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sábado, 31 de janeiro de 2015

O Caminho La Vojo

O Caminho - La Vojo



Uma poesia de inspiração para os Líderes
"Olá, vi este blog por acaso.

Sou esperantista, e gostaria de deixar a tradução deste lindo poema de Zamenhof. (vide o original no final da postagem.)

Acredito que minha tradução possa ser melhorada, mas dá para ter uma ideia da força de pensamento daquele extraordinário homem, Zamenhof.



O caminho 

Na vasta escuridão bruxuleia o alvo, 
para o qual corajosamente caminhamos. 
E tal qual uma estrela no céu noturno, 
Ele nos indica a direção. 

E não nos amedrontam as aparições noturnas, 
Nem golpes da sorte, nem sarcasmos dos homens, 
Pois que claro e direto e bem definido é o caminho por nós escolhido. 

Apenas em frente, com coragem e sem desviar,
Trilhemos o caminho indicado! 

Até uma pequena gota, continuamente a bater, 
perfura uma montanha de granito. 


A esperança, a obstinação e a paciência
 – São as marcas com cujas potências,
 nós passo após passo, após longo trabalho,
 atingiremos o alvo com glória.


 Nós plantamos e plantamos,
 jamais nos cansamos, 
Pensando nos tempos vindouros,

 Cem sementes se perdem, mil sementes se perdem
 – nós plantamos e plantamos continuamente.
 "Oh, parem!" zombando, nos advertem,
 - "Não parem, não parem!"
 soa em nossos corações:

 "Obstinadamente sigam em frente! 
os netos os abençoarão, 
Se suportarem pacientemente".


 Se longa aridez ou ventos súbitos,
 dilaceram folhas murchas, 
Agradecemos ao vento, e, renovados,
Adquirimos novas forças. 

Nosso bravíssimo grupo já não morrerá, 
Nem o intimidará o vento nem estagnação.

Obstinado ele marcha, posto à prova, endurecido, 
Rumo ao objetivo uma vez assinalado! 


Apenas em frente, com coragem e sem desviar, 
Trilhemos o caminho indicado! 
Até uma pequena gota, continuamente a bater, 
perfura uma montanha de granito. 

A esperança, a obstinação e a paciência
 – São as marcas com cujas potências,
 nós passo após passo, após longo trabalho,
 atingiremos o alvo com glória.

Traduzido por: Cláudio Edijanio



La vojo

L.L. Zamenhof

Tra densa mallumo briletas la celo,
al kiu kuraĝe ni iras.
Simile al stelo en nokta ĉielo,
al ni la direkton ĝi diras.

Kaj nin ne timigas la noktaj fantomoj,
nek batoj de l' sortoj, nek mokoj de l' homoj,
ĉar klara kaj rekta kaj tre difinita
ĝi estas, la voj' elektita.

Nur rekte, kuraĝe kaj ne flankiĝante,
ni iru la vojon celitan!
Eĉ guto malgranda, konstante frapante,
traboras la monton granitan.

L' espero, l'obstino kaj la pacienco –
jen estas la signoj, per kies potenco
ni paŝo post paŝo, post longa laboro,
atingos la celon en gloro.

Ni semas kaj semas, neniam laciĝas,
pri l' tempoj estontaj pensante.
Cent semoj perdiĝas, mil semoj perdiĝas, –
ni semas kaj semas konstante.

"Ho, ĉesu!" mokante la homoj admonas, –
"Ne ĉesu, ne ĉesu!" en kor' al ni sonas:
"Obstine antaŭen! La nepoj vin benos,
se vi pacience eltenos".


Se longa sekeco aŭ ventoj subitaj
velkantajn foliojn deŝiras,
ni dankas la venton, kaj, repurigitaj,
ni forton pli freŝan akiras.

Ne mortos jam nia bravega anaro,
ĝin jam ne timigos la vento, nek staro,
obstine ĝi paŝas, provita, hardita,
al cel' unufoje signita!

Nur rekte, kuraĝe kaj ne flankiĝante
ni iru la vojon celitan!

Eĉ guto malgranda, konstante frapante,
traboras la monton granitan.

L' espero, l' obstino kaj la pacienco –
jen estas la signoj, per kies potenco
ni paŝo post paŝo, post longa laboro,
atingos la celon en gloro."
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