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sábado, 11 de janeiro de 2014

Reino Animal e Centelha Divina

Reino Animal
Fonte: O Karma Genético, pag. 17
http://www.herickusami.org/



No reino animal a centelha sofrerá o mesmo processo de encarnação; se dividirá, formando um espírito masculino e outro feminino.

Adquirirá um corpo astral e um físico, dando-se assim a encarnação. Desta vez, suponhamos que seja um colibri.

Este colibri nasce e a evolução do espírito começa a se processar. Mas no reino animal o espírito sofre expansão diferente. Esta, limita-se somente ao desenvolvimento do seu corpo, quer dizer, os filhotes do colibri não pertencerão ao mesmo espírito do colibri mãe. 

Cada filhote é um espírito completamente independente. Sua ligação, mãe e filho, se dá apenas geneticamente e pela afinidade.

Este colibri desenvolve-se e chega a maturidade e por um certo período de tempo, evoluirá. Depois, desencarnará, para tornar-se um animal mais evoluído. Ao desencarnar, ele associa-se a mais onze espíritos de igual estágio evolutivo e funde-se com eles. Formam um décimo terceiro espírito mas único. Este encarna agora, em uma gaivota.


A gaivota repetirá o mesmo processo. Ao desencarnar une-se a mais onze espíritos de igual evolução para formar um único e poder encarnar em corpo físico superior.

O espírito animal, para poder encarnar em outro estágio mais evoluído, dentro da cadeia natural de evolução, também necessita unir-se a mais onze para formar um único.

O espirito animal ao atingir o seu estágio mais adiantado, de símio, desencarna. Doze espíritos de símios fundem-se formando um único de polaridade masculina. Esta será uma das polaridades da centelha. Mais doze espíritos símios fêmeas fundem-se, formando a outra polaridade da centelha.

Os de polaridade positiva e negativa (masculina e feminina) fundem-se formando a centelha animal mais evoluída. Esta centelha funde-se à consciência cósmica, retornando, então como centelha humana.

A centelha humana divide-se em duas, ou seja, suas polaridades separam-se, formando um homem e uma mulher.

Animalia
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

O reino Animalia, Animal ou Metazoa1 é composto por seres vivos pluricelulares, Eucariontes, heterotróficos, cujas células formam tecidos biológicos, com capacidade de responder ao ambiente que os envolve ou, por outras palavras, pelos animais.2

A maioria dos animais possui um plano corporal que se determina à medida que se tornam maduros e, exceto em animais que metamorfoseiam, esse plano corporal é estabelecido desde cedo em sua ontogenia quando embriões.

O estudo científico dos animais é chamado zoologia, que tradicionalmente estudava, não só os seres vivos com as características descritas acima, mas também os protozoários. Como resultado de estudos filogenéticos, consideram-se os Protista como um grupo separado dos animais. 3

Coloquialmente, o termo "animal" é frequentemente utilizado para referir-se a todos os animais diferentes dos humanos e raramente para referir-se a animais não classificados como Metazoários. A palavra "animal" é derivada do latim anima, no sentido de fôlego vital, e entrou na língua portuguesa através da palavra animalis. Animalia é seu plural.4

Para saber mais, clique sobre Mais informações, abaixo.



Índice
1 Desenvolvimento e evolução
2 Características distintivas
3 Evolução e formas básicas
4 Metazoa
5 História da Classificação
6 Referências
7 Ver também
8 Ligações externas


Desenvolvimento e evolução

Animais são eucariontes, e divergiram do mesmo grupo dos protozoários flagelados que deram origem aos fungos e aos coanoflagelados. Estes últimos são especialmente próximos por possuírem células com "colarinhos" aparecendo somente entre eles e as esponjas, e raramente em certas outras formas de animais. Em todos estes grupos, as células móveis, geralmente os gametas, possuem um único flagelo posterior com ultra-estrutura similar.

Os animais adultos são tipicamente diplóides, produzindo pequenos espermatozóides móveis e grandes ovos imóveis. Em todas as formas o zigotofertilizado divide-se (clivagem) para formar uma esfera oca chamada blástula, que então sofre rearranjo e diferenciação celular. As blástulas são provavelmente representativas do tipo de colônia de onde os animais evoluíram; formas similares ocorrem entre os flagelados, como os Volvox.

