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segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Epistemologia Genetica de Jean Piaget








Epistemologia Genética de Jean Piaget
Epistemologia genética
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Fonte: 
http://pt.wikipedia.org/wiki/Epistemologia_gen%C3%A9tica

A Epistemologia Genética é a teoria desenvolvida por Jean Piaget (nascido na Suiça), e consiste numa síntese das teorias então existentes, o apriorismo e o empirismo

Piaget não acredita que o conhecimento seja inerente ao próprio sujeito, como postula o apriorismo, nem que o conhecimento provenha totalmente das observações do meio que o cerca, como postula o empirismo.

Para Piaget, o conhecimento é gerado através de uma interação do sujeito com seu meio, a partir de estruturas existentes no sujeito.

 Assim sendo, a aquisição de conhecimentos depende tanto das estruturas cognitivas do sujeito como de sua relação com os objetos. 

Durante sessenta anos, Jean Piaget coordenou projetos de pesquisas, que deram base à compreensão contemporânea do desenvolvimento infantil. 

Piaget estava interessado em investigar como o conhecimento se desenvolvia nos humanos. 

Piaget fez sua formação inicial em Biologia e por isso alguns conceitos desta disciplina influenciaram sua teoria e descobertas sobre o desenvolvimento infantil.

Índice
1 Estrutura e aprendizagem
2 Estágios do Desenvolvimento
3 Etimologia da Palavra

Estrutura e aprendizagem

Na concepção piagetiana, a aquisição de conhecimento só ocorre mediante a consolidação das estruturas de pensamento e portanto sempre se dá após a consolidação do esquema que a suporta, da mesma forma a passagem de um estágio a outro depende da consolidação e superação do anterior.

Para Piaget, o desenvolvimento ocorre de forma que as aquisições de um período sejam necessariamente integradas nos períodos posteriores.

Sua teoria depende de 4 elementos:

1. Maturação do sistema nervoso central
2. Experiências físicas e lógico-matemáticas
3. Transmissão social
4. Equilibração das estruturas cognitivas

Estágios do Desenvolvimento

De 0 a 1 ½ ou 2 anos: Sensório-motor
De 1 ½ ou 2 anos até 6 ou 7 anos: Pré-operatório
De 7 ou 8 anos até 11 ou 12 anos: Operatório concreto
De 11 ou 12 anos em diante: Operatório formal


Sensório-Motor
A criança busca adquirir coordenação motora e aprender sobre os objetos que a rodeiam.
. Período mais elementar
. Período em que a criança capta o mundo pelas sensações;
. O bebe pequeno inicialmente não separa o eu do objeto
. É como se ele e o mundo fosse uma coisa só

Pré-Operatório
A criança adquire a habilidade verbal e simbólica. Nesse estágio, ela inicia a nomear objetos e raciocinar intuitivamente, mas ainda não consegue realizar operações propriamente lógicas:
. Fase bastante egocêntrica
. Realiza representações mentais de objetos

Operatório Concreto
A criança começa a formar conceitos como os de número e classes.
Possui lógica consistente e habilidade de solucionar problemas concretos.

Operatório Formal
O adolescente começa a raciocinar de forma lógica com enunciados puramente verbais (hipóteses)
. raciocínio hipotético-dedutivo
. deduções lógicas sem o apoio de objetos concretos
. refletir para além do real presente
. refletir sobre possibilidades
. fazer planos
. elaborar “teorias”
. construir “sistemas”
. pensar sobre o próprio pensamento.

Etimologia da Palavra
epistemo = conhecimento
logia = estudo
gené = hereditariedade
tica = técnica

epistemologia = (filosofia): reflexão geral em torno da natureza, etapas e limites do conhecimento humano (...); teoria do conhecimento; (Derivação) estudo dos postulados, conclusões e métodos dos diferentes ramos do saber científico, ou das teorias e práticas em geral, (...); teoria da ciência.

genética = (biologia, medicina): ciência voltada para o estudo da hereditariedade, bem como da estrutura e das funções dos genes; (biologia): estudo das inter-relações das características genéticas e ecológicas das espécies ou populações de seres vivos.

Desta forma, "Epistemologia Genética" expressa a idéia de busca pelo entendimento científico da perpetuação do conhecimento expressada pelos seres vivos e sua evolução.

