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quarta-feira, 29 de abril de 2015

Rio do Sul uma cidade digital adota Google For Education em toda a rede de ensino municipal


Rio do Sul, uma cidade digital, adota Google For Education em toda a rede de ensino municipal













Foto: Equipe de Funcionários da Secretaria de Educação de Rio do Sul.
Cortesia de Regina Garcia Ferreira


Funcionários da Secretaria de Educação do Município de Rio do Sul estão recebendo treinamento da catarinense Qi Network, parceira estratégica da Google no Brasil para a modernização da área de educação do município, por meio da implementação da solução Google for Education, sendo a primeira rede no ensino público municipal no Brasil a utilizar o sistema. 



São 15 turmas, entre educadores, técnicos, coordenadores e diretores engajados e participando ativamente dos encontros. 

Uma experiência útil, tranquila e, acima de tudo, valiosa.





O objetivo do Governo é aumentar o acesso à tecnologia, por isso investir em educação é essencial. 

Quando o programa estiver de fato funcionando, alunos e professores poderão compartilhar entre si o conteúdo das aulas, exercícios, fotos e vídeos de modo a estimular o aprendizado e ao mesmo tempo fazer com que a criança se familiarize com as ferramentas.



Funcionários da Secretaria de Educação do Município de Rio do Sul estão recebendo treinamento da catarinense Qi Network,...
Posted by Regina Garcia Ferreira on Sexta, 24 de abril de 2015


segunda-feira, 20 de abril de 2015

First Class oferece servico de Lista de Casamento para atender demanda de clientes em 2015

First Class oferece serviço de “Lista de Casamento” para atender demanda de clientes em 2015



Na hora de preparar uma lista de presentes para enviar para os convidados, uma das dificuldades da noiva é a localização da loja. Pensando nisso, a First Class, uma das maiores redes de venda de artigos de cama, mesa e banho do Brasil, oferece um serviço de “Lista de Casamento” com uma linha completa para o enxoval, com um mix de produtos de alta qualidade para todos os bolsos. A lista inclui opções para o quarto do casal, quarto de hóspedes, banheiro do casal, banheiro de hóspedes, copa e cozinha. E o melhor, o serviço está disponível em todas as lojas da rede. São mais de 150 endereços em todo o país. Uma facilidade na hora de preparar um momento tão especial. Quem quiser, também pode utilizar o serviço para chá de panela, chá de casa nova, bodas ou até para um aniversário. Afinal, quem não gosta de receber presentes de qualidade que deixam a casa mais bonita e confortável? O serviço é gratuito.



Para fazer a lista, basta visitar uma das lojas da First Class e escolher os produtos, cores e estampas que combinam com o estilo do casal e com a decoração da casa. A lista fica disponível nas lojas e em um link exclusivo para que você possa acompanhar. Além disso, a First Class envia para a noiva e-mails informando os presentes que já foram comprados. A lista pode ser criada com até 90 dias de antecedência. Os presentes podem ser retirados na loja ou recebidos em casa.

quarta-feira, 15 de abril de 2015

Parabens GEGs pelo primeiro ano de aniversario em 15 05 2015

Parabéns GEGs pelo primeiro ano de aniversario em 15.05.2015

Transmitido ao vivo em 15 de abr de 2015




Feliz Aniversário!


Pessoal, os líderes GEG irão se reunir hoje virtualmente para cantar um parabéns para o programa GEG que completa 1 ano hoje!!!!!!!! 

O Parabéns será transmitido ao vivo para todos no Google+, O parabéns vai ocorrer às 18:30hs do dia 15 de Abril.

 A transmissão terá inicio às18:15hs. Assista como foi! Confira!!





terça-feira, 14 de abril de 2015

SENATED Segundo Seminario Nacional de Tecnologias na Educacao

E vem aí o SENATED 2.0!

Seminário Nacional de Tecnologias na Educação
Após o grande sucesso do primeiro SENATED em 2014, comunico aqui que a nova edição do SENATED – Seminário Nacional de Tecnologias na Educação está lançada! :)
Trata-se de uma oportunidade imperdível para todos que estão neste universo de aprender e ensinar online, que amam a educação e acreditam que precisamos nos aliar às tecnologias para inovar as nossas práticas de ensino.
O evento é online e gratuito de 17 a 23 de maio de 2015 e os temas desta edição estão fantásticos! Estou muito feliz de promover este evento levando conteúdos de forma online a tantas pessoas e lugares distintos do mundo! Sim… a internet é mesmo incrível! Chego a arrepiar ao pensar na dimensão tempo e alcance que a internet nos traz.
Convido os leitores do Blog Mais Cursos Online a se inscrevem no evento, a participarem das discussões e a divulgar esta oportunidade para o maior número de pessoas possíveis! Vamos lá?
Seminário Nacional de Tecnologias na Educação
Seminário Nacional de Tecnologias na Educação
O evento também está com a página no Facebook, onde você pode ficar sabendo de todas as novidades e compartilhar. Para acessar a nossa página, clique aqui ~> http://www.facebook.com/senated

Assista ao video no Youtube do Lançamento do Programa pela Cris Mendes abaixo
https://www.youtube.com/watch?v=sut6_NB9EU0#t=2306



O fado portugues como origem a partir dos escravos negros levados para Portugal

OS NEGROS NA CULTURA POPULAR PORTUGUESA 
O fado português como origem a partir  dos escravos negros levados para Portugal


Por Carlos Cardoso 


No “Álbum de Costumes Portugueses”, de 1887, Júlio Cesar Machado e Fialho de Almeida descrevem três figuras 

1-“O Preto Caiador”, 














2- A“Preta do Mexilhão” 

e o 
3- “Preto de S. Jorge”, 



perante estas figuras e conhecendo um pouco da história da escravatura em Portugal, questionei-me sobre a influência destes africanos arrancados às suas nações na nossa cultura popular. 