Características distintivas

A distinção mais notável dos animais é a forma como as células se seguram juntas. Ao invés de simplesmente ficarem grudadas juntas, ou seguradas em um local por pequenas paredes, as células animais são conectadas por junções septadas, compostas basicamente por proteínaselásticas (colágeno é característico) que cria a matriz extracelular. Algumas vezes esta matriz é calcificada para formar conchas, ossos ou espículas, porém de outro modo é razoavelmente flexível e pode servir como uma estrutura por onde as células podem mover-se e reorganizar-se.

Evolução e formas básicas

Exceto por uns poucos traços fósseis questionáveis, as primeiras formas que talvez representem animais aparecem nos registros fósseis por volta do Pré-Cambriano. São chamadas Biota Vendiana e são muito difíceis de relacionar com as formas recentes. Virtualmente todos os restantes filos fazem uma aparição mais ou menos simultânea durante o período Cambriano. Este efeito radioativo massivo pode ter surgido devido a uma mudançaclimática ou uma inovação genética e é tão inesperada que é geralmente chamada de Explosão Cambriana.

As esponjas (Porifera) separaram-se dos outros animais muito cedo e são muito diferentes. Esponjas são sésseis e geralmente alimentam-seretirando as partículas nutritivas da água que entra através de poros espalhados por todo o corpo, que é suportado por um esqueleto formado porespículas. As células são diferenciadas, porém, não estão organizadas em grupos distintos. 5

Existem também três filos "problemáticos" - os Rhombozoa, Orthonectida, e Placozoa - e possuem uma posição incerta em relação aos outrosanimais. Quando eles foram inicialmente descobertos, os Protozoa foram considerados como um filo animal ou um sub-reino, porém, como eles são geralmente desrelacionados e mais similares às plantas do que animais, um novo reino, o Protista, foi criado para abrigá-los.

Metazoa
Independentemente disso, todos os animais pertencem a um grupo monofilético chamado Metazoa (ou Eumetazoa quando o nome Metazoa é usado para todos os animais), caracterizado por uma câmara digestiva e camadas separadas de células que diferenciam-se em vários tecidos. Características distintivas dos metazoários incluem um sistema nervoso e músculos.

Os Metazoa mais simples apresentam simetria radial - por esta razão, são classificados como Radiata (em contraposição com os Bilateria, que têmsimetria bilateral). Para além disso, estes animais são diploblásticos, isto é, possuem dois folhetos embrionários. A camada exterior (ectoderme) corresponde a superfície da blástula e a camada interior (endoderme) é formada por células que migram para o interior. Ela então se invagina para formar uma cavidade digestiva com uma única abertura, (o arquêntero). Esta forma é chamada gástrula (ou plânula quando ela é livre-natante). OsCnidaria e os Ctenophora (águas vivas, anémonas, corais, etc) são os principais filos diploblásticos. Os Myxozoa, um grupo de parasitasmicroscópicos, têm sido considerados cnidários reduzidos, porém, podem ser derivados dos Bilateria.

As formas restantes compreendem um grupo chamado Bilateria, uma vez que eles apresentam simetria bilateral (ao menos um algum grau), e são triploblásticos. A Blástula invagina sem se preencher préviamente, então o endoderma é apenas seu forro interior, a parte interna é preenchida para formar o terceiro folheto embrionário entre eles (mesoderme). Os animais mais simples dentre estes são os Platyhelminthes (vermes achatados, como a ténia), que podem ser parafiléticos ao filo mais alto.

A vasta maioria dos filos triploblásticos formam um grupo chamado Protostomia. Todos os animais destes filos possuem um trato digestivo completo (incluindo uma boca e um ânus), com a boca se desenvolvendo do arquêntero e o ânus surgindo depois. A mesoderme surge como nos Platyhelminthes (vermes achatados, como a planária), de uma célula simples, e então divide-se para formar uma massa em cada lado do corpo. Geralmente há uma cavidade ao redor do intestino, chamada celoma, surgindo como uma divisão do mesoderma, ou ao menos uma versão reduzida disso (por exemplo, um pseudoceloma, onde a divisão ocorre entre o mesoderma e o endoderma, comum em formas microscópicas).

