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segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

Droga sal de banho e mefedrona mais MDPV










Não se espante se você sair de casa para ir ao trabalho, colégio ou em qualquer outro lugar, e se deparar com algumas pessoas totalmente fora de si, como se fossem zumbis. Eles estão sob o efeito de uma droga, chamada de "sais de banho".



O efeito dessa droga faz com que a pessoa perca a noção de si e de tudo ao seu redor, ela vira um verdadeiro monstro, não reconhecendo a si e nem seus familiares e amigos próximos; ela vira uma outra pessoa.

Os sais de banho são chamados assim porque a droga foi comercializada dessa forma; ela é vendida em pacotinhos e, quando você abre, parece sabonete em pó.

Droga sal de banho é mefedrona mais MDPV e
tem efeito pior do que cocaína, LSD e Ecstasy juntas

Fonte: http://noticias.r7.com/saude/noticias/droga-vendida-como-sal-de-banho-tem-efeito-pior-do-que-cocaina-lsd-e-ectasy-juntos-20110719.html

Substância usada em boates deixa consumidor psicótico.
Com o singelo rótulo de "sais de banho", uma droga devastadora, que entrou nos Estados Unidos há cerca de um ano (2013), disseminou-se e agora alarma médicos por causa de seus efeitos psicóticos e paranoicos.

Trata-se de uma mistura de substâncias jamais testada em humanos, cuja fórmula foi banida em 1928 dos 51 Estados americanos.

Em 2010, a Associação Americana de Centros de Controle de Envenenamento (AAPCC, na sigla em inglês) registrou 303 pessoas atendidas em hospitais por contaminação pela droga.


Esse total subiu para 3.470 no primeiro semestre deste ano. Segundo Mark Ryan, PhD em Farmácia e diretor do Centro de Envenenamento de Louisiana, o efeito do remédio é semelhante ao uso de um coquetel de drogas pesadas.

- Se você misturar todos os piores efeitos da cocaína, do LSD, do PCP e do ecstasy terá um resultado comparável ao dos sais de banho.

Em geral, a droga é fabricada com base em duas substâncias: a metilenodioxipirovalerona (MDPV) e a mefedrona.

A primeira, o MDPV,  é um elemento altamente viciante para que o usuário fique viciado já na primeira dose. 
A segunda, a Mefedrona, é uma síntese química da catinona, composto estimulante do khat, uma planta do norte da África cuja venda é ilegal nos EUA, mas usada em vários países como base de defensivos agrícolas ou repelente de insetos.

Nos Estados Unidos, apesar das proibições, o acesso à droga ainda é fácil no país. Ainda pode ser encontrada na internet, em lojas de conveniência e até entre os verdadeiros sais de banho, com sugestivos nomes: Pomba Vermelha, Seda Azul, Zoom, Nuvem Nove, Neve Oceânica, Onda Lunar, Céu de Baunilha e Furacão Charlie.

Usuários têm sido levados aos prontos-socorros por comportamento violento, pressão sanguínea elevada, alucinações e crises paranoicas. Geralmente, são internados no setor psiquiátrico.

Brasil

Por aqui, a mefedrona é conhecida como miau-miau e, segundo Reinaldo Correa, delegado da divisão de Prevenção e Educação do Denarc (Departamento de Investigações sobre Narcóticos), é utilizada em clubes noturnos.

Para saber mais, clique sobre Mais informações, abaixo.

Segundo Correa, o defensivo agrícola recomendado para o uso em jardinagem doméstica costuma ser consumido em cápsulas ou injetado na veia. O efeito é parecido com o do ecstasy. Dentre os efeitos colaterais estão palpitações, náusea, insônia e sangramento que pode levar à morte.