Se epistemologia é uma palavra recente, sintetizada a partir de radicais (epistem- + -o- + -logia ), enquanto genética é uma nova área do conhecimento em plena expansão (principalmente após a recente descoberta da estrutura do ácido nucleico em Dupla Hélice), epistemologia genética é um termo utilizado em contexto científico, semelhante a epistemologia; já genética tem expressão cotidiana em novelas, jornais e revistas, científicas e populares.

Ver também Teoria cognitiva

Para saber mais, clique em Mais informações, abaixo:



Jean Piaget
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Fonte: 
http://pt.wikipedia.org/wiki/Jean_Piaget

Jean Piaget
Busto de Jean Piaget
Nome completo Jean William Fritz Piaget
Nascimento 9 de agosto de 1896
Neuchâtel, cantão de Neuchâtel
Suíça
Morte 16 de setembro de 1980 (84 anos)
Genebra, Suíça
Suíça
Nacionalidade Suíça
Ocupação epistemólogo, psicólogo
Magnum opus A Epistemologia Genética
Escola/tradição Universidade de Genebra

Sir Jean William Fritz Piaget (Neuchâtel, 9 de agosto de 1896 - Genebra, 16 de setembro de 1980) foi um epistemólogo suíço, considerado o um dos mais importantes pensadores do século XX. Defendeu uma abordagem interdisciplinar para a investigação epistemológica nota 1 e fundou a Epistemologia Genética, teoria do conhecimento com base no estudo da gênese psicológica do pensamento humano.1

Estudou inicialmente biologia na Universidade de Neuchâtel onde concluiu seu doutorado, e posteriormente se dedicou à área de Psicologia, Epistemologia eEducação. Foi professor de psicologia na Universidade de Genebra de 1929 a 1954, e tornou-se mundialmente reconhecido pela sua revolução epistemológica. Durante sua vida Piaget escreveu mais de cinqüenta livros e diversas centenas de artigos.

Piaget também teve um considerável impacto no campo da ciência da computação.Seymour Papert usou o trabalho de Piaget como fundamentação ao desenvolver alinguagem de programação Logo.2 Alan Kay usou as teorias de Piaget como base para o sistema conceitual de programação Dynabook, que foi inicialmente discutido em Xerox PARC. Estas discussões levaram ao desenvolvimento do protótipo Alto, que explorou pela primeira vez os elementos do GUI, ou Interface Gráfica do Usuário, e influenciou a criação de interfaces de usuário a partir dos anos 1980.

Em 1919, viaja para Paris e começa a trabalhar no Instituto Jean-Jacques Rousseau, quando publica os primeiros artigos sobre a criança. O nascimento dos filhos (1925-1931) amplia o convívio diário com a "criança pequena" e possibilita o registro de observações que geram novas hipóteses sobre as origens da cognição humana. Durante sua estadia em Paris, Piaget conhece Théodore Simon, que o convida a padronizar os "testes de raciocínio de Cyril Burt, desenvolvidos nos Estados Unidos, experiência que lhe permitiu delimitar um campo de estudos empíricos: o pensamento infantil e o raciocínio lógico. Como resultado desse trabalho, Piaget é convidado para o cargo de coordenador de pesquisas do Instituto, função que inclui a "Maison des Petits" (Casa das crianças).1

Índice
1 Vida e obra
2 A teoria dos estágios (1940 a 1945)
3 Educação: uma nova filosofia
4 Objeto de estudo de Piaget e principais contribuições
5 Homenagens internacionais
6 Publicações em português da obra de Jean Piaget
6.1 Como autor principal
6.2 Em co-autoria com Bärbel Inhelder
6.3 Em co-autoria com Paul Fraisse
6.4 Em co-autoria com Rolando Garcia
6.5 Outras co-autorias
7 Ver também
8 Referências
9 Notas
10 Ligações externas

Vida e obra

Filho de Arthur Piaget, professor de língua e literatura medievais, e de Rebecca Suzane, uma das primeiras socialistas suíças, Piaget vive sua infância e adolescência em Neuchâtel onde, aos onze anos de idade (1907), publica o primeiro relato sobre um pardal albino.34 Nesse mesmo ano, torna-se auxiliar de Paul Godet, especialista em malacologia e diretor do Museu de História Natural da cidade.1Aos catorze anos, o jovem Piaget ingressa no "Clube dos Amigos da Naturezanota 2 e em 1911 escreve os primeiros artigos sobre "taxionomia malacológica" para revistas especializadas.5

Influenciado por sua mãe, Piaget frequenta a Igreja Independente de Neuchâtel (protestante) no mesmo ano em que inicia a leitura da obra de Henri Bergson, que o influenciou de maneira duradoura, e é envolvido por leituras variadas de filosofia e psicologia. Assiste às aulas de lógica, metodologia científica e psicologia. Confuso, Piaget vive um momento que opõe religião e ciência e se vê impelido a escolher: "(...) a ou o conhecimento?".

