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quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Como e a formacao da Centelha Divina no Reino Vegetal

Pergunta 5: Como é a formação da Centelha Divina no Reino Vegetal?
Fonte: O Karma Genético, pag. 14.


















Para ver as perguntas 1 e 2 que antecedem a esta, veja em 



Para ver a pergunta 3: 

Para ver a pergunta 4:

O espírito ou polaridade da centelha Divina parte da Consciência Cósmica, forma seus corpos espiritual, astral e físico, encarna no reino atomico.

Ajusta-se a um átomo qualquer. Notemos que tudo o que está no plano físico possui um correspondente astral e espiritual.

O espírito, agora no reino atômico, tende a evoluir. A evolução de um átomo se processa através da expansão do espírito.

Esta expansão é a agregação do espírito atômico a outros, formando um único, isto é, um átomo se associa a outro, formando um espírito molecular. 

Este espirito molecular agregando-se a outros formará um maior, coletivo mas único. É necessária esta agregação para que este espírito possa evoluir, mas evoluirá coletivamente e ao mesmo tempo como único espírito e consciência.

Ao iniciar sua expansão o espírito atômico passa a pertencer ao reino mineral. A expansão continuará a se processar até que o espírito seja constituído pela coletividade de alguns trilhões de átomos.

Ao atingir o máximo da coletividade de espíritos atômicos, formando um único, ele desencarna do reino mineral, libertando-se do seu corpo astral. Os átomos que se agregaram são todos da mesma polaridade. Então, formou-se um espírito masculino ou feminino, composto por trilhões de espíritos atômicos. Este espírito coletivo encontrará seu correspondente, também composto pela agreação de trilhões de átomos.
O espírito masculino e feminino, ambos coletivos que deixaram o reino mineral, unem-se para formar uma centelha.
Esta centelha retorna à Consciência Cósmica e é reexpelida, passando a pertencer ao reino vegetal. É necessária a penetração na Consciência Cósmica, para que a centelha seja realmente purificada e fundida, pois anteriormente ela era como um aglomerado de espíritos atômicos.

Reino Vegetal
A centelha do reino vegetal, então formada, divide-se originando dois espíritos, um masculino e outro feminino. Cada espírito cria o seu correspondente astral e físico. O espírito, então, encarna e surge como uma célula vegetal.
Esta célula multiplica-se através de divisões binárias.

Para saber mais, clique em Mais informações, abaixo.


Assim, o espírito começa a expandir-se. Essa expansão se processa à medida que a célula vai se multiplicando. Ela multiplica-se mas permanece com o seu único espírito mãe. Toda célula que surgiu a partir de uma célula mãe, até certo ponto possui o mesmo espírito.

Mas a partir de alguns milhares de células formadas de uma única, chega-se ao limite de expansão deste Espírito.

Suponhamos que um espírito encarna em uma célula que se transforma em célula mãe e multiplica-se, originando três mil células pertencentes ao mesmo espírito. Se ocorrer mais uma divisão, esta 330Ia. célula não pertencerá ao mesmo espírito. Será espirito sem nenhuma ligação com a célula mãe. Será outro espírito que encarnará nesta 330Ia. célula e expandirá, repetindo o mesmo processo anterior.

Quando o espírito chega ao máximo de sua expansão sob a forma vegetal unicelular ele desencarna e passa a encarnar em vegetal pluricelular. Para encarnar em vegetal superior, terá que associar o seu espírito a mais onze, pertencentes à mesma linha de expansão, formando um único.

Este macro-espírito e apto a encarnar em vegetal pluricelular. Um correspondente astral e físico é criado e se dá a encarnação do macro-espírito. Suponhamos que seja uma violeta. Esta violeta desenvolve-se e gera mudas. Estas mudas são relativas à expansão do espírito. Este espírito pode expandir-se até certo ponto. Por exemplo, até dez mudas.  Estas dez mudas possuem o mesmo espírito. Caso desenvolva-se a décima primeira muda, esta não mais possuirá o mesmo espírito da violeta mãe. Esta décima primeira muda possuirá outro espírito e o mesmo processo se repetirá.

