil.

 Sua origem está quase sempre
relacionada à renuncia de Jânio Quadros,
 o presidente que renunciou por
 não aguentar o peso das "forças terríveis" 
("forças ocultas") e a instauração 
do Regime Militar em 1964

O nome Aquisitores é uma referência
 a prosperidade financeira e a atuação
 de seus membros na economia do país,
 especialmente na região de  
São Bernardo do Campo, no
 ABCD Paulista onde sua influência 
resultou na próspera fase pela 
qual passou a região na década de 1970
no movimento metalúrgico e 
na posterior eleição do Presidente Lula.

Durante a ditadura militar
até pouco depois de 1985
os membros brasileiros dos Illuminati 
supostamente se organizaram em dois grupos
 inimigos e teoricamente independentes dos
 Illuminati da Baviera. 

Estes capítulos isolados passaram 
ambos a reivindicar o antigo nome
 do grupo como sendo os únicos
 e verdadeiros Aquisitores

Os teóricos da conspiração se esforçam
 para ligar todos os escândalos políticos
 que ocorreram no país desde a ditadura militar
 a estes dois grupos e seus jogos de poder.


É importantíssimo lembrar que 
os Aquisitores não são reconhecidos
 como grupo por nenhum historiador sério,
 e não existe sequer um trabalho acadêmico
 que confirme sua existência. 

Um exemplo típico deste tipo de
 elocubração está na investigação 
feita nos anos 90 sobre a morte do
 presidente Juscelino Kubitschek 
ou a investigação iniciada em 2007 
 no Rio Grande do Sul sobre a 
morte de João Goulart
que oficialmente morreu de doença cardíaca,
 mas teria sido assassinado pela Operação Condor 
 arquitetada pelos Aquisitores. 

Até o momento nenhuma dessas investigações
 apresentou qualquer prova palpável
, mas a coincidência alimenta a 
curiosidade dos teóricos da conspiração:

 Jango, JK e Lacerda, os três grandes nomes da
 oposição ao regime militar morreram
 todos em espaço de meses entre o fim
 de 1976 e início de 1977.

Referências

  1. The European Illuminati by Vernon L. Stauffer, hosted on the Grand Lodge of British Columbia & Yukon website (hereafter BC&Y).
  2. a b c A Bavarian Illuminati Primer Compiled by Trevor W. McKeown hosted BC&Y
  3. Angels & Demons Causing Serious Controversy - 5/17/09 - Fresno News — abc30.com. Abclocal.go.com (2009-05-17). Página visitada em 2009-07-08.
  4. Barkun, Michael. A Culture of Conspiracy: Apocalyptic Visions in Contemporary America, Comparative Studies in Religion and Society, University of California Press, 2003,
  5. Illuminati News website: The Secret Order of the Illuminati (A Brief History of the Shadow Government)
  6. The Bush Family and their Illuminati Rituals
  7. The Barack Obama Illuminati Connection
  8. Makow Ph.D, H: Illuminati: The Cult that Hijacked the World, BookSurge Publishing, 2008, ISBN 1439211485
  9. Springmeier, F: Blood Lines of the Illuminati, Ambassador House, 1998, ISBN 0966353323
  10. The Illuminati Order Homepage
  11. Official website of The Illuminati Order
  12. *Orden Illuminati Consejo Central México

Bibliografia

Ver também

Ligações externas

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