Uma outra influência é na origem do fado, que parece despontar da imensa popularidade nos séculos XVIII e XIX, e da sua síntese popular com outros gêneros afins, como o Lundu, um gênero musical proveniente de Angola.

Para entendermos se existem eventuais influencias, é necessário conhecer um pouco da história da escravatura, pois era essa a condição da maioria desses negros. 

Desde as suas origens, Portugal conhecia o regime da escravidão, não apenas devido à norma de transformar os mouros vencidos na guerra em cativos ou servos, mas através de relações de comércio com mercadores árabes ou mesmo pela ação de pirataria realizada diretamente pelos seus navios na região do Mediterrâneo fronteira ao Norte de África. 


Havia desde meados do século XIV postos de venda de cativos na Rua Nova de Lisboa, onde se comerciavam peças trazidas inclusive de Sevilha – que em Castela funcionava como entreposto – e, segundo um documento encontrado pelo pesquisador no Convento de Chelas, uma das freiras desta casa lá comprara por 150 libras em 1368 a um mercador sevilhano uma jovem moura de pele branca chamada Moreima. 


Através das trocas comerciais os portugueses entraram em contato mais íntimo com negros africanos das regiões denominadas pelos mouros de bailad-as-Sudan, o além-Sara para o sul, habitado pelos negros islamizados do Sudão, e das áreas ocidentais vizinhas dos rios Níger e Senegal, ao norte do Equador. 

As primeiras remessas de negros da Guiné para Portugal na segunda metade do século XV. 

As consecutivas tentativas de conquista resultam sempre no sequestro de numerosos “inimigos”, não fosse talvez esse o verdadeiro propósito. 

Foram escravos idos das Ilhas Canárias que proporcionaram um núcleo econômico rentável na ilha da Madeira através da extração de madeira e produção de açúcar de cana. 


De notar que as bulas Dum Diversus e Divino Amore Communiti, de 18 de Junho de 1452, que autorizavam o direito de filhar pagãos e reduzi-los à escravidão, haviam sido concedidas pelo papa Nicolau V em concordância com os argumentos dos portugueses que alegavam despesas com as navegações, assegurando a exploração tranquila da mão-de-obra escrava em esquemas de produção agrícola para exportação. 

Para saber mais, clique sobre Mais Informações, abaixo



Uma das dificuldades de determinação do número de escravos negros africanos que entraram em Portugal desde o início do século XV é o fato ser empregado invariavelmente o termo negro para designar, de forma genérica, todos os tipos raciais de pele morena com quem se relacionavam. 

Como resultado de um longo processo de observação, o povo passou a denominar o tipo de negro de pele mais escura com o nome da cor que por comparação lhe correspondia na linguagem comum, ou seja, a preta. 

A partir de então, um negro cuja pele fosse tão escura que lembrasse a cor preta começou a ser chamado homem preto e logo, por economia, preto.

 O termo negro continuaria a constituir, oficialmente, o nome genérico para a gente das mais variadas graduações de cor de pele, a partir do amorenado ou pardo até os tons mais fechados, mas, para o povo em geral, o negro mais caracteristicamente africano passaria a ser sempre o preto. 

Ainda assim, estima-se que o número de escravos em Portugal era bastante elevado. 

Em 1551 a capital lusitana teria cerca de 100.00 habitantes, dos quais 9.900 eram escravos, ou seja 9,9% da população. 

Ao longo dos sec. XVI e XVII a mão-de-obra escrava representava já 10% da população total do Algarve e Alentejo e também era visível no Norte de Portugal e em outras regiões. 

O motivo da substituição do jornaleiro livre pelos escravos, não poderia ser a falta de gente em Portugal mas sim, o regime da grande propriedade, do latifúndio, que imperava no Alentejo e se arrastaria por centenas de anos. 

A utilização incessante dessa mão-de-obra, de meados do século XV até à segunda metade do século XVII, fixou-se e estabilizou-se em certas áreas do mundo agrícola, declinando, porém, no século XVIII, em virtude da gradual redução no ritmo da substituição desse tipo específico de trabalho. 


Mas, mesmo em declínio, não cessou de existir, alimentada pela circunstância cruel de o filho de escravos herdar a condição dos pais, e, assim, quando em 1761 o Alvará de 19 de Setembro, providenciado pelo marquês de Pombal, determina o fim da entrada de escravos em Portugal, apenas nas províncias a sul do Tejo ainda trabalham nos campos 4.000 a 5.000 escravos. 


O próprio texto do Alvará de Libertação demonstra que foram as razões de ordem econômica responsáveis pela extinção do trabalho escravo na agricultura portuguesa: com a exploração do ouro brasileiro das Minas Gerais a exigir cada vez maior número de escravos, o desvio desse tipo de mão-de-obra para território português constituía um desfalque na conquista da riqueza mais rápida, pela via colonial. 


O poder real foi obrigado a reiterar o Alvará de 12 anos depois, porque muitos proprietários de escravos, não desejando perder o capital aplicado na compra das suas máquinas de produzir trabalho, continuavam a explorá-las clandestinamente.