Quando o espírito atingir o máximo de sua expansão e já tiver evoluído o suficiente, desencarna e une-se a mais doze espíritos de igual evolução e expansão. Estes doze espíritos formarão uma centelha maior que será evoluída o bastante para encarnar em um vegetal de maior complexidade e evolução. Denominemos este espírito de duplo macro-espírito.

Quando o espírito desencarna, necessariamente o seu corpo físico, a violeta, deteriora-se. Mas pode ocorrer que o corpo físico da violeta não morra (deteriore-se). Um outro espírito pode assumir este corpo para completar o seu ciclo evolutivo. Então, aparentemente, a violeta continuará intacta, embora seu espírito não seja mais o mesmo.

Este duplo macro-espírito, então, encarna em vegetal superior. Neste caso, um arbusto. Este espírito iniciará no estágio de semente. 

Esta semente encontrando-se em estágio favorável brotará. Crescerá, dando assim, consequentemente, a expansão do espirito. De outro ponto de vista, a semente só brotará se o espírito iniciar a sua expansão.

Quando o espírito expandir-se e evoluir o suficiente, então, desencarnará e se unirá a mais onze de igual expansão e evolução, formando um triplo macro-espírito.

Este processo se repete até que o espírito atinja o tipo vegetal mais complexo e evoluído. Terminando o seu estágio no reino vegetal, o espírito desencarna. O processo de união do espírito com mais onze, formando um macro-espírito é repetitivo e abrange todos os reinos, exceto o mineral.

Quando o espírito liberta-se do reino vegetal, une-se a seu correspondente de polaridade oposta, seja ele feminino ou masculino, e forma centelha mais evoluída do que a anterior. Esta centelha, composta por aglomerado de milhões de outras menores, retorna à consciência cósmica e purifica-se, transformando-se numa única centelha que deixa de ser vegetal e passa a ser animal.


Reino Vegetal, Planta
Plantae
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Plantae
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Ocorrência: Câmbrico - Atualidade 520–0 Ma


Classificação científica

Domínio: Eukaryota

Reino: Plantae
Haeckel, 18661
(sem classif.) Archaeplastida


Divisões
Algas verdes
Chlorophyta
Charophyta

Nematophyta

Embryophyta - as plantas terrestres
Plantas não vasculares (Bryophyta sensu lato)
Marchantiophyta (Hepaticophyta) - as hepáticas
Anthocerotophyta - antóceros
Bryophyta (sensu stricto) - os musgos
Tracheophyta - as plantas vasculares
Rhyniophyta
Zosterophyllophyta
Trimerophytophyta
Lycopodiophyta - licopódios eselaginelas
Pteridophyta - samambaias (fetos) e cavalinhas
Spermatophyta - plantas comsementes
Pteridospermatophyta - Fetos de semente
Gymnospermae - (Gimnospérmicas)
Pinophyta - as coníferas, incluindo os pinheiros
Cycadophyta - as cicadáceas
Ginkgophyta - o ginkgo
Gnetophyta - as efedras
Angiospermae - (Angiospérmicas)
Magnoliophyta - as plantas com flores


O Reino Plantae, Metaphyta ou Vegetabilia2 (Vegetal) é um dos maiores grupos de seres vivos na Terra (com cerca de 400.000 espécies conhecidas, incluindo uma grande variedade de ervas, árvores, arbustos, plantas microscópicas, etc). São, em geral, organismos autotróficos cujas células incluem um ou mais organelos especializados na produção de material orgânico a partir de material inorgânico e da energia solar, os cloroplastos.

No entanto o termo planta, ou vegetal, é muito mais difícil de definir do que se poderia pensar. Lineu definiu o seu reino Plantae incluindo todos os tipos de plantas "superiores", as algas e os fungos. Depois de se descobrir que nem todas eram verdes, passou-se a definir planta como qualquer ser vivo sem movimentos voluntários. Aristóteles dividia todos os seres vivos em plantas (sem capacidade motora ou órgãos sensitivos), e em animais - esta definição foi aceite durante muito tempo. No entanto, nem esta definição é muito correta, uma vez que a sensitiva (Mimosa pudica, uma leguminosa), fecha os seus folíolos ao mínimo toque, entre outras causas, como o fim do dia solar.

