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quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Hungaros Brasileiros

Húngaros Brasileiros





Húngaro-brasileiro ou magiar-brasileiro (em húngaro: Brazíliai magyarok) é um brasileiro com total, parcial ou predominante ascendência húngara, ou uma pessoa nascida na Hungria e radicada no Brasil.

Ainda que pessoas etnicamente húngaras vivam em todos os países da América do Sul, comunidades ativas e organizações húngaras existem apenas no Brasil, na Argentina, na Venezuela e no Uruguai

Dados oficias não são seguros por conta de grande variação de estimativas locais, mas se estima que entre 50 e 100 mil brasileiros tenham alguma ascendência húngara.

 Nos casos da Argentina e do Brasil, a discrepância entre estimativas pode ter se originado do fato de as diásporas húngaras nestes dois países terem se originado há mais de um século e meio, além do fato de a identidade étnica entre as gerações posteriores de descendentes de húngaros nestes dois países ser bastante vaga em muitos casos. 

Em termos de organização e coesão social, as comunidades húngaras mais fortes são as do Brasil e da Argentina.


Referências

Ir para cima↑ Húngaros no Brasil, Revista Época.

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Vagas para vendedores 2013






First Class contrata mais de 300 vendedoras para novas lojas e para Natal de 2013

A First Class, uma das maiores redes de franquia de venda de artigos de cama, mesa e banho do Brasil, acaba de inaugurar sete novas lojas.

 E, para compor o efetivo de vendedores, a rede iniciou processo seletivo para contratação de vendedoras. 

Além das vagas nas novas lojas, a rede também está iniciando processo seletivo para oportunidades temporárias no Natal. 

No total, são mais de 300 vagas em todo país.


Para concorrer às vagas, os candidatos devem ter responsabilidade, muita garra, determinação, vontade de aprender e de vencer. 

A escolaridade mínima é do ensino médio completo. 

O processo seletivo terá etapas de avaliação de currículo e entrevistas. 

Todos os selecionados passarão por um treinamento teórico e prático. 

A First Class oferece salário compatível com a função, vale-transporte e treinamento, além de um excelente ambiente de trabalho. 

Quem se destaca, tem chances de crescimento na empresa.

Os interessados devem enviar o currículo para o Departamento de RH no endereço: Av. das Américas, número 500, bloco 9, sala 124 – Barra da Tijuca – Rio de Janeiro – RJ - CEP:22640100, informando o cargo (Vendedor) em destaque no envelope. Quem quiser, pode enviar currículo pelo e-mail – curriculo@firstclass.com.br , mencionando o cargo no campo “assunto”.


Fonte: www.dablio3.com

Para saber mais, clique em Mais informações, abaixo.



HISTÓRICO - Inaugurada há 14 anos, a First Class vem apresentando crescimento representativo em seu segmento. Com 140 lojas no Brasil e uma no exterior (Angola), a empresa se destaca como uma das maiores redes de venda de produtos de cama, mesa e banho do país. Em 2013, a empresa conquistou três premiações em sua categoria: selo de Excelência em Franchising da Associação Brasileira de Franchising (ABF); Prêmio Alshop 2013, que tem voto popular; e selo PEGN – Pequenas Empresas Grandes Negócios. Em 2012, a marca conquistou cinco estrelas na categoria "casa, decoração e presente" e garantiu presença na edição da revista PEGN, que apresentou o ranking das “500 melhores franquias para você investir”, com a maior nota em satisfação de franqueados.



sábado, 19 de outubro de 2013

Fotografias podem mentir













FOTOGRAFIAS PODEM MENTIR
Fonte: http://www.revistacliche.com.br/2013/06/fotografias-podem-mentir/

Muitas vezes as pessoas não são tão belas quanto parecem nas fotos das redes sociais – nem tão estranhas quanto sugerem os retratos 3×4. Fotografias podem mentir. “As fotos não significam a realidade tal qual é, mas sim a realidade tal como foi criada com toda a carga intencional do fotógrafo, todo o aparato técnico envolvido e até mesmo com os olhos da cultura de quem a lê” (Ana Paula da Rosa).

A fotografia é, antes de tudo, uma visão de mundo. Uma opinião que o fotógrafo expressa através de suas escolhas. Ao enquadrar, ele decide qual parte da realidade vai mostrar, e qual vai esconder para sempre dos olhos do observador. Ao clicar, impõe o exato momento, a fração de segundo que será eternizada.

“Uma imagem é o que decidimos fazer dela. É sempre inerente a algo real e alguma forma de interpretação disto, imposta, manipulada, inferida ou deixada totalmente aberta” (Scott MacLeay)

Eliminando ou adicionando assuntos ao enquadramento, o fotógrafo torna a imagem menos verossimilhante, e mais próxima ao seu olhar pessoal. Da mesma maneira, ao clicar congela um breve instante, e seleciona apenas uma fatia da realidade.

As fotos das redes sociais são bonitas porque costumam captar somente o agradável: o lado vazio e relaxante do parque, a luz do sol, o sorriso. Ainda que naquele dia o parque estivesse cheio e barulhento, o céu quase nublado e os ânimos em baixa. Assim, somos levados a acreditar na realidade da foto, e não na realidade do dia.

Indo mais além, suponhamos que as pessoas da foto só vão juntas ao parque uma vez por mês. Nos demais dias trabalham, estudam, cuidam de suas vidas – mesmo que não fotografem tudo isso. A realidade gravada, a do parque, é uma exceção. Enquanto registro da vida dessas pessoas, será ela verdadeira?

Não obstante, existem ainda as questões técnicas. A câmera distorce formas, cores, proporções, quantidades de luz; e impossibilita a fotografia de ser fiel ao real. Utilizando uma lente que deforma o rosto, e a luz artificial de um flash, é claro que a foto 3×4 vai ficar esquisita.