Na filosofia de Bergson, busca um caminho possível para o conhecimento científico e a análise crítica da origem do conhecimento e descobre a epistemologia.5

Em um contexto de guerra (1915), Piaget conclui os estudos secundários, ingressa na Faculdade de Ciências da Universidade de Neuchâtel e publica A Missão da Ideia. Filia-se à Federação Socialista Cristã, em 1917. Em 1918, obtém o bacharelado em ciências naturais para, em seguida, finalizar a sua tese: Introdução à Malacologia da Região do Valais.1

Entre 1915 e 1917, problemas de saúde o obrigam a estadias em Leysin. Piaget retoma, então, o dilema entre ciência e fé e, em 1918, escreve o romance filosófico e autobiográfico: Recherche - ("expressão que em frances tem um duplo sentido - "busca" e "pesquisa").1

Nesse período, Piaget busca uma formação em psicologia e vai para Zurique. Lá, conhece Eugène Bleuler, então diretor em uma clínica psiquiátrica, e seu assistente Carl Gustav Jung. A perspectiva psicanalítica não o entusiasma e, em 1919, retoma seus estudos em malacologia e viaja para Paris. Na Sorbonne, conhece grandes nomes da psicologia e psicopatologia como Pierre Janet e Léon Brunschvicg. A estadia em Paris (1919-1921) se revela importante especialmente pelo encontro com Théodore Simon, que lhe possibilita investigar o pensamento infantil, e descobre na criança pequena uma forma própria de raciocínio. Estas pesquisas resultam na publicação de três artigos. Suas primeiras pesquisas em psicologia, como coordenador do Instituto Jean-Jacques Rousseau, resultam em um ciclo de cinco publicações: A linguagem e o pensamento na criança (1923); O raciocínio da criança (1924); A representação do mundo na criança (1926); A causalidade física na criança (1927); e O julgamento moral na criança (1931). Esta fase, sobretudo por apresentar a criança como sujeito da razão, "ainda que de uma razão própria"1 , desperta interesse de estudiosos e Piaget é convidado para expor suas ideias em universidades europeias e norte-americanas. Logo a seguir, Piaget participa de um Congresso Internacional de Psicanálise, em Berlim, com um trabalho sobre "o pensamento simbólico infantil". Com o livro A linguagem e o pensamento na criança Piaget apresenta um quadro do processo de aprendizado infantil. Qualificada como uma “coletânea de estudos preliminares”, tornou-se o início de uma obra influente sobre o desenvolvimento humano.6

Além de suas pesquisas, Piaget mantém atividades como professor e assume as cadeiras de "Filosofia da Ciência, de Psicologia e de Sociologia" na Universidade de Neuchâtel. Em 1929, assume também a cadeira de "História do Pensamento Científico", e continua ensinando "Psicologia da Criança" no Instituto Jean-Jacques Rousseau. É também nesse ano que Piaget assume a direção do Bureau International de L'Education, vinculado à Unesco. A década de 1920 é representativa, também, na vida pessoal de Piaget. Em 1924, casa-se com Valentine Châtenay, com quem tem três filhos: Jacqueline (1925), Lucienne (1927) e Laurent (1931).1

A teoria dos estágios (1940 a 1945)

Através da minuciosa observação de seus filhos e principalmente de outras crianças, Piaget impulsionou a Teoria Cognitiva, onde propõe a existência de quatro estágios de desenvolvimento cognitivo no ser humano: o estágio sensório-motor, pré-operacional (pré-operatório), operatório concreto e operatório formal. Piaget influenciou a educação de maneira profunda. Para ele as crianças só podiam aprender o que estavam preparadas a assimilar. Aos professores, cabia aperfeiçoar o processo de descoberta dos alunos.5