Quando se descobriram os primeiros seres vivos unicelulares, eles foram colocados, em termos gerais, entre os protozoários quando tinham movimento próprio. As bactérias e as algas foram colocadas noutras divisões do reino Plantae – no entanto, foi difícil decidir a classificação, por exemplo, de algumas espécies do gênero Euglena, que são verdes e altamente móveis.

A classificação biológica mais moderna – a cladística – procura enfatizar as relações evolutivas entre os organismos: idealmente, um taxon (ou clado) deve ser monofilético, ou seja, todas as espécies incluídas nesse grupo devem ter um antepassado comum.

Pode-se, então, definir o Reino Viridaeplantae ("plantas verdes") ou apenas Plantae como um grupo monofilético de organismos eucarióticos quefotossintetizam usando os tipos de clorofila a e b, presente em cloroplastos (organelos com uma membrana dupla) e armazenam os seus produtos fotossintéticos, tal como o amido. As células destes organismos são, também, revestidas duma parede celular constituída essencialmente por celulose.

De acordo com esta definição, ficam fora do Reino Plantae as algas castanhas, as algas vermelhas e muitos seres autotróficos unicelulares ou coloniais, atualmente agrupados no Reino Protista, assim como as bactérias e os fungos, que constituem os seus próprios reinos.

Cerca de 300 espécies conhecidas de plantas não realizam a fotossíntese, sendo, pelo contrário parasitas de plantas fotossintéticas.

Índice
1 Definição de planta
1.1 Diversidade
1.2 Filogenia das Plantas
2 Reprodução das plantas
3 Nutrição nas plantas
4 Biologia celular vegetal
5 Ecologia vegetal
5.1 Relações ecológicas
6 Ver também
7 Referências
8 Ligações externas


Definição de planta

Aristóteles (384 a C - 322 a C) classificou os organismos vivos em dois grandes grupos – plantas e animais. Esta maneira de classificar a diversidade de formas de vida permaneceu praticamente inalterada até o início do século XX 3 . Lineu (1707-1778) criou a base do moderno sistema de classificação biológica, atribuindo a esses dois grupos o nível hierárquico de Reino Vegetabilia (mais tarde Metaphyta ou Plantae) e o reino Animalia (também chamado Metazoa). Até a metade do século XIX, ainda se dividiam os seres vivos em dois grandes reinos — animal e vegetal. Nessa época, entretanto, muitos cientistas perceberam que certos organismos, como as bactérias, os mixomicetos e os fungos diferiam das plantas e dos animais. Ao longo do tempo foram propostos novos reinos para acomodar estes organismos 3 . Segundo a classificação proposta por Lynn Magulis os reinos da vida são: monera, protoctista, animalia, fungi e plantae 3 .

Atuais definições de Plantae:

Quando o nome Plantae ou planta é aplicado a um grupo específico de organismos, geralmente refere-se a um dos três conceitos abaixo:
Nome(s)EscopoDescrição
Plantas terrestres, também conhecidas como Embriófitas ou Metaphyta Plantae sensu strictissimo Este grupo inclui todas as plantas que formam embrião. As embriófitas são multicelulares, realizam fotossíntese, possuem clorofila a e b, a substância de reserva é o amido, a parede celular é composta de celulose e hemicelulose, seu ciclo de vida é Diplobionte Heteromórfico, são oogâmicas e as células reprodutivas estão protegidas por um tecido formado por células estéreis (gametângios e esporângios). Portanto são Embriófitas:briófitas, pteridófitas, gimnospermas e angiospermas 3 3 4 5 .
Plantas verdes- também conhecidos como Viridiplantae, Viridiphyta ou Chlorobionta. Plantae sensu stricto Este grupo inclui Plantae sensu strictissimo e alguns grupos de algas verdes (Coleochaete e Charophyta). Viriplantae engloba organismos que possuem clorofila a e b, têm plastídios que são envolvidos por duas membranas, armazenam amido, a parede celular é composta de celulose e hemicelulose. Este grupo tem cerca 300.000 espécies 3 4 .
Archaeplastida, Plastida ou Primoplantae. Plantaesensu lato Este grupo inclui além do grupo definido como Viriplantae (Plantae sensu stricto) as demais algas verdes (Chlorophyta), as Rhodophyta (algas vermelhas) e Glaucophyta. Este clado inclui organismos que há Eras atrás adquiriram os cloroplastos pela fagocitose direta de cianobactérias 3 .