A fotografia, contudo, não depende somente do fotógrafo e da câmera. A imagem não é completamente definida no momento do clique. Ela ganha significado quando interpretada pelo observador. Afinal de contas, analisamos uma fotografia a partir de nossas crenças, opiniões, lembranças. E, dessa maneira, a imagem desperta sensações.

“Nós somos o que sentimos. Nós não somos o que estamos vendo. Não somos nossos olhos, somos a nossa mente. As pessoas acreditam no que veem e isto está totalmente errado” (Duane Michals, a partir de artigo de Scott MacLeay)

Por tudo isso, é possível haver registros extraordinários de cenas triviais, e vice-versa. E é possível ter boas recordações a partir de imagens descompromissadas, ou memórias ruins através de belas imagens.

Fotografias podem mentir.
Autor: Guto Souza



GUTO SOUZA

Guto Souza nasceu e vive em Curitiba. Publicitário por formação e fotógrafo por paixão. Clica diferentes temáticas e linguagens em busca das suas próprias. Seus textos sobre Fotografia são publicados aos sábados, quinzenalmente.

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Os Suabios de Guarapuava

Os Suábios de Guarapuava ParanáEntre Rios (Guarapuava)
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Fonte: 
https://pt.wikipedia.org/wiki/Entre_Rios_(Guarapuava)
Coordenadas: 25°33'42.87"S 51°29'17.71"W
Entre Rios
— Distrito —

Estado Paraná
Município Guarapuava
Criado em 1951
Área
- Total 861,831
População
- Total (IBGE 2 000) 8,962
- Densidade 10,40/km2
Entre Rios é um distrito da cidade de Guarapuava, Paraná, localizado a 18 km da sede do município e composto por cinco colônias eslavo-germânicas2 . O local possui belezas naturais e uma interessante arquitetura, além disso, a população procura manter vivo seus traços culturais.3

Índice
1 História
2 Economia
3 As Colônias
4 Cidade irmã de Guarapuava por influência de Entre Rios
5 Ligações Externas
6 Referências
História

Brasão dos Suábios do Danúbio

No final da II Guerra Mundial, o regime comunista instalado no Leste europeu expulsou os suábios, povo de origem germânica que havia colonizado regiões da Hungria, Croácia e Romênia, que foram acolhidos provisoriamente na Áustria, entretanto, cansados de perseguições e guerras, os suábios decidiram partir da Europa, rumo a outros continentes em busca de um futuro melhor. Assim estão presentes na Austrália, Nova Zelândia, Estados Unidos, Canadá, Argentina e no Brasil.

Nesse sentido, foram abertas negociações entre o Brasil e a "“Ajuda Suíça a Europa", grupo que intermediava a imigração dos Suábios,” onde os governantes brasileiros indicaram inúmeras áreas, conforme suas intenções, que sequencialmente eram recusadas pelos imigrantes por não atenderem as suas expectativas, pois eram distantes de centros consumidores, das linhas férreas, ou possuíam solos inapropriados para produção agrícola, dentre outros motivos.

As terras em Guarapuava, após aprovada pelos imigrantes devido suas características climáticas próximas as das terras que ocupavam na Europa, foram negociadas com os antigos proprietários, entre eles o Deputado Antônio Lustosa de Oliveira.

Naquela época em sua maioria as propriedades eram dedicadas à pecuária e herdadas do antigo sistema de Sesmarias, sendo trocadas na negociação por terras na região norte do Paraná para cultivo de café, que naquele momento se encontrava no auge da sua rentabilidade no mercado.4

Para saber mais, clique em Mais informações, abaixo.



Foi então que em 1951, 500 famílias suábias ocuparam as terras em Guarapuava, onde fundaram as cinco colônias que formam o distrito de Entre Rios, trazendo sua experiência cooperativista e sua rica cultura, criaram um projeto de colonização e construíram uma história de trabalho árduo. Com sua vocação agrícola, transformaram a região num pólo de referência em qualidade e produtividade. Possuem maior maltaria da América Latina, uma fábrica de rações, um moinho de alta tecnologia, uma unidade esmagadora de soja, além de plantar cerca de 150.000 hectares no Paraná.5

Oficialmente, o distrito de Entre Rios foi criado através da lei estadual Nº 4583, de 27-06-1962, e anexado ao município de Guarapuava.6

Na área do distrito existe também um Quilombo denominado Invernada Paiol de Telha que se localiza nas proximidade da Colônia Socorro. A história desta comunidade se origina em 1860, quando a fazendeira Balbina de Siqueira doou 3,6 mil alqueires de sua propriedade a 11 escravos, de acordo com o testamento estas terras seriam invendáveis. A gleba de terra originalmente doada ao grupo pertence hoje ao município de Reserva do Iguaçu (PR), porém, foi expropriada e entregue por usucapião à Agrária, Cooperativa formada pelas família de agricultores Suábios.

Contudo, as famílias remanescentes ficaram 16 meses acampadas em frente à terra expropriada e acabaram sendo parcialmente assentadas numa área de 997 hectares no distrito de Entre Rios, próximo à sede da Cooperativa Agrária, recebendo este novo assentamento a mesma denominação da comunidade original. Mas ainda existem alguns herdeiros acampados em barrancos divididos em núcleos em Guarapuava, Pinhão e Reserva do Iguaçu.7

Economia

O comércio existente nas colônias atende parcialmente a demanda local, mas a maior parte da renda do distrito advém da Cooperativa Agrária Agroindustrial, que é a controladora da Agromalte responsável por 16% da produção nacional de malte de cevada, além de fábrica de rações, Farinha de trigo e óleo de soja.8

PRODUÇÃO INDUSTRIAL DA COOPERATIVA
PARÂMETROSANO DE 2009
COOPERADOS 544
COLABORADORES 969
ENTREPOSTOS 3
ARMAZENAGEM 671.000t
INDÚSTRIAS 4
FATURAMENTO BRUTO 1,1 BILHÕES DE REAIS

As Colônias

A organização espacial do distrito realizou-se com a divisão da população em cinco vilas distantes aproximadamente 5km uma da outra e dispostas em forma de ferradura ao lado da rodovia PR-170, elas receberam os nomes das cinco antigas fazendas que existiam na localidade e foram desapropriadas para fim de colonização.9
Foram formadas essas cinco colônias, porque se queria que as pessoas vivessem em comunidade, mas que também ficassem perto da propriedade em que eles iriam plantar.