 “Preta do Mexilhão” De fato os escravos foram usados pelos portugueses como fornecedores de força de trabalho 

em empresas agro-industriais (caso da fabricação de açúcar nas ilhas atlânticas); 

como trabalhadores em obras públicas (desbravamento de matas, aterro de pântanos e construção de prédios);

 em serviços de bordo em navios;

 trabalhos portuários de carga e descarga;

 como remadores de galés e barcos de transporte;

 vendedores de água (negras do pote) e de peixe;

 como vendedores ambulantes de carvão;

 em serviços públicos municipais (remoção dos dejetos domiciliares pelas chamadas negras de canastras);

 como artesãos (mesteirais); 

como negros de ganho nas ruas (ao serviço de senhores particulares);

 como trabalhadores em lagares de azeite (onde chegavam a mestres); 

e, ainda, «na cultivação do campo e no serviço ordinário», 

tal como informaria em 1655 o padre Manuel Severim de Faria nas suas Notícias de Portugal, admirado com o número de escravos empregados na «cultivação da terra» e nos serviços domésticos

 (atividade em que realmente predominavam e serviam em maior número nas cidades, principalmente em Lisboa). 

“O Preto Caiador” A partir do século XVI, surgiram em Lisboa e noutras cidades e vilas da província, principalmente no Alentejo, confrarias de negros africanos com propósitos religiosos dedicadas a São Jorge ou Nª Srª do Rosário, disfarçando em aparente conversão os seus cultos africanos. 


O convento de São Domingos, dos dominicanos, em Lisboa, era frequentado por uma confraria de negros: – Confraria de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos de Lisboa. 


Dessa forma conseguiam preservar-se de acusações de heresia, a constituição de fundos destinados a compra de alforria e a participação na vida social paralelas às dos brancos, em vários aspetos da atividade comunitária. 

Em “Álbum de Costumes Portugueses”, Fialho de Almeida descreve o “Preto de S. Jorge”, como membro de uma confraria que teria direito a incorporar a procissão do CORPUS CHRISTI, com os demais ofícios. 

Descreve ainda a honra que estes homens tinham na sua pertença à confraria, sendo a cor da pele o principal ditame, teria de ser do mais retinto ébano e quando uma degenerada geração saia mulata engraxava-se a pele. “Preto de S.Jorge” 

Como já foi referido anteriormente, esta mão-de-obra escrava foi muito utilizada na agricultura sobretudo a sul do Tejo. 


Remanescências dessa presença foram relatados por José Leite de Vasconcelos em Etnografia Portuguesa, Livro II.


 «Ultimamente tive ocasião de ver alguns exemplares dos mesmos Mulatos (…). 
Eles próprios dizem que são atravessadiços, isto é, “mestiços”, em sentido geral. 
A cor varia: há indivíduos que são, por assim dizer, pálidos ou morenos, e outros muito foscos, quase pretos (…). 
Os vizinhos chamavam dantes a esta gente Pretos do Sado ou Pretos de São Romão, porque havia lá realmente muitos pretos. “São Romão era uma ilha de Pretos”, ouvi referir a vários mulatos; ou “algum tempo havia lá muito preto encarapinhado”. 

Ainda hoje se usa Preto como alcunha ou apelido: “Fulano Preto, Fulana José Preta”!

Pouco a pouco a raça vai-se diluindo no grosso da população circunvizinha (…). 
Pena é que não se descobrisse ainda algum documento que nos esclarecesse acerca da data em que na Ribeira do Sado se fixou a raça africana (“raça negra”) cujos descendentes estão diante de nós.» 

De fato, nas povoações das margens do rio Sado é fácil identificar traços negroides nalguns moradores: cabelo encarapinhado, pele morena, lábios grossos, nariz largo … 

De fato, em Alcácer do Sal, nas povoações de São Romão de Sadão e Rio de Moinhos, é bem conhecida a existência dos “Pretos de S. Romão” que, fruto da miscigenação, se misturaram com a população branca e foram gradualmente perdendo as suas características africanas. 

Tal como se perdeu a memória da razão da sua fixação desta população. 

Julga-se que seria um colonato de escravos, ai estabelecido por serem supostamente imunes ao paludismo, localmente conhecido por febre terçã ou sezões, um mal endêmico, pois a região, durante séculos um território desabitado, tinha a fama de insalubridade e era rodeada de charnecas e gândaras. 


De qualquer modo, passados muitos séculos, a memória popular, sempre curta para guardar fatos históricos, apenas fez perdurar a lenda da “Ilha de Pretos” e as cantigas que ainda hoje ecoam ao ritmo do Ladrão: 

Quem quezer ver moças
Da cor do carvão, 
Vá dar um passeio 
Até S. Romão. 

Veja o nosso Sado, 
Não tenha receio, 
Até São Romão ,
Vá dar um passeio. 

Quando eu cheguei
À Rebêra do Sado, 
Vi lá uma preta 
De beco virado. 

Se tiver resposta 
Responda-me à letra 
De beco virado 
Vi lá uma preta. 

O Senhor dos Mártires 
Cá da Carvalheira 
É o pai dos pretos 
De toda a Ribeira. 
Lavrador João 
Quem lho diz sou eu: 
Se ele é pai dos Pretos 
Também o é seu. 


Esta presença negro-africana também se verifica nos topônimos de muitas ruas, como por exemplo: 

Rua das Pretas, Rua do Poço dos Negros … ou no nome de muitas povoações como no concelho de Vinhais existe a freguesia de S.Bartolomeu de Negredo, no de Barcelos a de Santa Eulália de Negreiros e o lugar chamado do Preto e no de Santo Tirso encontram-se S. Mamede de Negrelos, S.Tomé de Negrelos, Santa Maria de Negrelos. 