Fica claro que não há ainda um consenso sobre a definição de “quem são as plantas”. A história evolutiva das plantas ainda não está completamente resolvida, mas um relacionamento o esquema abaixo resume as três formas propostas descritas acima. Cada uma das definições apresentadas no quadro acima estão em negrito .6 .

Archaeplastida (Plantae sensu lato)

Glaucophyta (glaucophyte algae)

Rhodophyta (algas vermelhas)


Viridiplantae (Plantae sensu stricto)


Chlorophyta (parte das algas verdes)


Streptophyta


streptophyte algae (parte de algas verdes)


Charales (muitas vezes incluídos em algas verdes)


Embriófitas

A maneira em que os grupos de algas verdes são combinados e nomeados varia consideravelmente entre os autores . 4 7 . Para os botânicos junto com a autora Lynn Margulis são consideradas plantas apenas o grupo das Embriófitas 3 4 . O restante pertence ao reino Protoctista 3 .



Rhodophyta

A maioria das algas não são mais classificadas como pertencentes ao Reino Plantae.8 9 As algas compreendem diferentes grupos de organismos que produzem energia através da fotossíntese, cada um dos quais evoluindo independentemente de ancestrais não-fotossintéticos diferentes. As mais conhecidas são as macroalgas, algas multicelulares que podem se assemelhar vagamente a plantas terrestres, mas classificadas como algas verdes,vermelhas e castanhas. Cada um destes grupos inclui também vários organismos microscópicos e unicelulares.

Apenas dois grupos de algas são considerados parentes próximos das plantas terrestres Embryophyta. O primeiro destes grupos, as Charophyta, deu origem às plantas terrestres.10 11 12 O grupo irmão do conjunto das carófitas e embriófitas, é o outro conjunto de algas verdes, as Chlorophyta, e este grupo mais extenso é colectivamente designado por plantas verdes ou Viridiplantae. O Reino Plantae é considerado como sinónimo deste grupomonofilético. Com algumas excepções entre as algas verdes, todas as formas possuem paredes celulares contendo celulose, possuem cloroplastoscontendo clorofila "a" e "b" e e armazenam alimento na forma de amido. Efectuam mitose de forma fechada, sem centríolos e as suas mitocôndriaspossuem cristas tipicamente achatadas.

O cloroplasto das algas verdes está rodeado por duas membranas, sugerindo que teve a sua origem por endossimbiose directa de cianobactérias. O mesmo é verdadeiro para dois grupos adicionais de algas: Rhodophyta (algas vermelhas) e Glaucophyta. Pensa-se que estes três grupos têm uma origem comum, por isso são classificados juntos no taxon Archaeplastida. Por outro lado, a maioria das outras algas (Heterokontophyta, Haptophyta, dinoflagelados e Euglenophyta), possuem cloroplastos com três ou quatro membranas envolventes. Não são parentes próximos das plantas verdes e provavelmente adquiriram os cloroplastos indirectamente através da ingestão ou simbiose com algas verdes ou vermelhas.

Muitas algas mostram alternância de gerações, entre uma forma que se reproduz de forma assexuada – o esporófito – e uma forma sexuada, o gametófito.

Hepáticas.

Durante o Paleozóico, começaram a aparecer em terra firme plantas complexas, multicelulares, os embriófitos (Embryophyta), nas quais o gametófito e o esporófito se apresentavam de forma radicalmente diferente das algas, o que está relacionado com a adaptação a ambientes secos (já que os gâmetas masculinos estavam antes dependentes de meios húmidos para se moverem). Nas primeiras formas destas plantas, o esporófito mantinha-se reduzido e dependente da forma parental durante a sua curta vida. Os embriófitos actuais, que têm este tipo de organização, incluem a maior parte das plantas que geralmente evocamos. São as chamadas plantas vasculares, com sistemas completos de raiz, caule e folhas, ainda que incluam algumas espécies de briófitas (das quais o musgo será talvez o tipo mais conhecido). Outros autores, contudo, definem os embriófitos como sendo todas as plantas terrestres, incluindo, de acordo com esta definição, a divisão 'Hepaticophyta (ou Marchantiomorpha, segundo uma classificação anterior), as hepáticas; a divisãoAnthocerophyta, antóceros e a divisão Bryophyta, os musgos.