O nome das vilas são:

Vitória (MAPA)
Cachoeira (MAPA)
Jordãozinho (MAPA)
Samambaia (MAPA)
Socorro (MAPA)

Plantação de Canola - Colônia Samambaia

Jardim de Infância - Colônia Vitória

Rio jordãozinho - Entre Rios
Choperia Artesanal - Colônia Cachoeira 
Sinalização em Português e Alemão - Colônia Vitória 
Arquitetura Típica - Colônia Jordãozinho 
Centro Cultural Mathias Leh - Colônia Vitória 
Museu Suábio - Centro Cultural Mathias Leh 
Café Colonial - Colônia Vitória 
Centro Comunitário - Colonia Cachoeira 
Pousada em Entre Rios

Cidade irmã de Guarapuava por influência de Entre Rios
Rastatt, Alemanha(Lei nº 14/1988)10

Ligações Externas
Página da Associação de Moradores para o Desenvolvimento de Entre Rios (em português)
Turismo Entre Rios Associados (em português)
Cooperativa Agrária Agroindustrial (em português)
Entre Rios no WikiMapia
Referências

 AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DA ÁGUA CONSUMIDA PELA POPULAÇÃO DO MUNICÍPIO DE GUARAPUAVA, PARANÁ. UNICENTRO. Página visitada em 12 de janeiro de 2011.
 Imigração suábia no Brasil faz 60 anos Portal de Notícias Gazeta dom Povo
 Guarapuava. Refúgio para quem procura descanso e lazer. Página visitada em 31 de dezembro de 2010.
 MEMÓRIAS SUÁBICAS: O PROCESSO DE COLONIZAÇÃO EM ENTRE RIOS PR. Periódicos UEM. Página visitada em 01 de Janeiro de 2011.
 História Local. Entre Rios - Um pedaço da Europa no Paraná. Página visitada em 31 de dezembro de 2010.
 Guarapuava. Biblioteca IBGE. Página visitada em 31 de dezembro de 2010.
 CULTURA: COMPANHIA AFRO KUDUN BALÊ SE APRESENTA NO BENTO MOSSURUNGA. Prefeitura Municipal de Castro. Página visitada em 31 de dezembro de 2010.
 Indústrias Agrária. Agrária em Números. Página visitada em 31 de dezembro de 2010.
 MEMÓRIAS SUÁBICAS: O PROCESSO DE COLONIZAÇÃO EM ENTRE RIOS PR. Periódicos UEM. Página visitada em 19 de Janeiro de 2011.
 Lei nº 14/1988. Prefeitura Municipal do Guarapuava. Página visitada em 14 de dezembro de 2010.
veBairros e distritos de Guarapuava

Portal do Brasil
Portal do Paraná

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Promoção de Aniversário First Class 2013

Promoção de Aniversário First Class 2013
Fonte: www.dablio3.com


Em outubro de 2013, a First Class, uma das maiores redes de cama, mesa e banho do Brasil, comemora 14 anos. 

Para celebrar a data, a empresa colocou os quatro produtos mais procurados pelos clientes em promoção. 


Toalha de Banho Buettner a partir de R$ 19,99, 
Jogo de Cama Casal em malha liso desde R$ 29,90, 
Jogo de Banho 5 peças a partir de R$ 69,99 e 
Jogo de cama em percal 200 fios desde R$ 79,99. 

A campanha entra no ar esta semana em todas as 120 lojas empresa no Brasil. A promoção vai até 25 de outubro de 2013.
 Vale conferir.

O Ensino Superior na visao de Simon Schwartzman

O ensino superior na visão
de Simon Schwartzman
20/07/2012 - 16:20
Fonte: http://www.unicamp.br/unicamp/noticias/2012/07/20/o-ensino-superior-na-visao-de-simon-schwartzman
Texto
Manuel Alves Filho
Imagens
Antoninho Perri
Edição de Imagens
Everaldo Silva







O sociólogo Simon Schwartzman





Integrante do time de intelectuais e especialistas reunidos para as atividades da 1ª Escola Zeferino Vaz de Educação Superior (eZVes), o sociólogo Simon Schwartzman demonstrou, mais uma vez, estar na ponta de lança do pensamento crítico acerca dos problemas enfrentados pelo ensino superior, notadamente o brasileiro. 

Na entrevista que segue, concedida ao Portal da Unicamp no intervalo entre duas conferências do evento, o atual diretor do Instituto de Estudos do Trabalho e Sociedade (IETS) falou sobre diversos assuntos, entre eles o possível fim da gratuidade no ensino público. 

Segundo ele, o atual modelo de financiamento se tornará inviável em médio prazo. “Eu sou defensor da cobrança pela educação, mas entendo que esse modelo tem que vir associado de mecanismos de concessão de bolsas ou de financiamento àqueles que querem estudar, mas não dispõem de recursos”, afirmou. E advertiu também: internacionalização não é um jogo para todos.

Para saber mais, clique em Mais informações, abaixo.