Vale de Negros é o nome de um povoado do concelho de Ancião, Pero Negro o de um outro no concelho de Arruda dos Vinhos. 


Nos concelhos de Montalegre e de Óbidos temos, respetivamente, as freguesias de Santa Maria Madalena de Negrões e como já dissemos, a de Negros ou A dos Negros. 

No concelho de Loulé há o lugar chamado Cerro dos Negros, no de Almeirim há uma povoação com o nome Paços de Cima ou dos Negros. 

Dois povoados dos concelhos de Albufeira e de Silves chamam-se Guiné, no concelho de Alvito existe a povoação chamada Horta de Guiné. 

A dos Pretos, Monte dos Pretos e Quinta da Preta são os nomes de povoações dos concelhos de Leiria, Estremos e Alcobaça, …, enfim, demonstra-se assim a importância que estas populações teriam em determinadas regiões para que servissem de referência a um determinado lugar. 


Não conseguindo estabelecer maiores pontos de contato entre a cultura africana e a portuguesa que subsistam e sejam detetados na nossa etnografia, fica aqui o nosso contributo para algo que nos parece importante, a presença dos Negros na nossa cultura. 


Certos ficamos de que nas nossas veias, circula um caldo de culturas e de povos, no qual certamente se encontra o africano. 


Bibliografia: 

Carlos Mário Alexandrino da Silva - A História que Portugal não conta.

e,
Maria Raquel R. Gomes, in “A Ilha de Pretos”: Análise da Fecundidade e Ilegitimidade na Freguesia de São Romão do Sádão entre 1679 – 1729 – parte I http://adpa.no.sapo.pt/neponlin.htm Álbum de Costumes Portugueses, 1888

Musica de modinha e erudita

Musica de Modinha é Erudita

Estimado leitor, assisti ha algum tempo atrás no Programa do Jô uma entrevista com o cantor e compositor Juca Chaves.

Achei muito interessante o debate sobre a questão da música de modinha ser ou não erudita.

Gostaria de compartilhar um artigo acadêmico sobre o assunto.

Confira!


sexta-feira, 10 de abril de 2015

3 PRINCIPAIS MOTIVOS PARA SE TORNAR UM PROFESSOR CONECTADO

3 PRINCIPAIS MOTIVOS PARA SE TORNAR UM PROFESSOR
CONECTADO

Professora Deborah Costa
Iniciado em 10 de abr de 2015
Aula ao vivo aos interessados em Tecnologias Aplicadas à Educação.
Contato: movimentoprofessorconectado@gmail.com



quinta-feira, 9 de abril de 2015

PROFESSORES do RJ PARTICIPAM DE CURSO DE ENSINO HÍBRIDO

PROFESSORES PARTICIPAM DE CURSO DE ENSINO HÍBRIDO

 08/04/2015 - 18:41h - Atualizado em 08/04/2015 - 18:41h
 » Fotos: Cris Torres
Objetivo é trabalhar tecnologias digitais integradas ao currículo escolar
Fonte: http://www.rj.gov.br/web/seeduc/exibeconteudo?article-id=2392956

Nesta quarta-feira (08/04), na Escola de Formação de Professores da Seeduc, no Andaraí, cerca de 40 professores da rede estadual de ensino participaram da etapa presencial do Curso de Ensino Híbrido oferecido pela Seeduc em parceria com a Fundação Leman. O objetivo do trabalho é proporcionar ao professor o contato com modelos de organização e encaminhamento didático de uma aula em que a utilização das tecnologias digitais, de forma integrada ao currículo escolar, possibilite momentos de personalização do ensino. As demais aulas serão no sistema de ensino a distância.

Nesse curso, os participantes terão a oportunidade de aprender a partir de experiências reais. Vivências compartilhadas serão momentos de reflexões sobre os modelos de Ensino Híbrido e sua relação com a personalização do ensino a partir do uso de tecnologias digitais.

A expectativa é que essa integração das tecnologias digitais ao currículo escolar resulte em uma série de benefícios no dia a dia da sala de aula, como a aproximação da realidade escolar com o cotidiano do aluno; maior engajamento dos alunos no aprendizado; melhor aproveitamento do tempo e ampliação do potencial do professor para intervenções efetivas; e planejamento personalizado.

Para a diretora de Articulação Curricular da Seeduc, Adriana Lessa, o curso traz a proposta de fazer com que o professor mude a metodologia e trabalhe o currículo de uma forma mais personalizada, mudando toda dinâmica em sala de aula utilizando a tecnologia para isso, mas não exclusivamente com a sala de recursos. Isso vai depender de cada unidade escolar.

– Queremos formar multiplicadores na própria unidade escolar para ganharmos sustentabilidade dentro da rede e continuarmos aplicando essa formação para diversas realidades, explica.

Para a educadora, é importante ressaltar que esse é um momento que está totalmente alinhado ao planejamento estratégico da Seeduc que visa oferecer uma educação integral.

– Queremos, cada vez mais, dar suporte para que os professores lidem com os desafios do nosso alunado por meio de estratégias metodológicas.

O professor de História, Jorge José Barros, participou da formação e observou que algumas questões levantadas já vêm sendo desenvolvidas em algumas unidades escolares da rede, como nas do programa Dupla Escola, por exemplo, onde os docentes estão sempre revendo e discutindo as práticas pedagógicas.