A Mefedrona é uma substancia derivada da catinona, que possui efeito estimulante e empatógeno mais potente que as outras substancias de sua família. Foi muito utilizada na Europa em meados de 2010 por ser uma alternativa ainda legal, mais barata e mais energética do que o MDMA. E por ter um efeito único e causador de uso compulsivo que criou um grande séquito de usuários pelo mundo todo. Especialmente por onde a cultura da musica eletrônica era muito difundida entre os jovens e jovens adultos, inclusive pelo fato de até então não ser identificada em exames que identificavam o uso de drogas. Causou centenas mortes por abuso da substancia e foi proibida em grande parte dos países pelo mundo todo.

No Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária decidiu incluir a substância na relação de drogas de uso e comércio proscrito no Brasil, que consta na Portaria 344.3 Era vendida como fertilizante, afim de driblar as leis que regulamentam os produtos químicos e poder ser comercializada de forma livre e aberta, inclusive por meio dos correios.

Efeitos

A droga apresenta efeitos parecidos com o do ecstasy e cocaína. O usuário ganha euforia, aumento compulsivo de desejo sexual, visão turva, inquietação, fala rápida, aumento dos níveis de alerta e desejo de socializar-se. Produz sudorese exagerada, além de sede e pode ainda causar uma perda na noção de limite do desejo de hidratação, criando a possibilidade de uma intoxicação por excesso de hidratação.

Pode ainda causar um aumento considerável dos batimentos cardíacos e se consumida em excesso pode causar alucinações e até ataques cardíacos.

A readministração frequente pode causar problemas na circulação do indivíduo, problemas na mucosa nasal em caso de uso por insuflação e um baque emocional após o término do plateau da substância.

Vale lembrar também que a substância não passa por controle de qualidade como quando ainda não era ilegal (pois antes tinha uma pureza de cerca de 98%), logo a sua ingestão constitui um risco ainda maior ao usuário, o que cria mais um fator de risco aos usuários.


MDPV
Fonte: Wikipedia em Espanhol

O metilendioxipirovalerona (MDPV) é uma droga psicoativa com potentes efeitos estimulantes que atua como um inibidor da recaptação da norepinefrina e dopamina.



Foi desenvolvida primeira vez em 1969 e manteve-se nas sombras, até cerca de 2004, quando se começou a sintetiza-la como a uma combinação de medicamentos. 

Ela também é conhecida em Inglês como: Ivory Wave MDPK, MTV, Magic, Maddie, Black Rob, Super Coke, PV e Peeve,; em espanhol como "Ivory Wave", "Vanilla Sky", "Bênção", "Drogas canibal" (embora se tenha negado que esta droga causa canibalismo) 1 e "White Lightning".

Em 2010, se começou a vender sais de banho contendo MDPV por ser altamente viciante.2 Três drogas têm sido atribuídas aos danos psicológicos e físicos relacionados ao uso MDPV.4 5


Efeitos

O MDPV atua como um estimulante, semelhante aos da cocaína, anfetamina e metilfenidato em seus efeitos. Efeitos agudos podem incluir: 



Efeitos fisiológicos e psicológicos

taquicardia.

hipertensão.

vasoconstrição.

insônia

náuseas.

bruxismo.

aumento da temperatura corporal, calafrios, sudorese.

dor de cabeça.

cólica renal.

zumbido

tontura

hiperestimulação.

dispneia

agitação; hipertonia.

paranóia

confusão

delírios

ansiedade, comportamento violento.

pensamentos ou ações suicidas.

Os sintomas psiquiátricos podem persistir. Os sintomas físicos podem progredir para rabdomiólise, insuficiência renal, convulsões, acidose metabólica, insuficiência respiratória ou insuficiência hepática

Efeitos psicológicos

Euphoria.

Aumento da vigilância e conscientização.

Aumento da vigília e excitação.

Aumento da energia e motivação.

Estimulação mental / aumento da concentração.

O aumento da sociabilidade.

Efeitos de estimulação / afrodisíacas sexual.

Empathogens efeitos leves.

Percepção da redução da necessidade de comida e sono.


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