Como o senhor vê a questão da ampliação do acesso ao ensino superior no Brasil?
Nós últimos anos, tem ocorrido um aumento no número de matrículas no ensino superior. Gradativamente, a população tem ficado mais educada, mas temos duas barreiras que continuam limitando o crescimento do sistema. A dimensão do ensino médio ainda está longe do ideal, bem como a sua qualidade, que em boa parte é precária. A quantidade de pessoas capacitadas para entrar no ensino superior é pequena. Além disso, o Brasil não criou um sistema diferenciado de educação pós-secundária, como fez o Chile, que tem segmentos de ensino profissional e técnico, o que dá mais possibilidade de atendimento e de formação da população. Aqui, ou você faz a universidade convencional ou não tem alternativa.

Um tema muito discutido na Escola Zeferino Vaz foi o financiamento da universidade pública. Vários especialistas apontaram para o fim da gratuidade do ensino público. Trata-se de uma tendência irreversível?
Exceto em alguns países do Norte da Europa, considerados ricos, a discussão em torno do fim da gratuidade no ensino público vem se dando em todo o mundo. A tendência tem sido a de cobrar de pela educação, seja no momento em que se está fazendo o curso, seja depois, de forma a reduzir os custos. Eu sou defensor da cobrança, mas entendo que esse modelo tem que vir associado de mecanismos de concessão de bolsas ou de financiamento àqueles que querem estudar, mas não dispõem de recursos.

O senhor vê condições políticas para que essa mudança seja processada neste momento?
Não vejo condição política para isso ocorra atualmente. Nenhum partido político tem levantando essa discussão, nem mesmo os de oposição Por outro lado, vivemos uma situação em que o sistema federal está paralisado. O governo ofereceu um aumento salarial aos professores, que foi recusado pela categoria. Esse sistema é inviável em médio prazo. Os custos vão aumentando, enquanto a qualidade segue sendo muito desigual. Algumas instituições não justificam o que custam. A sociedade está pagando um preço crescente. O governo está consciente de que não pode colocar cada vez mais dinheiro nas universidades, pois precisa atender a outras demandas importantes. Assim como o sistema federal, o sistema paulista de educação superior também é inviável. O governo paulista não poderá continuar destinando cerca de 10% do ICMS para as universidades estaduais, que não chegam a atender 10% da demanda pelo ensino superior do Estado. Se no país 75% dos estudantes do ensino superior estão nas universidades particulares, em São Paulo esse índice alcança 90%. Em algum momento, a população vai perguntar o que está sendo feito com os 10% do ICMS que saem do bolso dela. A USP e a Unicamp estão bem nos rankings internacionais, mas o cidadão comum se pergunta: “e eu com isso?”.

O senhor acredita que a mudança no modelo de financiamento trará impactos positivos para a qualidade e contribuirá para ampliar o acesso ao ensino superior?
Com a mudança no financiamento, vai haver mais recursos para serem aplicados em salários, equipamentos etc. A tendência é que haja melhora na qualidade da educação. Já a questão do acesso, como disse, tem que ser lidada com a criação de financiamento ou subsídio para quem necessita. Você não pode criar um sistema no qual as pessoas que querem estudar não o façam porque não têm dinheiro. Isso é inadmissível. Ou seja, é preciso cobrar pela educação, mas também é preciso contemplar aqueles que querem estudar, mas não podem pagar.

Para alguns setores, esse é um tema dogmático, não?
Sim, para alguns segmentos o tema é dogmático, mas cada vez mais outros segmentos, que não estão na universidade, começam a ver isso. Esta situação de greve nas universidades federais, por exemplo, está incomodando todo mundo. Os alunos estão perdendo tempo; não estão conseguindo de formar. Em algum momento essa situação terá que ser enfrentada. Como o governo não pode oferecer subsídios indefinidamente, ele vai ter que pensar em outra maneira de lidar com a questão.

Muito se tem falado sobre a necessidade de as universidades se internacionalizarem. Esse é um jogo para todos? Se não, como identificar as instituições vocacionadas para se tornarem escolas de classe mundial?
Alguns países, como Alemanha, fazem avaliação interna e decidem concentrar recursos nas instituições que possam jogar esse jogo. Evidentemente, não é para todo mundo. É uma posição que cada instituição pode até pretender, mas cabe o governo, federal ou estadual, identificar aquelas que têm condições para se transformar em instituição de classe mundial. É para estas que são concedidos os instrumentos legais e financeiros para que possam subir de patamar.

E que papel deve caber àquelas universidades que não disputarão esse jogo internacional?
O exemplo americano é bom. Os Estados Unidos têm 3 mil universidades, mas somente 300 fazem pesquisas. As outras são de formação. O país tem escolas de quatro anos, de dois anos e as que foram professores, para ficar em três exemplos. Nesse sistema de ensino superior, a grande maioria das pessoas vai adquirir uma formação profissional ou uma formação mais geral para a sua vida. Ou seja, grande parte das instituições não é de pesquisa e nem atua em nível mundial. As instituições têm que ter qualidade naquilo que elas se propõem a fazer. É possível, por exemplo, ter uma pequena universidade que atende alunos com baixa formação, mas que consegue fazer com que eles ampliem o conhecimento e se qualifiquem melhor. Ela não precisa fazer pesquisa e nem competir internacionalmente para realizar um trabalho que traga benefícios para a sociedade. Nem todo mundo precisa estar na ponta.

O que o senhor pensa sobre o programa Ciência sem Fronteiras?
A ideia é boa, mas tudo indica que as ações foram precipitadas A ênfase dada foi para cursos muito curtos de graduação. Para o aluno, é muito bom ir para o exterior por oito meses ou um ano. Do ponto de vista do aproveitamento acadêmico, porém, talvez não seja tão bom assim. Esse estudante vai levar pelo menos seis meses para poder entender onde ele está. Quando começar a aproveitar a experiência, já estará na hora de retornar. A ênfase que deveria ter sido dada é na formação de alto nível, sobretudo doutorado, que é a formação completa.