Nessa fase Piaget conclui suas pesquisas com Barbel Inhelder e Alina Szeminskanota 3 e investiga a gênese psicológica das "estruturas do pensamento" nas diversas áreas do conhecimento científico, diferentemente do estudo do pensamento infantil - a partir de sua expressão verbal - nos anos 1920. Agora, as entrevistas propõem problemas concretos e envolvem a possibilidade de a criança agir sobre os objetos, manipulando brinquedos, massinha de modelar, líquidos, flores.5

Esses estudos abrangem temas diversos e resultam, cada qual, em uma publicação: O desenvolvimento das quantidades físicas(1941) - estuda os "invariantes físicos": massa, peso, volume; A gênese do número (1941); A noção de tempo na criança (1946); A geometria espontânea na criança (1948); A representação do espaço na criança (1948); e, entre tantos, destaca-se no período A gênese das estruturas lógicas elementares (1959) - que focaliza classificação e seriação, e Da lógica da criança à lógica do adolescente (1955) - que trata das "operações formais". O experimento com as crianças e os vários temas abordados são definidos a partir de uma discussão epistemológica em torno de cada uma das noções científicas estudadas. Nesse processo, as diferenças individuais entre uma criança e outra não é destacado, mas sim o processo de desenvolvimento das "estruturas operatórias" que caracterizam o pensamento científico. Convicto de que o desenvolvimento intelectual dá-se em estágios determinados, Piaget aborda em seus livros temas como as “estruturas operatórias” e demonstra o "sujeito epistêmico" como sendo o conjunto de características comuns a todas as crianças de um mesmo estágio de desenvolvimento.

Piaget continua atuando como professor de Psicologia experimental e Sociologia na Universidade de Lausanne (1938-1951) e naUniversidade de Genebra (Psicologia Experimental), quando sucede Edouard Clapèrede (1940). Durante a Segunda guerra mundial(1942), ministrou no Collège de France conferências que foram depois reunidas na publicação “A psicologia da inteligência” (1947).

Em 1950, pública sua primeira síntese epistemológica - “Introdução à Epistemologia Genética” em três volumes: O pensamento matemático (volume I), O pensamento físico (volume II), e O pensamento biológico, psicológico e sociológico (volume III). Na mesma década, a partir da criação do Centro Internacional de Epistemologia Genética (CIEG) em 1955, intensifica o estudo e a investigação interdisciplinar, com a colaboração de pesquisadores de diversas áreas do conhecimento (lógica, física, matemática, psicologia,biologia, sociologia, epistemologia) e promove discussões acerca dos diversos pontos de vista e pesquisas com crianças. O resultado desse esforço é reunido nos Estudos de Epistemologia Genética, publicados anualmente entre 1955 e 1980.7

Educação: uma nova filosofia

Na educação, Piaget utiliza sua “teoria dos “estágios” para contrapor o ensino tradicional, autoritário, herdado do século XIX. A Escola Nova critica, sobretudo no início do século XX, o ensino onde “o professor dita e o aluno copia e repete” – Paulo Freire chama-o de “educação bancária”. Na medida em que critica essa educação tradicional, Piaget é interpretado equivocadamente como um não “diretivista”, um “espontaneísta”.8 A ideia piagetiana de interação não foi aceita nos moldes da escola tradicional.

A partir da trilogia: O nascimento da inteligência na criança; A construção do real na criança; A formação do símbolo na criança - Piaget relata seus estudos sobre o desenvolvimento cognitivo para demonstrar que "a capacidade cognitiva humana nasce e se desenvolve, não vem pronta". Dessa forma, marca oposição ao behaviorismo por um lado, e à Gestalt por outro, quando afirma que o conhecimento tem origem na interação "sujeito-objeto".nota 4 A ideia piagetiana de capacidade cognitiva, então, propõe que o conhecimento não nasce no sujeito, nem no objeto, mas origina-se da interação "sujeito-objeto".9
Objeto de estudo de Piaget e principais contribuições

Piaget desenvolveu em suas pesquisas a teoria da construção do conhecimento, mais conhecida como Epistemologia genética, seu foco principal foi o sujeito Epistemológico o qual foi estudado pelo método clínico desenvolvido pelo próprio Piaget. A teoria explica como o conhecimento é adquirido e montado em nossa psiquê, desde a primeira infância até a maturescência humana. A obra deste estudioso é reconhecida em todo mundo, pois contribui para compreensão da formação e construção do intelecto.