Musgos

As briófitas confinam-se a ambientes húmidos – é a água que faz a dispersão dos esporos - e mantêm-se pequenas durante todo o seu ciclo de vida caracterizado pela alternância de duas gerações: um estádio haplóide (o gametófito) e um estádio diplóide (esporófito). Este último é de curta duração e está dependente do gametófito.

No período Silúrico apareceram novos embriófitos, as plantas vasculares, com adaptações que lhes permitiam estar menos dependentes da água. Estas plantas tiveram uma radiação adaptativa maciça durante o Devónico e começaram a colonizar a terra firme. Entre essas adaptações podemos referir umacutícula resistente à dessecação e tecidos vasculares por onde circula a água – por isso são chamados plantas vasculares ou Tracheophyta.

Samambaia, tipo de feto

Em muitas destas plantas, o esporófito funciona como um indivíduo independente, enquanto que o gametófito se tornou muito reduzido. Entre as plantas vasculares são reconhecidos dois grupos distintos:
as "Pteridófitas" - plantas em que o gametófito é um organismo independente, como as samambaias e a cavalinha; e
as "Espermatófitas" - as plantas que se reproduzem por semente, ainda ligadas ao esporófito, ou seja, em que o gametófito é "parasita" do esporófito.

O grupo das Pteridófitas pode dividir-se da seguinte forma:
Divisão Lycopodiophyta (ou Lycopsida), licopodíneas.
Divisão Equisetophyta (ou Equisetopsida), cavalinhas
Divisão Pteridophyta (ou Filicopsida), fetos ou samambaias
Psilotophyta, Psilotales,
Ophioglossophyta (Ophioglossales), língua-de-cobra, lunária e o género Botrypus.
Marattiopsida
Leptosporangiatae ou fetos "verdadeiros"

Cycas revoluta

As espermatófitas ou plantas com sementes são um grupo de plantas vasculares que se diversificou no final do Paleozóico. Nestas formas, o gametófito está reduzido aos órgãos sexuais e o esporófito começa a sua vida como uma semente, que se desenvolve ainda dependente da planta-mãe. Os grupos actuais de espermatófitos incluem as seguintes divisões:
Divisão Cycadophyta (Cicadáceas, como o sagu-de-jardim)
Divisão Ginkgophyta (o Ginkgo, árvore "sagrada" dos japoneses)
Divisão Pinophyta (ou Coniferophyta, as coníferas)
Divisão Gnetophyta (que inclui a Welwitschia e as Efedras)
Divisão Magnoliophyta (ou Anthophyta, as plantas com flores).

Uma classificação ainda usada para estes grupos de plantas usa os seguintes termos:
Gimnospérmicas, ou plantas com sementes nuas, que incluem as quatro primeiras divisões do grupo acima, e
Angiospérmicas para as plantas com flores.

As angiospérmicas foram as últimas plantas a aparecer, durante o Jurássico, mas tiveram o seu maior período de propagação no Cretácico, sendo, actualmente, plantas predominantes em muitos ecossistemas.

Diversidade

Existem cerca de 350.000 espécies de plantas, definidas como plantas com semente, briófitas, fetos e seus semelhantes. Por volta de 2004, cerca de 287.655 espécies tinham sido identificadas, das quais 258.650 são plantas com flor, 16.000 briófitas, 11.000 fetos e 8.000 algas verdes.
Diversidade das divisões de plantas existentesGrupoDivisãoNome comumNo. de espécies vivas
Algas verdes Chlorophyta algas verdes (clorófitas) 3,800 13
Charophyta algas verdes (desmídeas & carófitas) 4,000 - 6,000 14
Briófitas Marchantiophyta hepáticas 6,000 - 8,000 15
Anthocerotophyta antocerotas 100 - 200 16
Bryophyta musgos 12,000 17
Pteridófitas Lycopodiophyta selaginelas 1,200 9
Pteridophyta fetos e cavalinhas 11,000 9
plantas com sementes Cycadophyta cicas 160 18
Ginkgophyta ginkgo 1 19
Pinophyta coníferas 630 9
Gnetophyta gnetófitas 70 9
Magnoliophyta plantas com flor 258,650 20


Filogenia das Plantas

Abaixo situa-se uma proposta de árvore filogenética para o o reino Plantae, segundo Kenrick e Crane em 1997,21 com as alterações introduzidas para as Pteridophyta por Smith et al. em 2006.22 As Prasinophyceae podem corresponder a um grupo basal parafilético a todas as algas verdes.