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Carl Rogers e a abordagem centrada na pessoa


Carl Rogers

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Carl_Rogers


Carl Ransom Rogers

Carl Ransom Rogers (8 de janeiro de 1902, Oak Park, Illinois, EUA - 4 de fevereiro de1987, La Jolla, Califórnia, EUA), Psicólogo norte-americano que foi o primeiro a gravar sessões psicoterapêuticas, com as devidas permissões, tornando possível o estudo objetivo de um processo eminente subjetivo. 

Em consequência, foram feitas algumas constatações até então impensadas, como a de que o motivo da melhora dos clientes ocorria independente do motivo pelo qual os terapeutas acreditava em que os estavam beneficiando. 

Comparando-se análises feitas por observadores neutros, verificou-se que elas coincidiam mais com as dos próprios clientes que com a dos psicoterapeutas, ou seja, os primeiros é que percebiam melhor o que realmente os ajudava e o quanto estavam sendo compreendidos ou não por quem os atendia. 

Sua dedicação à construção de um método científico na psicologia foi reconhecido por prêmio da Associação Americana de Psicologia, da qual também foi eleito presidente, em 1958. 

Seus métodos científicos estão descritos em livros traduzidos no Brasil como "A Pessoa como Centro" e "Um jeito de ser". “Subvertendo” a “relação de poder” terapeuta-cliente (decorrente do pressuposto, até então, de que psicólogos e psiquiatras é que detinham o conhecimento da subjetividade de seus pacientes)seu trabalho "suberteu" também outras áreas, o que só se tornou visível para o próprio Rogers após décadas de atividades, como relatou em uma de suas últimas e melhores obras, “Sobre o Poder Pessoal” – livro em que traça, por exemplo, um paralelo entre suas descobertas e as de Paulo Freire e de sua “pedagogia do oprimido”. 

Fruto de suas pesquisas, sistematizou o método da “Terapia centrada no cliente” que depois evoluiu para a “Abordagem centrada na pessoa”(ACP), mas ele próprio afirma que seu objetivo nunca fora criar um sistema próprio de psicoterapia e sim estudar os critérios necessários para a evolução da psicoterapia científica como um todo. 


Introdução


Ao contrário de outros estudiosos cuja atenção se concentrava na ideia de que todo ser humano possuía uma neurose básica, Rogers concluiu com suas pesquisas que essa visão não era exata, passando a defender que, na verdade, o núcleo básico da personalidade humana era tendente à saúde, ao bem-estar. Tal conclusão sobreveio a um processo meticuloso de investigação científica levado a cabo por ele, ao longo de sua atuação profissional.

Carl Rogers ficou famoso por desenvolver um método psicoterapêutico centrado no próprio paciente. O terapeuta tem que desenvolver uma relação de confiança com o paciente para poder fazer com que ele encontre sozinho sua própria cura.

Esse psicólogo marcou não só a Psicologia Clínica, como também, a Psicoterapia, Administração – de empresas e de escolas etc. - o Aconselhamento Psicológico, Aconselhamento Pastoral, a Educação e Pedagogia, a Psicopedagogia, Orientação Educacional, assim como a Literatura, o Cinema e as Artes, de modo explícito ou implícito, consciente ou não conscientemente.

Foi indicado ao Prêmio Nobel da Paz em 18 de janeiro de 1987.2

Realizou-se doze filmes sobre o seu trabalho, deixando um elevado número de documentos sonoros e audiovisuais, que (des)velam seus modos de ser sendo psicólogo (psicoterapeuta).

Publicou 16 livros, dentre os quais se destacam: "Tornar-se Pessoa", "Um Jeito de Ser", "Terapia Centrada no Cliente" e "Liberdade de aprender em nossa época".

Principais idéias

A partir dessa concepção primária, o processo psicoterapêutico consiste em um trabalho de cooperação entre psicólogo e cliente, cujo objetivo é a liberação desse potencial de crescimento, tendo como resultado a pessoa aberta à experiência,vivendo de maneira existencial,tornando-se ele mesmo.

Há três condições básicas e simultâneas defendidas por Rogers como facilitadoras,no relacionamento entre psicoterapeuta e cliente, para que ocorra a atualização desse núcleo essencialmente positivo existente em cada um de nós. São elas: a consideração positiva incondicional; a empatia e a congruência.

Em linhas gerais, ter consideração positiva incondicional é receber a aceitar a pessoa como ela é e expressar uma consideração positiva por ela, simplesmente por que ela existe, não sendo necessário que faça ou seja isto ou aquilo,portanto,aceitá-la incondicionalmente; a empatia, por sua vez, consiste na capacidade de se colocar no lugar do outro, ver o mundo através dos olhos dele e procurar sentir como ele sente;e a congruência, a coerência interna do próprio terapeuta.

O interessante na abordagem Rogeriana é que a aplicação do seu método em psicoterapia, passa por um processo de amadurecimento do próprio psicoterapeuta, já que ele não pode simplesmente apropriar-se de uma "técnica", mas que lhe seja próprio e natural agir conforme as condições desenhadas por Rogers. 

Percebe-se então, por exemplo, que a expressão de uma afetividade incondicional só ocorre devidamente se brotar com sinceridade do psicólogo; não há como simular tal afetividade. O mesmo ocorre com a empatia e com a congruência. Por isso se diz que não existe uma "Técnica Rogeriana", mas sim psicólogos cuja conduta pessoal e profissional mais se aproximam da perspectiva de Carl Rogers.