Através desta teoria, diversas propostas de educação, diferenciadas para crianças em cada uma das fases, surgiram, todas com a pretensão de melhorar a educação através das características específicas de cada uma destas fases observadas, por Piaget, em seus estudos. Ao entender como acontece o processo de construção do conhecimento pode-se desenvolver métodos pedagógicos mais eficientes afim de aperfeiçoar ou substituir os sistemas de ensino já existentes. Como exemplo, um de seus alunos, Reuven Feuerstein, desenvolveu a Teoria da modificabilidade cognitiva estrutural. Esta afirma que a inteligência humana pode ser estimulada e que qualquer indivíduo, independente de idade e mesmo considerado inapto, pode adquirir a capacidade de aprender.

Homenagens internacionais

Piaget mantém seus compromissos internacionais junto ao Gabinete Internacional de Educação. Em 1952, é convidado para ensinar na Sorbonne - ocasião em que trata, entre outros, do tema das relações entre inteligência e afetividade. Dois anos depois, assume a presidência da União Internacional de Psicologia Científica (1954-1957).

Em 1936, recebe o primeiro título de "doutor honoris causa" pela Universidade Harvard. A Sorbonne e a Universidade Federal do Rio de Janeiro - 1946 e 1949, respectivamente - lhe conferem o mesmo título, ato que se repete por mais de trinta universidades em todo o mundo.1