Prasinophyceae

Streptobionta


Embryophyta


Stomatophyta


Polysporangiophyta

Tracheophyta
Eutracheophytes
Euphyllophytina
Lignophytia

Spermatophyta (plantas com semente)

Progymnospermophyta





Pteridophyta


Pteridopsida (fetos verdadeiros)


Marattiopsida

Equisetopsida (cavalinhas)

Psilotopsida

Cladoxylopsida

Lycophytina



Lycopodiophyta


Zosterophyllophyta

Rhyniophyta

Aglaophyton

Horneophytopsida

Bryophyta (musgos)

Anthocerotophyta (antocerotas)

Marchantiophyta (hepáticas)

Charophyta


Chlorophyta

Trebouxiophyceae (Pleurastrophyceae)

Chlorophyceae

Ulvophyceae


Reprodução das plantas

Inflorescência de uma Asteraceae, uma das mais evoluídas

Na maioria das espécies de plantas verdes, os indivíduos podem reproduzir-se tanto assexuada (agâmica) como sexuadamente (reprodução gâmica, ou por meio de gâmetas).23

Assexuadamente, as plantas se reproduzem através da separação de partes do indivíduo que podem dar origem a novos indivíduos. Neste processo, não há recombinação genética, e portanto os descendentes são geneticamente iguais aos "pais", podendo ser considerados clones de um indivíduo. A reprodução assexuada nas plantas ocorre de várias maneiras: por brotamento (ou gemulação), por fragmentação, pela formação de estolhos, e poresporulação. Na esporulação podem se formar células especiais os esporos que podem ser aplanósporos (normalmente transportados pelo vento ou por animais) ou zoósporos (móveis) com dois ou mais flagelos.

O homem tirou partido desta capacidade de reprodução assexuada nas plantas, desenvolvendo métodos especializados de multiplicação, como aestaquia, alporquia e enxertia.24

A reprodução sexuada nas plantas verdes ocorre normalmente com alternância de gerações, em que ocorre um esporófito (o indivíduo "adulto" nasplantas vasculares) e um gametófito – o indivíduo que produz os gâmetas – que pode ser "parasita" do esporófito, como nas espermatófitas ou ter vida independente. Nas plantas verdes aquáticas (por exemplo, as Chlorophyta e Charophyta, ou algas verdes) existe a produção de gâmetas móveis, podendo o processo ser por isogamia (gâmetas iguais) ou oogamia (gâmetas "femininos" grandes e imóveis e masculinos, móveis).

Nutrição nas plantas
Ver artigo principal: Nutrição nas plantas

Com excepção das plantas carnívoras, a maioria das plantas verdes necessita apenas de sais minerais dissolvidos em água, de dióxido de carbono e luz solar como sua nutrição. Com esses ingredientes e sua capacidade de fotossíntese, estes seres vivos autotróficos conseguem a energia e matéria necessárias para viver.25

Entre os elementos químicos essenciais para as plantas, chamados macronutrientes, encontram-se o nitrogénio, o fósforo, o magnésio (constituinte da clorofila), o cálcio, o potássio e o enxofre. Além destes elementos principais, há outros que, apesar de serem absorvidos em pequenas quantidades, são igualmente indispensáveis à saúde das plantas, como o boro e o cobalto; estes minerais são chamados micronutrientes26

Biologia celular vegetal
Ver artigo principal: Célula vegetal
Ecologia vegetal

Um exemplar de Juniperus phoenicea

As plantas são o elo produtor de matéria orgânica da cadeia alimentar nos meios marinho, aquático e terrestre. São, portanto, o primeiro elo da cadeia, que sustenta todos os elos subsequentes. Além de fornecer alimento a animais, fungos, bactérias e protistas, as plantas também fornecem abrigo a estes seres e a seus ovos e filhotes.

No entanto, a predação não é a única relação ecológica a que as plantas estão submetidas, existindo também relações benéficas, como as observadas entre plantas e polinizadores. Em algumas espécies, existem associações com certos insetos, como formigas, que recebem abrigo ou alimento da planta, protegendo-a, em troca, contra predadores.