Outro ponto a considerar é que após longos estudos, Rogers chegou à conclusão de que as três condições são eficazes como instrumento de aperfeiçoamento da condição humana em qualquer tipo de relacionamento, tais como: na educação entre professor e aluno, no trabalho, na família,nas relações interpessoais em geral.

Abordagem centrada na pessoa

Há muitos nomes para, o que hoje, aqui estamos a denominar de Abordagem Centrada na Pessoa (ACP). Há psicólogos ou orientadores educacionais, ou mesmo professores que "falam" em Orientação Não Diretiva, ou em Psicoterapia Humanista-Existencial (Corey), de Terapia Centrada no Cliente, de Pedagogia Centrada no Aluno, ou Abordagem Experiencial, de Grupos de Encontro, de Gestão Humana Existencial de Recursos Humanos ou de Gestão Humanista Existencial de Empresas, de Mediação de Conflitos Sociais pela ACP, Políticos ou Raciais Centrados na Pessoa etc.

Enfim, a sua ação ao longo deste século, foi de um contínuo empenho no caminho da liberdade e da libertação das forças interiores (Self) do ser humano, na sua capacidade de enfrentar a si e o outro, no mundo mesmo, e sua tendência a uma atitude de respeito e ao crescimento.

Essas forças internas do ser humano se mostram nos seus modos de ser – ser sendo no mundo - sempre alguém aberto ao desenvolvimento e aprendizagem positivos, tendo dentro de si algo que o impulsiona: a Tendência Atualizante, modos de auto-atualização de suas potencialidades, de fazer, sentir, agir seu próprio florescimento.

Rogers fez severas oposições aos conceitos deterministas de ser humano, buscando fundamentar-se nas Filosofias Humanistas Existenciais e utilizando-se do método fenomenológico de pesquisa. Para Roger, cada pessoa possui em si mesmo as respostas para as suas inquietações e a habilidade necessária para resolver os seus problemas. Por isso, o sentimento de pena e o determinismo seriam maneiras de negar a capacidade de realização de cada indivíduo.1

Tornar-se pessoa

Carl R. Rogers menciona em Notas Pessoais no subtítulo Algumas coisas fundamentais que aprendi que o pilar estrutural de sua linha de pensamento é que a sua experiência, a qual denota grande importância - a experiência é, para mim, a suprema autoridade-, lhe mostrou que as pessoas possuem fundamentalmente uma orientação positiva. Enunciando, posteriormente, que não se deve ser mal interpretado como uma visão ingenua de otimismo em relação à natureza humana. Em outro momento, Rogers, também, menciona que a apreciação organísmica- ao usar o termo organismic, Rogers deseja significar concomitantemente a realidade anímica e orgânica em interação com o meio ambiente - total de uma situação é mais coerente de confiança do que o intelecto. Portanto, o psicoterapeuta alude um aprendizado pautado na interação entre os elementos que compõem a biopsíquica do indivíduo e uma póstuma função do intelecto como investigação científica.

Influências no Brasil

Acusado de "romântico" durante a ditadura militar no Brasil, Rogers chegou a acreditar que a democracia brasileira seria viável caso os governos militares - instalados no poder nacional de então - se submetessem aos Grupos de Encontro e à Psicoterapia. Esse pensamento obviamente impunha, no mínimo, aos psicólogos brasileiros, da época, uma questão ética: Tratar ou não daqueles que eram torturadores?

Rogers expôs suas práticas em inúmeras gravações, tendo também se apresentando num programa de televisão sob o comando de Júlio Lerner, na TV Cultura (8 de março de 1977). Nessa ocasião,foi realizado no estúdio, em tempo real, um Grupo de Encontro com a participação de voluntários, incluindo os próprios funcionários da TV, facilitado por Maria Bowen ,que foi posteriormente comentado por Bowen, John Wood , Raquel Rosemberg e o próprio Rogers.

O CVV (Centro de Valorização da Vida) segue a idéia de conduta em seu atendimento estilo Rogers, onde os volutários atendentes acreditam na tendência atualizante da pessoa sendo atendida.

Notas e Referências

 Denis Gleyce. Pena ou compaixão. Revista Universo Espírita. N°35, ano 3.
 http://www.nrogers.com/carlrogersevents.html
Ligações externas
Biografia, Bibliografia, Linha do Tempo e Links sobre Rogers em site de Psicologia

O Wikiquote possui citações de ou sobre: Carl Rogers

Feirao Ortobom 2013

Feirão Ortobom 2013




Carioca Shopping e Caxias Shopping recebem Feirão Ortobom até 27 de outubro de 2013


Evento terá produtos com até 40% de desconto e formas de pagamento facilitadas



O Feirão Ortobom está de volta ao Carioca Shopping e Caxias Shopping. Até 27 de outubro de 2013, os clientes poderão comprar toda a linha de cama e colchão com até 40% de desconto e ainda receberão brindes. As formas de pagamento também serão facilitadas durante o evento, com parcelamento das compras em até 10 vezes sem juros. Entre os produtos mais procurados estão a cama box casal com colchão (a partir de R$ 999,00, o colchão casal (a partir de R$ 599,90.) e o colchão solteiro de espuma (a partir de R$ 349,00). Segundo os organizadores do Feirão Ortobom, a expectativa é de um aumento de 30% nas vendas em relação ao feirão realizado em março deste ano. Vale conferir.



SERVIÇO: O Feirão Ortobom fica montado no Carioca Shopping e no Caxias Shopping até 27 de outubro, diariamente, de segunda a sábado, das 10h às 22h e domingo, das 13h às 21h.



Endereço: Carioca Shopping - Av. Vicente de Carvalho, 909 – Vila da Penha. Tel.: (21) 2430-5120.