– A proposta é inovadora, criativa e também um desafio. Acredito que vai levar o aluno a perceber que pode buscar cada vez mais a sua autonomia com responsabilidade.

Sandro Ribeiro, professor de Tecnologia Educacional, explica que o entendimento sobre a necessidade de mudança já existe e o ensino híbrido vem como uma possibilidade para isso aconteça.

– O projeto oferece ao aluno um conceito que está sendo cada vez mais discutido, que é a personalização da educação. Com ele, poderemos perceber onde o aluno está com relação ao conteúdo colocado em sala de aula e de que ponto pode partir.

Neste momento, a oferta do curso foi uma iniciativa piloto para professores de quatro escolas do programa Dupla Escola: CE Hispano Brasileiro João Cabral de Melo Neto - Intercultural Brasil Espanha, no Méier; Ciep 449 Leonel de Moura Brizola - Intercultural Brasil França, em Niterói; Ciep 117 Carlos Drumond de Andrade - Intercultural Brasil Estados Unidos, em Nova Iguaçu; e o Colégio Estadual Erich Walter Hine, em Santa Cruz. Cada escola inscreveu professores, em efetiva regência, de diversas áreas do conhecimento.
 

As aulas presenciais dessa etapa foram ministradas pelo professor Fernando Trevisan, da Fundação Leman

terça-feira, 7 de abril de 2015

Roteiro para a elaboracao de uma Oficina Pedagogica

Roteiro para a elaboração de uma Oficina Pedagógica

1- Apresentação
2- Objetivos
3- Objetivo Geral
4- Objetivos Específicos
5- Organização das Atividades
6- Procedimentos de Trabalho
7- Folha de Trabalho 





Google Drive? - O segredo é compartilhar!

Distribuição do Tempo nas Oficinas



 

segunda-feira, 6 de abril de 2015

Como a Internet mudou a sala de aula


Como a internet mudou a sala de aula?
Publicado por http://www.gentequeeduca.org.br/planos-de-aula/como-internet-mudou-sala-de-aula


Objetivo(s)

Discutir e avaliar os impactos das tecnologias de informação e comunicação na vida cotidiana
Apresentar aos alunos algumas das práticas utilizadas nas escolas antes do surgimento da internet
Conteúdo(s)

Internet e novas tecnologias
Educação
Ano(s)



Tempo estimado
2 aulas
Material necessário

Cópias da reportagem, “A teia se expande” (Veja especial “Os 45 primeiros anos de Veja”, 25 de setembro de 2013, 2340)
Desenvolvimento
1ª etapa
Introdução
Atualmente, é muito difícil imaginar o mundo sem a internet. Ainda que sua popularização seja um fenômeno relativamente recente, ela modificou as relações sociais e de aprendizado de forma significativa e duradoura. Por meio de uma conversa sobre algumas das práticas utilizadas por alunos e professores antes da massificação da internet, este plano de aula pretende discutir os impactos das tecnologias de informação e comunicação na vida cotidiana, especialmente em relação ao ambiente escolar.

Apresente o tema das aulas seguintes à turma: diga que vocês discutirão o impacto da internet sobre a vida das pessoas e, em especial, dos estudantes. Comece perguntando como eles imaginam que era a vida antes que a internet fosse inventada. Como as pessoas se comunicavam? Como faziam as pesquisas escolares? Quais atividades básicas de seu dia-a-dia hoje não poderiam ser feitas sem a rede?


Guie a conversa com o objetivo de verificar a familiaridade dos alunos com o tema e a frequência e intensidade de uso da internet. Pergunte se os alunos possuem perfil em redes sociais, se utilizam e-mail, ferramentas de bate-papo por texto ou com uso de som e vídeo. Procure saber também se eles utilizam a rede para realizar os trabalhos escolares ou estudar para provas.


2ª etapa
Leia com a turma a reportagem de Veja “A teia se expande” (Veja Especial 45 Anos, setembro de 2013) e, em seguida, peça que os alunos descrevam como eles enxergam a evolução da internet: Em comparação aos serviços disponíveis em 1995, como eles descreveriam o avanço da internet? Quem possuía acesso à rede naquele tempo? Quais equipamentos eram necessários? Das tecnologias mencionadas na reportagem, quais ainda se mantêm? Quais são as novidades e serviços indispensáveis hoje? Como essas tecnologias afetam a vida de estudantes como eles?

Para demarcar mais claramente alguns dos impactos das tecnologias de informação e comunicação no caso das atividades escolares, monte um quadro na lousa. Liste algumas atividades relacionadas ao cotidiano dos jovens e peça ajuda para completa-lo com a maneira como elas são realizadas hoje e como eram no passado, como no exemplo abaixo.


Atividade Como é hoje Como era "antigamente"
Pesquisa de notícias Utilizando ferramentas de busca Recortes de jornais e revistas
Pesquisa para redação de trabalhos Wikipedia, blogs Enciclopédias, revistas especializadas
Material de apoio para apresentação de trabalhos "Power Point", vídeos Cartazes
Organização de trabalhos em grupo Redes sociais, e-mail, SMS Telefone, encontros em casa ou na escola
Redação de trabalhos e textos Processadores de texto (Word) Papel almaço, caneta e corretivo


3ª etapa
Em formato expositivo, recapitule os temas e informações discutidos anteriormente, esclarecendo possíveis dúvidas e questionamentos que possam surgir. Ressalta a importância dos alunos refletirem sobre as mudanças que a internet provocou na vida das pessoas.