Publicações em português da obra de Jean Piaget

Como autor principal
A Construção do Real na Criança. Trad. Álvaro Cabral. Rio de Janeiro: Zahar, 1970. 360 p.
A Epistemologia Genética e a Pesquisa Psicológica. Rio de Janeiro: Freitas Bastos, 1974.
A Epistemologia Genética. Trad. Nathanael C. Caixeira. Petrópolis: Vozes, 1971. 110p.
A Equilibração das Estruturas Cognitivas. Problema central do desenvolvimento. Trad. Álvaro Cabral. Rio de Janeiro: Zahar, 1976.
A Evolução Intelectual da Adolescência à Vida Adulta. Trad.Fernando Becker e Tania B.I. Marques. Porto Alegre: Faculdade de Educação, 1993. Traduzido de: Intellectual Evolution from Adolescence to Adulthood. Human Development, v. 15, p. 1-12, 1972.
A Formação do Símbolo na Criança. Imitação, jogo e sonho, imagem e representação. Trad. Alvaro Cabral. Rio de Janeiro: Zahar, 1971.
A Linguagem e o Pensamento na Criança. Trad. Manuel Campos. Rio de Janeiro: Fundo de Cultura, 1959. 307 p.
A Noção de Tempo na Criança. Rio de Janeiro: Distribuidora Record, (s.d.).
A Origem da Ideia do Acaso na Criança. Rio de Janeiro: Distribuidora Record, (s.d.).
A Práxis na Criança. In.: Piaget. Rio de Janeiro: Forense, 1972.
A Psicologia da Inteligência. Trad. Egléa de Alencar. Rio de Janeiro: Fundo de Cultura, 1958. 239 p.
A Representação do Mundo na Criança. Rio de Janeiro: Distribuidora Record, [s.d.].
A Situação das Ciências do Homem no Sistema das Ciências. Trad. Isabel Cardigos dos Reis. Amadora: Bertrand, Vol. I, 1970. 146 p.
A Vida e o Pensamento do Ponto de Vista da Psicologia Experimental e da Epistemologia Genética. In.: Piaget. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1972.
Abstração Reflexionante: Relações lógico-aritméticas e ordem das relações espaciais. Trad. Fernando Becker e Petronilha G. da Silva, Porto Alegre: Artes Médicas, 1995.
Aprendizagem e Conhecimento. Rio de Janeiro: Freitas Bastos, 1979.
Biologia e Conhecimento. Trad. Francisco M. Guimarães. Petrópolis: Vozes, 1973. 423p.
Conversando com Jean Piaget. Rio de Janeiro: Difel, 1978.
Da Lógica da Criança à Lógica do Adolescente. São Paulo: Pioneira, 1976.
Ensaio de Lógica Operatória. São Paulo: Editora Globo/EDUSP, 1976.
Estudos Sociológicos. Rio de Janeiro: Forense, 1973.
Fazer e Compreender. Trad. Cristina L. de P. Leite. São Paulo: Melhoramentos; EDUSP, 1978. 186 p.
Gênese das Estruturas Lógicas Elementares. Trad. Álvaro Cabral. Rio de Janeiro: Zahar, 1970. 356 p.
Inconsciente Afetivo e Inconsciente Cognitivo. In.: Piaget. Rio de Janeiro: Forense, 1972.
O Estruturalismo. Trad. Moacir R. de Amorim. São Paulo: Difel, 1970. 119 p.
O Juízo Moral na Criança. São Paulo:Summus, 1994. 302 p.
O Julgamento Moral na Criança. São Paulo: Mestre Jou, 1977.
O Nascimento da Inteligência na Criança. Trad. Alvaro Cabral. Rio de Janeiro: Zahar, 1970. 387p.
O Possível e o Necessário. Evolução dos necessários na criança. Porto Alegre: Artes médicas, v. 2, 1986.
O Raciocínio na Criança. Trad. Valerie Rumjanek Chaves. Rio de Janeiro: Record, 1967. 241p.
O Trabalho por Equipes na Escola: bases psicológicas. Trad. Luiz G. Fleury. Revista de Educação. São Paulo: Diretoria do Ensino do Estado de São Paulo. vol. XV e XVI, 1936. p. 4-16.
Para Onde Vai a Educação? Trad. Ivete Braga. Rio de Janeiro: José Olympio, 1973. 89 p.
Psicologia e Epistemologia: Por uma teoria do conhecimento. Trad. Agnes Cretella. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1973. 158 p.
Psicologia e Pedagogia. Trad. Dirceu A. Lindoso; Rosa M.R. da Silva. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1970. 182 p.
Sabedoria e Ilusões da Filosofia. Trad. Zilda A. Daeir. São Paulo: Difusão Européia, 1969. 200 p.
Seis Estudos de Psicologia. Trad. Maria A.M. D'Amorim; Paulo S.L. Silva. Rio de Janeiro: Forense, 1967. 146 p.
Tratado de Psicologia Experimental: A inteligência. Trad. Alvaro Cabral. Rio de Janeiro: Forense, v. 7, 1969.
Em co-autoria com Bärbel Inhelder
A Psicologia da Criança. Trad. Octavio M. Cajado. São Paulo: Difel, 1968. 146 p.
Memória e Inteligência. Trad. Alexandre R. Salles. Rio de Janeiro: Artenova, [s.d.]; Brasília: Ed. Universidade de Brasília, 1979. 410 p.
O Desenvolvimento das Quantidades Físicas na Criança. Conservação e atomismo. Trad. Christiano M. Oiticica. Rio de Janeiro: Zahar. 1970. 359 p.
A Imagem Mental na Criança.Trad.António Couto Soares.Porto:Livraria Civilização-Editora.1977.525p.
Em co-autoria com Paul Fraisse
Tratado de Psicologia Experimental: A percepção. Trad. Eliseu Lopes. Rio de Janeiro: Forense, v. 6, 1969.
Tratado de Psicologia Experimental: Aprendizagem e memória. Trad. Agnes Cretella. Rio de Janeiro: Forense, v. 4, 1969. 300 p.
Tratado de Psicologia Experimental: História e método. Trad. Agnes Cretella. Rio de Janeiro: Forense, v. 1, 1969. 188 p.
Tratado de Psicologia Experimental: Linguagem, comunicação e decisão. Rio de Janeiro: Forense, v. 8, 1969.
Tratado de Psicologia Experimental: Motivação, emoção e personalidade. Trad. Agnes Cretella. Rio de Janeiro: Florense, v. 5, 1969.
Tratado de Psicologia Experimental: Psicofisiologia do comportamento. Trad. Agnes Cretella. Rio de Janeiro: Forense, v. 3, 1969. 163 p.
Tratado de Psicologia Experimental: Psicologia social. Rio de Janeiro: Florense, v. 9, 1970.
Tratado de Psicologia Experimental: Sensação e motricidade. Trad. Agnes Cretella. Rio de Janeiro: Florense, v. 2, 1969. 158 p.
Em co-autoria com Rolando Garcia
Psicogênese e História das Ciências. Trad. Giselle Unti. Petrópolis: Vozes, 2011, 376 p.
Outras co-autorias
Com Louis Meylan e Pierre Bovet:
Edouard Claparède: A escola sob medida e estudos complementares sobre Claparède e sua doutrina.Trad. Maria Lúcia E. Silva. Rio de Janeiro: Fundo de Cultura, 1973. 246 p.
Com A. Szemninska:
A Gênese do Número na Criança.Trad. Christiano Monteiro Oiticia. Rio de Janeiro: Zahar, 1971. 331 p.
Com vários:
A Tomada da Consciência. Trad. Edson B. de Souza. São Paulo: Melhoramentos e EDUSP, 1977. 211 p.
Educar para o Futuro. Trad. Rui B. Dias. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 1974. 110 p.
Problemas de Psicolingüística. Trad. Alvaro Cabral. São Paulo: Mestre Jou, 1973. 252p.