Há mesmo plantas que dependem de outras plantas. Algumas famílias botânicas, constituídas por plantas parasitas, dependem da seiva de outras espécies para obter nutrientes. Existem também milhares de espécies epífitas que dependem de plantas maiores para se alojar, normalmente não causando qualquer dano ao hospedeiro.
Relações ecológicas

A dioneia, uma espécie de planta carnívora.

Inúmeros animais evoluíram junto com as plantas. Muitos animais polinizam flores em troca de alimentos sob a forma de pólen ou néctar. Muitos animais dispersam sementes, muitas vezes por comer frutos e passar as sementes em suas fezes. Mirmecófitas são plantas que evoluíram comformigas. A planta fornece uma casa e às vezes comida para as formigas. Em troca, as formigas defendem as plantas dos herbívoros e em algumas vezes das plantas concorrentes. Os resíduos das formigas fornecem fertilizantes orgânicos.

A maioria das espécies de plantas têm vários tipos de fungos associados aos sistemas de sua raiz em uma espécie de simbiose mutualísticaconhecida como micorriza. Os fungos ajudam as plantas a obterem água e nutrientes minerais do solo, enquanto a planta fornece aos fungos carboidratos produzidos na fotossíntese. Algumas plantas servem como residências para fungos endófitos que protegem a planta de herbívoros através da produção de toxinas. O fungo endófito Neotyphodium coenophialum, em uma espécie de festuca (Festuca arundinacea) causa danos econômicos enormes para a indústria de gado nos Estados Unidos.

Várias formas de parasitismo também são bastante comuns entre as plantas, desde o semi-parasitário visco, que se limita a alguns nutrientes de seu hospedeiro, mas ainda tem as folhas fotossintetizantes, até as inteiramente parasitárias orobanche e Lathraea, que adquirem todos os seus nutrientes por meio de conexões com as raízes de outras plantas, e assim não tem clorofila. Algumas plantas, conhecidas como mico-heterótrofos, parasitam fungos micorrízicos e, portanto, atuam como epiparasitas em outras plantas.

Muitas plantas são epífitas, o que significa que crescem sobre outras plantas, geralmente árvores, sem parasitá-las. Epífitas podem indiretamente prejudicar a sua planta hospedeira, interceptando nutrientes minerais e luz que a anfitriã em outra situação receberia. O peso de um grande número de epífitas pode quebrar galhos de árvores. Hemiepífitas como o estrangulador de figueira começam como epífitas, mas acabam estabelecendo suas próprias raízes e dominando e matando seu hospedeiro. Muitas orquídeas, broméliass, samambaias e musgos geralmente crescem como epífitas. Bromélias epífitas acumulam água nas axilas das folhas para formar um fitotelmo, complexa cadeia alimentar aquática.27
Ver também
A Wikipédia possui o portal:
Portal de biologia

Flor
Fruto
Raiz
Semente
Folhas
Caule
Fotossíntese
Plantas do Brasil
Plantas de Portugal
Referências

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Ir para cima↑ Vegetabilia in the free dictionary
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Ir para cima↑ http://toeweb.org/Gree_plants
Ir para cima↑ Based on Rogozin, I.B.; Basu, M.K.; Csürös, M. & Koonin, E.V. (2009), "Analysis of Rare Genomic Changes Does Not Support the Unikont–Bikont Phylogeny and Suggests Cyanobacterial Symbiosis as the Point of Primary Radiation of Eukaryotes", Genome Biology and Evolution 1: 99–113, doi:10.1093/gbe/evp011, PMID 20333181 and Becker, B. & Marin, B. (2009), "Streptophyte algae and the origin of embryophytes", Annals of Botany 103 (7): 999–1004, doi:10.1093/aob/mcp044, PMID 19273476; see also the slightly different cladogram in Lewis, Louise A. & McCourt, R.M. (2004), "Green algae and the origin of land plants", Am. J. Bot. 91 (10): 1535–1556, doi:10.3732/ajb.91.10.1535, PMID 21652308
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Tudo Sobre Plantas - Enciclopédia Botânica Online (em português)

veClassificação do domínio Eukaryota (eucariotas)

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Plantas

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