Um pouco de teoria: Pontos positivos e negativos da vida na era da informação

A internet e os equipamentos eletrônicos (computadores, tablets e smartphones) modificaram drasticamente nossa vida cotidiana. Por um lado, essas tecnologias democratizaram o acesso à informação, possibilitando o contato com diversos materiais e fontes de dados diferentes, muitos inacessíveis para a maioria até pouco tempo. Por outro lado, promovem e incentivam a autoexpressão e comunicação interpessoal, diminuindo a distância entre as pessoas e fazendo com que potencialmente todos possam produzir e distribuir conteúdo próprio, na forma de blogs, comentários em redes sociais ou vídeos para sites como o YouTube. Em resumo, a internet proporciona um acesso mais direto, praticamente sem intermediários, a um volume cada vez maior de informações. Nunca antes na história humana se produziu tanto conhecimento e se estabeleceram tantas relações de comunicação entre as pessoas.

Apesar de seu grande potencial de empoderamento das pessoas, a revolução da internet pode ter efeitos negativos que são muitas vezes ignorados. Em primeiro lugar, é preciso considerar ainda as desigualdades em termos do acesso: por exemplo, segundo a reportagem de Veja, atualmente 88 milhões de brasileiros possuem acesso à internet. Trata-se de um número significativo de pessoas, mas se considerarmos a população total do país (aproximadamente 200 milhões de pessoas, segundo estimativas recentes) trata-se de uma inserção ainda incompleta da tecnologia na vida das pessoas. Para essa massa de não-conectados, o telefone, a televisão e outros meios de comunicação mais tradicionais ainda são fundamentais. As oportunidades e facilidades prometidas pela internet ainda não atingem essas pessoas, o que pode causar um grande abismo, em termos de educação e qualificação profissional, entre eles e as pessoas que já estão familiarizadas com esse meio.

Além disso, a abundância e a intensidade de produção de novas informações na rede mundial de computadores vêm causando outro tipo de problema: diante de tanto conteúdo, torna-se muito difícil separar o que é mais relevante e se aprofundar em algum assunto ou discussão. Por conta da velocidade da internet, as novidades aparecem em ciclos cada vez mais rápidos, fazendo com que tenhamos que nos atualizar constantemente e, em muitos casos, nos forçando a priorizar informações curtas e de fácil assimilação. Ou seja, nos deparamos constantemente com um problema duplo de *seleção* dos conteúdos relevantes e de *falta de aprofundamento* nas discussões.

Por fim, esse fenômeno influencia também nossas relações pessoais. Somos cada vez mais dependentes da conectividade constante, intermediada por equipamentos e tecnologias eletrônicas, ao mesmo tempo em que nos tornamos cada vez menos dispostos e aptos para as interações interpessoais, diretas e ao vivo. A pesquisadora norte-americana Sherry Turkle já abordou esse fenômeno em seu livro Alone Together: Why We Expect More From Technology and Less From Each Other (384 págs., Basic Books, www.perseusbooksgroup.com, 16,99 doláres, sem tradução para o português). Para a autora, o excesso de interações e a distância emocional proporcionada por um e-mail ou mensagem de texto, na verdade tem nos tornado gradativamente mais frios e distantes uns dos outros, fazendo com que priorizemos as interações mediadas pelas tecnologias.

Todas essas questões são importantes e não podem ser ignoradas. Ainda que o potencial da internet seja gigantesco, seu uso e adoção possuem potenciais efeitos negativos, que precisam ser discutidos e devidamente abordados. Ou seja, para que o avanço da internet não seja apenas quantitativo, e para que ela cumpra sua promessa de emancipação humana, é preciso ter em vista também suas limitações e as formas para melhorá-la.

Discuta as ideias apresentadas com os alunos. Eles concordam com os pontos expostos? Alguma vez eles se depararam com os problemas e ressalvas apresentados? Essas questões são relevantes para as práticas cotidianas na sala de aula e para as atividades escolares? Na opinião deles, esse tipo de problema existia antes do surgimento da internet?



4ª etapa
Apresente as situações abaixo e peça que os alunos as discutam em pequenos grupos, tendo em vista as informações abordadas durante os debates anteriores. As conclusões a que chegarem devem ser transcritas em um pequeno texto.
Para um trabalho, um professor recomendou que os alunos realizassem uma pesquisa com a ajuda de computadores e internet. No entanto, alguns alunos da turma são de classes sociais mais baixas e não possuem acesso à internet. Como eles podem participar da atividade sem serem prejudicados?
Ao realizarem a pesquisa sugerida pelo professor, com a ajuda de ferramentas de busca (como, por exemplo, o Google), os alunos se depararam com uma enorme quantidade de informações relacionadas ao tema. Infelizmente, eles não conseguem decidir quais as páginas relevantes para sua pesquisa e para os objetivos da atividade. Como eles podem selecionar o material adequado?
Por fim, os alunos decidiram se encontrar por meio de conferência eletrônica (Skype, Google Hangouts, etc.) para preparar a apresentação do trabalho. No entanto, alguns deles parecem não se concentrarem na atividade em questão, realizando diversas outras atividades paralelamente (bate-papo, verificar e-mails, etc)., com a ajuda da internet. Como evitar essa distração?

Peça que os grupos apresentem as soluções pensadas aos colegas. Dê espaço para que cada solução seja discutida por toda a turma. Procure explorar tanto os aspectos positivos quanto os possíveis pontos negativos do uso da internet nas atividades escolares. O objetivo é fazer com que os alunos compreendam a importância das tecnologias, mas que estejam cientes de suas limitações.