Ver também

Referências
Colinvaux, Dominique "Pensador rigoroso, homem afável". Revista Educação - História da Pedagogia, nº 1, pgs. 6-19. Editora Segmento. São Paulo (2010)
 "A Informática Aplicada Na Educação" - Brasil Escola
 Universidade Federal do Rio Grande do Sul - "Um pardal albino - Jean Piaget"
 Vidal, Fernando. "Piaget antes de ser Piaget". Tradução de Pablo Manzano. Editora Morata. Madrid, Espanha. (1998)
 Revista Educação - História da Pedagogia, nº 1, pgs. 1-35. Editora Segmento. São Paulo (2010)
 Nosso Tempo, vol. I, pg. 171 – “Como as crianças aprendem”. Klick Editora (1995)
 Revista Educação - História da Pedagogia, nº 1, pgs. 16. Editora Segmento. São Paulo (2010)
 "Se o diretivismo entende que o professor ensina e o aluno aprende, o não diretivismo põe o ensino na berlinda e passa a pregar que a criança aprende por si mesma." Becker, Fernando: “Inteligência e Aprendizagem”. Revista Educação – História da Pedagogia”, edição 1, pgs. 22-35. Editora Segmento. São Paulo.
Revista Educação -História da Pedagogia 1: "Jean Piaget - principais teses", por Fernando Becker. Pgs. 22-35. editora Segmento. São Paulo.

Notas
Em sessenta anos de pesquisa, apoiado em dados empíricos de observação e registro das centenas de entrevistas conduzidas com crianças, Piaget atravessa as fronteiras da psicologia e da filosofia reunindo contribuições da história da matemática, da física e da própria lógica para demonstrar que cada conceito tem lugar e função específicos.
Jump up↑ Um grupo de naturalistas amadores com o objetivo voltado para a formação científica de alunos secundaristas.
Jump up↑ Em 1932, começa a trabalhar sobre as quantidades físicas de massa, peso e volume e sobre a noção de número e inicia as pesquisas sobre as relações entre espaço e tempo.
Jump up↑ A Gestalt considera que essa capacidade é determinada a "priori" (apriorismo). O behaviorismo atribui ao meio a sua determinação.

Ligações externas

O Wikiquote possui citações de ou sobre: Jean Piaget
Conhecimento prévio (em português) - Revista Nova Escola
Piaget – Esquemas de ação (em português) - Revista Nova Escola
O sujeito epistêmico de Piaget (em português) - Revista Nova Escola
Traduções de alguns textos de Jean Piaget
Piaget: Notas para uma Teoria Construtivista da Inteligência
"Jean Piaget, o biólogo que colocou a aprendizagem no microscópio" - Revista Nova Escola
"Jean Piaget - O cientista suíço revolucionou o modo de encarar a educação de crianças ao mostrar que elas não pensam como os adultos"outras línguas
Entrevista com Jean Piaget e Inhelder Bärbel por Elizabeth Hall (em inglês)
Arquivos Jean Piaget(em francês, inglês, castelhano e alemão)
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Archives Jean Piaget com bibliografia completa
Jean Piaget @ Teaching & Learning Developmental Psychology
Jean Piaget's Genetic Epistemology: Appreciation and Critique Robert Campbell (2002), sumário de seu trabalho e biografia
The Construction of Reality in the Child (1937)
Atividades de Piaget no International Bureau of Education
Atividades de Piaget na International Conference on Education
Genetic Epistemology by Jean Piaget (1968)
Comments on Vygotsky de Piaget (1962)
Piaget's Development Theory
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O modelo do sistema nervoso humano de acordo com as teorias de Piaget (francês)
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