Endereço: Caxias Shopping - Rodovia Washington Luiz, 2895, Duque de Caxias. Tel: (21) 2430-5110




Fonte: www.dablio3.com

sábado, 12 de outubro de 2013

Pesquisa senso comum e conhecimento cientifico

Pesquisa Científica na Educação











Foto: Ministro da Educação - 2013
Aloizio Mercadante



Notas da apresentação da
Professora Adélia Cristina Tortoreli




Pesquisa:
1- Ciência. Empreitada colaborativa que atravessa gerações.
A ciência é resignificada historicamente.
A ciência pode levar à destruição da humanidade.
2- Conhecimento de senso comum
3- Conhecimento científico.
Olhar para a sociedade, conhecimento elaborado e sistematizado, respostas a problemas complexos, reflexão ao futuro, fundamentos teóricos, sistematicamente verificáveis.

Principais fases
Século 8 antes de Cristo
Ciência Grega, Sócrates, Platão, Aristóteles.
Mantida a fase até o século 16 depois de Cristo.
Ciência Moderna, Francis Bacon, Isaac Newton, Galileu Galilei (telescópio), deixamos de ser o centro do universo.
Ciência Contemporânea: Sociedade de transição, tecnologia da informação e do conhecimento, energia elétrica, celular, internet, nanotecnologia.
Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=EjpSa7umAd8
Carl Sagan O Pálido Ponto Azul - 8 minutos.

Conhecimento é um fragmento da realidade (Lakatos).
A ciência busca respostas coerentes e significativas.
Ciência, um instrumento para fazer um controle prático sobre a Natureza e atender as necessidades humanas.
Pensamento racional, pensamento organizado, acúmulo de conhecimento. Tentativa de elaborar respostas e soluções para suas vidas.
De acordo com Lakatos, a ciência é falível e não definitiva. A ciência está sempre em busca de respostas aos problemas. A comunidade científica é quem valida as hipóteses.
Fonte: http://retejo.blogspot.com.br/2013/10/imre-lakatos.html

Senso comum

O senso comum é transmitido de geração em geração. É uma forma empírica e não é aceita pela comunidade científica por falta de aprofundamento das causas. (Koche, 2011)
O senso comum não é programado ou planejado, é de caráter prático, tem baixo poder de crítica, é subjetivo e meramente passivo. Desconhece as linhas de pesquisa e a sua validade.

Conhecimento científico

Movido pela curiosidade crítica. Aborda problemas, obstáculos e necessita de acompanhamento. Precisa ser validade e poder ser repetida. Demonstra o Poder do Homem sobre a Natureza. Deve ser sistemática, métrica, crítica para compreender, controlar e dominar o mundo.
Necessita de linguagem específica. Tem um caráter hipotético e procedimentos. Busca responder por que e como? Necessita de um treinamento adequado. Aborda as questões de forma globalizante.

São o conjunto das Faculdades de formam uma Universidade.
Objetivo da USP: formar o pesquisador, o cidadão e o profissional.
Pesquisa é o olhar inquiridor para a sociedade e o devolver os resultados para esta sociedade.
A pós-graduação se torna significativa com o olhar na pesquisa.
Ensino, pesquisa e extensão artigo 43 capítulo 4 da LDB 9394/96
O legado de devolver o conhecimento adquirido para a sociedade. Assim, os conhecimentos gerados pelas pesquisas são ensinados a outros.

Pequeno histórico dos cursos superiores no Brasil:
1930-1964 Criação das Universidades Federais, Católicas e Protestantes.
1968 Expansão do Ensino Superior
1970 Cursos de Pós-Graduação
1988- Nova Constituição Federal propõe a melhora da qualidade do ensino.

O motivo para pesquisar:
Provém da dúvida, da investigação, do raciocínio lógico, da experimentação objetiva e pragmática.
Professor João Mattar, conteudista em EAD, vide blog, face, ISSUU.


Plano Nacional de Extensão Universitária
Novo conceito de sala de aula, compreensão dos espaços dentro e fora da Universidade, multi, inter e trans-disciplinar.

O que é Pesquisa?
A pesquisa nasce de um desejo; de uma insatisfação.
A pesquisa é um caminho longo. Exige esforço mental e esforço de ações. Denota longa investigação. Precisa de um aprofundamento teórico grande.
Nem toda descoberta está relacionada à pesquisa.
Numa pesquisa científica é preciso trazer citações de outros professores teóricos sobre o assunto. É preciso trazer a fala deles.
Na pesquisa o esforço intelectual e o esforço de ações precisa ser contínuo. A Pesquisa se dá pela comunicação entre o professor e o aluno.
A pesquisa é um ato político. Demanda leitura, busca, reflexão, raciocínio e argumentação.
A extensão é a prática acadêmica ligando a pesquisa ao ensino com a sociedade e a realidade.
A extensão é a pratica acadêmica que centraliza a Universidade com a população. É o catalisador do conhecimento para inserir a Universidade na Sociedade.
O princípio da autonomia universitária consta na constituição federal.
Pesquisar é fazer uma intervenção na realidade social.
A pesquisa na nossa área deve atender a temas de educação da nossa sociedade.
O conteúdo histórico para qualquer pesquisa é indispensável.
Algumas autoras que abordaram o aspecto de pesquisa na escola:
Regiane Muller Freiberger
Neusi Aparecida Navas Berbel

Escola o local do saber sistematizado.
A prática da pesquisa aproxima a realidade da sociedade apresentando soluções para problemas específicos.
Existem divergências de opiniões que também é preciso pesquisar.
O discenso é que possibilita um rearranjo do pensamento. Dois autores podem ter pontos de vistas diferentes sobre o mesmo assunto. O antagonismo faz parte da realidade e gera esforço intelectual de argumentação e escolha. A contradição leva a um ponto de reflexão. Por isso, é importante analisarmos diversos pontos de vista antes de falarmos sobre eles. É o olhar o mundo além das aparências.
Pesquisa é conhecimento e é ato político – Pedro Demo (2003)
Fonte: http://pedrodemo.blogspot.com.br/

Embasamento baseado em fatos ao invés de opiniões ou afirmações. Argumentação baseada em algum autor. A opinião não cabe em um trabalho científico acadêmico é sempre preciso estar referenciando-se a um autor.
Formação de espírito crítico, domínio da teoria. Argumentação sólida e teórica para validar a pesquisa.
Ética na pesquisa, cumprimento e seriedade. Na pesquisa deve haver sigilo no tratamentos dos dados levantados por pesquisa.