Dê, ao final da discussão, um tempo para que os grupos revisem seus textos, se necessário, e recolha-os.
Avaliação

Avalie o texto produzido pelos grupos e a participação de cada aluno nas aulas. Observe a capacidade de argumentação e o pensamento crítico sobre o uso das tecnologias.

Quer saber mais?

Alone Together: Why We Expect More From Technology and Less From Each Other* (Sherry Turkle, 384 págs., Basic Books, www.perseusbooksgroup.com, 16,99 doláres, sem tradução para o português).
Por que nos plugávamos tanto

O que faz um Mediador Tecnologico

O que faz um mediador tecnológico?




Faz o levantamento das necessidades dos professores e oferece oficinas dentro da escola, ou até mesmo auxilia o professor em algum projeto.


Na rede estadual de ensino do RJ, o professor (concursado da rede) que deseja desempenhar este cargo passa por um processo de mobilidade interna, e deve atender ao perfil desejado. Selecionado, esse professor ele deve passar por treinamento e reuniões periódicas nos Núcleos de Tecnologia.

Proposta da SEEDUC para o exercício da função de mediador tecnológico.

Objetivo
Dinamizar o ensino, buscando mediar as novas tecnologias no âmbito escolar de forma prazerosa e dinâmica orientando professores na construção de uma aprendizagem integrada.

Objetivos Específicos:
Contribuir para o processo de ensino – aprendizagem, para que aconteça de maneira mais prazerosa;
Mediar e orientar aulas mais criativas, motivadoras e dinâmicas;
Envolver os professores para as novas descobertas;
Oportunizar ao professor diferentes formas e recursos de ensino;
Oferecer suportes relevante ao preparo das aulas;
Aumentar de maneira satisfatória a qualidade de ensino e consequentemente da aprendizagem;
Expandir o acesso a informação;
Estabelecer novas relações com o saber;
Ultrapassar limites tradicionais.


Para saber mais, clique sobre Mais informações, abaixo.


Google for Education presente na Prefeitura de Rio do Sul




Google for Education presente na

 Prefeitura de Rio do Sul                                   

Notícias





Rio do Sul lança programa de R$ 4,5 milhões 

para inclusão digital


Foto: Prefeitura de Rio do Sul/Divulgação












A prefeitura de Rio do Sul, no Alto Vale do Itajaí,
lançou no último dia 12 de fevereiro o programa Rio do Sul Digital,
 um projeto de R$ 4,5 milhões que irá conectar 90 prédio
s públicos municipais por cabos de fibra óptica e fornecer internet gratuita
 em 80% do território. Na nova condição, a capacidade de
 banda larga na cidade será ampliada de 30 MB para 120 MB.

O investimento faz parte do Programa de Modernização d
a Administração Tributária e Gestão de Setores Sociais Básicos (PMAT) do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e
 possibilitará melhorias em diversos setores da
 administração pública do município.
A gestora do financiamento será a Caixa Econômica Federa
l e a prefeitura terá 24 meses de carência e 72 meses para quitar o financiamento.

Segundo o prefeito, Garibaldi Antônio Ayroso, o Gariba,
 o aporte tem retorno garantido para o município.
 “Não vamos obter somente a conectividade
, mas a dignidade para que o cidadão mais simple
s tenha possibilidade de estar incluído e ter
 as mesmas condições de ampliar seu mundo por meio da internet”, declarou.

Na educação, um contrato de prestação
 de serviços está sendo firmado com a Google
, para o uso do software Google For Education.
De acordo com o representante da multinacional
Henrique Augusto Araújo, diretor-executivo da QI Network,
será a primeira vez no Brasil em que o Google For Educatio
n será integrado a um software de gestão em nuvem de uma prefeitura.

Em 2013, a prefeitura de Rio do Sul deu o primeiro passo
 para a modernização da gestão pública
 ao aderir à cloud computing (nuvem) com o sistema AtendeNet,
 da IPM Informática. A solução tecnológica
 dá suporte a diversas funcionalidades que serão
 base nos novos serviços do programa Rio do Sul Digital,
 como o cadastro único do cidadão para todos os setores
 do município, o autoatendimento via internet, por exemplo.

“A integração entre o Google for Education e o
 software da IPM não irá apenas facilitar o uso
 do sistema pela Educação, como também evitar
 a duplicidade de dados e promover um
 grande ganho de produtividade e seguranç
a na administração das informações pela gestão pública.

 A fase agora é de treinamento dos professores
 e gestores municipais”, declarou Araújo.

O aporte tecnológico propiciado pelo programa
 irá influenciar ainda áreas como administração
, saúde, segurança pública e mobilidade urbana
 em Rio do Sul. Confira os mais importantes
benefícios previstos a seguir.



Internet Social
Será possibilitada pela interligação online
 entre os prédios públicos municipais,
garantindo acesso contínuo à internet
 e aos serviços que serão prestados pela prefeitura
à comunidade. O sinal disponível será de 1 MB,
com acesso limitado por parte da prefeitura
a sites de pesquisa, entretenimento e redes sociais.
 A rede gratuita estará disponível inclusive
em parques, praças e no
Centro de Eventos Hermann Purnhagen.
A rede contará com 18 torres de suporte
 para a propagação do sinal de internet via rádio.

Câmeras
O projeto contempla também a instalação
de 100 câmeras de videomonitoramento
externas e outras 100 internas nos prédios públicos,
a fim de proporcionar mais segurança
a servidores e usuários do serviço público.