Alguns dos principais filos protostômios são unidos pela presença de larva trocófora, que é distinguida por um padrão especial de cílios. Estes criam um grupo chamado Trochozoa, compreendendo os seguintes:
Filo Nemertea (ribbon worms)
Filo Mollusca (caracóis, lulas, etc)
Filo Sipuncula
Filo Annelida (vermes segmentados - minhoca)

Tradicionalmente o Arthropoda - o maior filo animal incluindo insetos, aranhas, caranguejos e semelhantes - e dois pequenos filos proximamente relacionados a eles, o Onychophora e Tardigrada, têm sido considerados relativamente próximos aos anelídeos por causa de seu plano desegmentação corporal (a hipótese dos Articulata). Esta relação está em dúvida, e parece que eles, ao invés disso, pertençam a várias minhocas pseudocelomadas - os Nematoda, Nematomorpha (minhocas cabelo-de-cavalo), Kinorhyncha, Loricifera, e Priapulida - que compartilham entre siecdise (muda do exosqueleto) e muitas outras características. Este grupo é conhecido como Ecdysozoa.

Existem vários pseudocelomados protostomados que são difíceis de serem classificados devido ao seus pequenos tamanhos e estruturas reduzidas. Os Rotifera e Acanthocephala são extremamente relacionados entre si e provavelmente pertencem proximamente aos Trochozoa. Outros grupos incluem os Gastrotricha, Gnathostomulida, Entoprocta, e Cycliophora. O último foi descoberto apenas recentemente, e como pouca investigação foi feita nos fundos marinhos, provavelmente mais coisas serão ainda descobertas. A maioria destes foi agrupada dentro do filoAschelminthes, junto com os Nematoda e outros, porém eles não aparentam possuir relações filogenéticas entre si.

Os Brachiopoda (braquiópodes), Ectoprocta (ou Bryozoa, os briozoários) e os Phoronidas formam um grupo chamado Lophophorata, graças à presença compartilhada de um leque de cílios ao redor da boca chamado lofóforo. As relações evolucionárias destas formas não são muito claras - o grupo tem sido considerado como parte dos "deuterostomados", e talvez seja "parafilético". Eles são mais relacionados aos "Trochozoa", contudo, e os dois são frequentemente agrupados como Lophotrochozoa.

Os Deuterostomados diferem dos Protostomados de várias formas. Eles também possuem um trato digestivo completo, mas neste caso o arquêntero desenvolve-se no ânus. A mesoderme eceloma não se desenvolvem da mesma forma, e sim da evaginação da endoderme, diz-se então, de origem enterocélica. E, finalmente, a clivagem dos embriões é diferente. Tudo isto sugere que as duas linhas são separadas e monofiléticas. Os deuterostomados incluem:
Filo Chaetognatha
Filo Echinodermata (estrelas-do-mar, ouriços-do-mar, pepinos-do-mar etc)
Filo Hemichordata
Filo Chordata (vertebrados e semelhantes)

Também há alguns filos animais extintos, não havendo muito conhecimento sobre sua embriologia ou estrutura interna, tornando-se assim difíceis de se classificar. Estes são, em sua maioria, vindos do período Cambriano, e incluem
Filo Archaeocyatha (possíveis esponjas)
Filo Conulariida (possíveis cnidários)
Filo Conodonta (possíveis cordados ou relativamente próximos disso).
Filo Lobopodia (possíveis artrópodos)
Filo Sclerotoma (diferentes formas com escleritos)[carece de fontes]
Filo Vendozoa (algumas formas do Pré-Cambriano, possívelmente nem mesmo animais)
Filo Vetulicolia (possíveis deuterostômios)
Desconhecido (algumas formas como Clloiudina e Hiyollitthes)

História da Classificação

Carl von Linné, conhecido como "pai da taxonomia moderna".

No esquema original de Lineu, os animais eram de um dos três reinos, divididos nas classes de Vermes, Insetos, Peixes, Anfíbios, Répteis, Aves e Mamíferos. Os quatro últimos foram subunidos em um único grupo, o Chordata, enquanto que as outras várias formas foram separadas. As listas citadas neste artigo representam a atual compreensão do grupo, embora haja variações de fonte para fonte.
Referências

Ir para cima↑ Catálogo de nomes científicos dos animais. (em inglês). Zoo Bank. Página visitada em 13 de Fevereiro de 2012.
Ir para cima↑ Reino Animal (em inglês). IndianChild.com. Página visitada em 13 de Fevereiro de 2012.
Ir para cima↑ O reino Animália. Brasil Escola. Página visitada em 13 de Fevereiro de 2012.
Ir para cima↑ University of California, Berkeley - Eukariota (em inglês). Californy University. Página visitada em 13 de Fevereiro de 2012.
Ir para cima↑ Espécies de animais. TodaBiologia.com. Página visitada em 13 de Fevereiro de 2012. 

WWF Portugal - Por um Planeta Vivo
WWF Brasil - Por um Planeta Vivo

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