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quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Ishtar Venus Marduk Marte Barsoom

Ishtar, Vênus, pelos Arcádios
Marduk, Marte, pelos Babilônicos
Barsoom, Marte, por seus habitantes.


Ishtar
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Ishtar

Nota: Para outros significados, veja Ishtar (desambiguação).





Detalhe da reconstrução da Porta de Ishtar (Museu Pergamon, Berlim).

Ishtar (DIŠTAR 𒀭𒌋𒁯) é a deusa dos acádios ou Nammu, dos antecessores sumérios, cognata da deusa Asterote dos filisteus, de Isis dos egípcios, Inanna dos sumérios e da Astarte dos fenícios. Mais tarde esta deusa foi assumida também na Mitologia Nórdica como Easter - a deusa da fertilidade e da primavera.

É irmã gêmea de Shamash e filha do importante deus Lua - Sin, e é representada pelo planeta Vênus.

Considerado uma das maravilhas do mundo, o Portão de Ishtar da Babilônia, foi transportado para um museu na Europa, o Museu Pergamon de Berlim. Uma réplica foi construída no Iraque.

Rituais

Todo o culto aos deuses é feito por rituais. Ishtar tinha alguns rituais de caráter sexual, uma vez que era a deusa da fertilidade, outros rituais relacionava-se a libações e outras ofertas corporais.

Um ritual importante ocorria no equinócio da primavera, onde os participantes pintavam e decoravam ovos (símbolo da fertilidade) e os escondiam e enterravam em tocas nos campos. Um resquício por trás desse antigo ritual talvez seja o dos ovos de Páscoa, embora não exista uma prova concreta associando os dois rituais. De qualquer forma, em muitas culturas o ovo é considerado um símbolo de fertilidade.
Ver também
Potnia Theron
Inanna
Deusa mãe
Nammu
Tiamat

veMitologia acadiana

veMitologia suméria


Marduque
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Marduque





Desenho de Marduk e o seu dragão em documentos babilónicos
Nota: Se procura por outros significados de Marduk ou Marduque, veja Marduk (desambiguação).

Marduque, Marduk ou Merodaque, como é apresentado na Biblia, é um deus protector da cidade da Babilónia, pertencente a uma geração tardia de deuses da antiga Mesopotâmia. Era filho de uma relação incestuosa entre Enki e Ninhursag. Foi pai de Dumuzi (que seria o bíblicoTamuz) que corresponde ao deus egipcio Osíris. A sua consorte era Sarpanitu. Possuía quatro olhos e ouvidos (via e ouvia tudo), e de sua língua saía uma chama; apesar de tudo, era considerado muito belo.

Com a ascensão da Babilónia à capital da coligação de estados do Eufrates, sob a liderança do Rei Hamurabi (2250 a.C.), torna-se também o deus supremo do panteão de deuses mesopotâmicos, foi a ele que os outros deuses confiaram o poder supremo devido à vitória sobre a deusa Tiamat, personificada num monstro ou caos primordial, divide o seu corpo em duas partes, com as quais forma o céu (onde coloca os astros) e a terra (onde estabelece a residência dos principais deuses).

Os deuses queixam-se, porém, de não terem quem os adore, pelo que Marduque cria o homem, para que os povos da terra os adorem e lhe levantem templos. Podemos encontrar referências ao deus Marduque nos parágrafos de abertura e finalização do Código de Hamurabi, o mais famoso código legislativo da Antiguidade

Marduque é chamado de Merodaque pelos hebreus (Isaías 39:1; Jeremias 50:2; II Reis 25:27).

Marduk foi declarado, por volta de 2000 a.C., Deus Supremo da Babilônia e dos Quatro Cantos da Terra, após vencer disputa entre os deuses pelo controle da Terra. Marduk não se conformava, pelo fato de a família de seu tio Enlil e seus primos Nannar-Sin e Ninurta não deixar seu pai Enki ser o supremo entre os deuses.

Índice
1 Enuma Elish
2 Interpretações do mito
3 Marduk na cultura popular contemporânea
4 Ver também
5 Referências

Enuma Elish
Ver artigo principal: Enuma Elish

Enuma Elish é um poema épico da antiga Babilônia sobre o mito da criação, escrito em sete tábuas de argila. O Enuma Elish consiste na superiorização de Marduk sobre os restantes deuses da Mesopotâmia, mais particularmente sobre a serpente dona dos mares,Tiamat. O texto é também uma alusão à constante luta entre a Ordem e o Caos, sendo que Marduk representa a luz e a ordem, e Tiamat representa a obscuridade e o caos.