“Escrever é como quebrar rochas.” Clarice Linspector.


sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Imre Lakatos

Imre Lakatos
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Imre_Lakatos









Imre Lakatos (Debrecen, 1922 - Londres, 1974) foi um filósofo da matemática e da ciência.

Índice
1 Biografia
2 Provas e refutações
3 Principais trabalhos
4 Ver também
5 Bibliografia
6 Ligações externas

Biografia

Lakatos nasceu com o nome Imre (Avrum) Lipschitz em uma família judia em Debrecen, Hungria em 1922. Graduou-se em matemática, física, e filosofia da Universidade de Debrecen em 1944. ele evitou a perseguição nazista dos judeus mudando seu nome para Imre Molnár. Sua mãe e sua avó morreram em Auschwitz. Ele se tornou um comunista ativo durante a Segunda Guerra Mundial. Ele mudou seu sobrenome mais uma vez para Lakatos (serralheiro) em honra de Géza Lakatos.

Depois da guerra continuou seus estudos de doutorado na Universidade de Debrecen em 1948, onde também frequentou aos seminários privados semanais de Georg Lukács às quartas-feiras. Ele também estudou na Universidade Estatal de Moscovo sob a supervisão de Sofya Yanovskaya. Quando retornou à Hungria trabalhou como oficial senior no Ministério da Educação Húngaro. No entanto, acabou por estar no lado perdedor das discussões internas dentro do partido comunista húngaro e esteve preso sob a acusação de revisionismo desde 1950 até 1953. Só recentemente se soube mais das suas atividades depois da Segunda Guerra Mundial. (ver John Kadvany)

Depois da sua libertação, Lakatos regressou à vida académica, fazendo pesquisa em Matemática e traduzindo o How to Solve It deGeorge Pólya para o húngaro. Embora ainda fosse comunista de nome, os seus pontos de vista políticos mudaram muito e envolveu-se em pelo menos um grupo dissidente de estudantes numa altura em que se viria a dar a Revolução Húngara de 1956.

Depois de a União Soviética invadir a Hungria em novembro de 1956, Lakatos voou para Viena, e chegou mais tarde à Inglaterra. Doutorou-se em filosofia em 1961 na Universidade de Cambridge. O livro Provas e Refutações, publicado depois de sua morte, é baseado nesse trabalho.

Lakatos nunca obteve a cidadania britânica, e com efeito permaneceu apátrida.

Em 1960 foi nomeado para um lugar na London School of Economics, onde trabalhou nos seus escritos sobre filosofia da matemáticae filosofia da ciência. O departamento de filosofia da LSE da altura incluía Karl Popper e John Watkins.

Tendo como co-editor Alan Musgrave, editou o muito citado Criticism and the Growth of Knowledge, os Proceedings do Colóquio Internacional de Filosofia da Ciência, de 1965, em Londres. Publicado em 1970, o Colóquio de 1965 incluía intervenientes muito conhecidos que apresentavam artigos em resposta à obra A Estrutura das Revoluções Científicas de Thomas Kuhn. Segundo Alan Musgrave, Thomas Kuhn era tão popular durante os anos 60 que as pessoas chegavam a assistir às suas aulas em salas adjacentes, ouvindo-o através de sistemas de som.

Permaneceu na London School of Economics até morrer, repentinamente, em 1974, com uma hemorragia cerebral, tendo apenas 51 anos. O Prémio Lakatos foi estabelecido pela escola em sua memória.

Parte da sua correspondência com o seu amigo e crítico Paul Feyerabend foi publicada em For and Against Method (ISBN 0226467740).

Provas e refutações

A filosofia da matemática de Lakatos foi inspirada tanto pela dialética de Hegel quanto de Marx, pela teoria do conhecimento de Karl Popper, e o trabalho do matemático George Polya.

O livro Proofs and Refutations é baseado em sua tese de doutorado.
Principais trabalhos
Lakatos, Musgrave ed. (1970). Criticism and the Growth of Knowledge. Cambridge: Cambridge University Press. ISBN 0521078261
Lakatos (1976). Proofs and Refutations. Cambridge: Cambridge University Press. ISBN 0521290384
Lakatos (1977). The Methodology of Scientific Research Programmes: Philosophical Papers Volume 1. Cambridge: Cambridge University Press
Lakatos (1978). Mathematics, Science and Epistemology: Philosophical Papers Volume 2. Cambridge: Cambridge University Press.ISBN 0521217695
Ver também
Programa de pesquisa, Epistemologia da ciência desenvolvida por Lakatos.
Scientific Community Metaphor, an approach to programming influenced by Lakatos's work on research programmes.
Bibliografia
Brendan Larvor (1998). Lakatos: An Introduction. London: Routledge. ISBN 0415142768
John Kadvany (2001). Imre Lakatos and the Guises of Reason. Durham and London: Duke University Press. ISBN 0-8223-2659-0; author's Web site: http://www.johnkadvany.com.
Ligações externas
A Wikipédia possui o:
Portal de Filosofia

Science and Pseudoscience, incluindo um arquivo de áudio .mp3 da fala de Lakatos sobre o assunto, em 1973. Open University. BBC Radio

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