Pelo texto, sabemos que:
Ea introduz Marduk na luta contra Tiamat depois que Anu declara-se incapaz de lutar[1].
O conselho dos deuses "do bem" reconhece Marduk como seu campeão e rei[2].
Marduk derrota Tiamat e os onze monstros criados por ela[2].
Marduk reorganiza o mundo, separando o céu da terra[2]
Marduk fez o Homem a partir do sangue de Kingu, segundo marido de Tiamat [3]
Há que se diferenciar o Marduk do Enuma Elish do Marduk filho de EA/ENKI. O Marduk do Enuma Elish é o mesmo Demiurgo Criador ou outro, um Deus filho de outro Deus e que recebeu o nome em homenagem ao Demiurgo.
Interpretações do mito

Na mitologia babilônica a morte de Tiamat pelo deus Marduk, que divide seu corpo em dois, é considerada um grande exemplo de como correu a mudança de poder da sociedade matriarcal ao patriarcado: "Tiamat, a Deusa Dragão do Caos e das Trevas, é combatida por Marduk, deus da Justiça e da Luz. Isto indica a mudança do matriarcado para o patriarcado que obviamente ocorreu"[4]. A mitologia grega também apresenta Apolo matando Píton, e dividindo seu corpo em dois, como uma ação necessária para se tornar dono do oráculo de Delfos [5][6].
Marduk na cultura popular contemporânea
Uma banda sueca de Black metal se chama Marduk.
Marduk (e também Tiamat) aparece no episódio "I am the city" da série animada The Real Ghostbusters. Marduk agia como um herói em New York, até que o grupo percebeu que sua presença na Terra atraía a de Tiamat, o que era um problema. Apesar de Tiamat ser contraditoriamente descrita como viva, a aparência de Marduk é fiel à descrita no Enuma Elish.
Marduk também pode ser visto como um instituto, no anime Neon Genesis Evangelion
Tiamat é uma figura vista no desenho Caverna do Dragão em vários episódios.
No game "Indiana Jones e a Máquina Infernal" Marduk foi quem inspirou os homens a construirem a Torre de Babel, o prédio que abrigava a tal máquina infernal do título. Essa máquina abria um portal tornando possível a invasão de Marduk na Terra. O Russos estão na corrida pelas peças dessa máquina contra Indiana Jones. No final Indiana Jones encontra Marduk.
No Game Ragnarok Online, Marduk é um Monstro de Fogo que é encontrado na Esfinge
No game Bakugan, o vilão principal se chama Marduk.
Ver também
Babel
Torre de Babel
Templo de Marduk
Referências

Enuma Elish, Tábua 2
a b c Enuma Elish, Tábua 4
Enuma Elish, Tábua 6
Gateways to Babylon
Prodema
Goddess-Pages


veMitologia acadiana
AdadApkalluIshtarMardukShamash


Barsoom



Capa da primeira edição de Princess of Mars (1917)
Livros
A Princess of Mars (1917)
The Gods of Mars (1918)
The Warlord of Mars (1919)
Thuvia, Maid of Mars(1920)
The Chessmen of Mars (1922)
The Master Mind of Mars (1928)
A Fighting Man of Mars (1931)
Swords of Mars (1936)
Synthetic Men of Mars (1940)
Llana of Gathol (1948)
John Carter of Mars (1964)
Autor Edgar Rice Burroughs
Título original Barsoom series
Idioma original inglês
Gênero ficção científica


Barsoom é o nome de uma série literária de ficção científica composta por 11 livros, criada por Edgar Rice Burroughs, escritor mais conhecido pela série literária Tarzan dos Macacos[1], Burroughs idealizou a primeira história da série em 1911, no ano seguinte iniciou a publicação na revista pulp All-Story com o título Under the Moons of Mars, em 1917 Burroughs reuniu os textos publicados em All Story em um livro, no livro foi usado um novo título A Princess of Mars[2].

A série conta as aventuras de John Carter, um veterno da Guerra Civil Americana que é misteriosamente transportado para o Planeta Marte (chamada de Barsoom pelos próprios habitantes do planeta)[2].


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