Monitoramento de imagens
Da sala de Controle e Gestão que será
construída no Centro Administrativo
Prefeito Helmuth Baumgarten, agentes
 da Guarda Municipal e do Departamento de Trânsito
terão acesso às imagens de 25 câmeras PTZ/Dome,
 com rotação de 360 graus e zoom de alta precisão,
a serem instaladas em pontos estratégicos do município.

Gestão de trânsito
Outro sistema pioneiro no Alto Vale do Itajaí
será o de Gestão de Trânsito, que influenciará
 diretamente na mobilidade urbana da cidade.
O tempo de abertura dos semáforos poderá ser
sincronizado com o apoio da tecnologia,
garantindo maior fluidez ao trânsito.

Terminais de autoatendimento
Com o sistema integrado, a prefeitura
disponibilizará 18 terminais de autoatendimento 24h
 em pontos como supermercados, lotéricas e farmácias,
descentralizando o atendimento.
O cidadão terá a oportunidade de requerer
guias do departamento de trânsito,
das companhias de água e energia elétrica e
 solicitar e agendar serviços de saúde.

Saúde com integração em tempo real
Outra possibilidade de economia será a
gestão integrada entre todas as unidades de saúde
 do município. Em um banco de dados online,
os profissionais terão condições de acompanhar
todo o prontuário do paciente, com histórico de
consultas, exames realizados e medicamentos receitados.



Para saber mais, clique sobre Mais informações, abaixo.


O que e Oficina Pedagogica








O que é Oficina Pedagógica?


Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Oficina

Wikipedia
Oficina pedagógica

Ambiente destinado ao desenvolvimento das aptidões e habilidades, mediante atividades laborativas orientadas por professores capacitados, e em que estão disponíveis diferentes tipos de equipamentos e materiais para o ensino ou aprendizagem, nas diversas áreas do desempenho profissional.













domingo, 5 de abril de 2015

Dica da Mirtzi para a Pascoa de 2015

Dica da Mirtzi para a Páscoa de 2015

Leio Paul Brunton há uns 15 anos.
As reflexões dele, uma cabeça que foi fantástica e trouxe muito insight para todos nós, me ajudam muito a manter uma perspectiva mais equilibrada das situações e da vida.

“Nem sempre é fácil saber o que fazer em certas situações e isso pode provocar ansiedade e indecisão.
Nesse caso, é aconselhável aguardar um pouco e, antes de adormecer, orar pedindo orientação ao Eu Superior [eu interno].
Então, logo após acordar, ou melhor, naquele breve estado entre o sono e a vigília, você deveria permanecer atento a qualquer pensamento, mensagem ou imagem que se apresente.
Pode ser necessário repetir isso dia após dia, até obter um resultado satisfatório.
Antes de dormir, coloque para si mesmo as questões que o perturbam e as respostas poderão estar lá, esperando por você, ao despertar".

“Meditações para Pessoas que Decidem – um manual para homens e mulheres cujas decisões afetam o mundo”
Ed. Pensamento
Paul Brunton (PhD em Meditação Filosófica)

O GESTOR EM GRUPOS DE TRABALHO ON-LINE – Algumas reflexões





O GESTOR EM GRUPOS DE TRABALHO ON-LINE – Algumas reflexões.
José Amande – Abril 2015

Ao falar em trabalho colaborativo on-line ou qualquer outro projeto que exija a composição de uma equipe multidisciplinar, teremos a necessidade de elencar alguém para gerir esses recursos e pessoas.
Isso parece lógico e básico demais! Porém, de importância capital, a escolha adequada desse gestor, muitas vezes, determinara o sucesso ou fracasso do projeto.
E então qual o motivo dessas reflexões?
Elas estão embasadas na observação do crescimento de diversos empreendimentos on-line, a exemplo do próprio GEG. Onde pessoas idealistas e com grande espírito colaborativo desenvolvem essas iniciativas e de repente encontram-se envolvidos no meio de um projeto que num primeiro momento parecia fácil de gerenciar, mas acaba se tornando grande demais podendo o desestimular e fazer com que se perca o interesse e o foco do projeto.
Antes de pensar em gerir recursos materiais e a tecnologia, é necessário que o gestor tenha em mente que isso é apenas uma parcela das atribuições que irá encontrar pelo caminho.
No caso da gestão de grupos on-line isso se torna ainda mais marcante, pois o gestor terá que tratar com a  diversidade de conhecimentos, “gênios”, cultura e saberes das pessoas envolvidas. Podendo, a equipe de colaboradores, estar composta de pessoas de língua, sexo, idade, pensamento políticos e religiosos totalmente distintos  entre si animados pelo ideal do projeto. 
Coloco isso pois, trabalhar num projeto “à distância” ou on-line exige alguns cuidados a mais do que os presenciais onde todo mundo está face-à-face. Em tempos de “relacionamentos líquidos”, como nos coloca Bauman em suas obras, percebemos que as pessoas quando interagem à distância através de alguma tecnologia (internet, etc.) não se expõem e não saem de sua zona de conforto. Porém, têm a tendência de também não se comprometerem muito com outras pessoas. Pois, nos primeiros sinais de contrariedade às suas ideias é só “bloquear” ou “deletar” o “amigo”, sem mais culpas.
Mas, em um projeto on-line que vise o sucesso, o gestor deve encontrar formas de trazer esse “ser” para a participação ativa e proporcionar a integração e interação com os demais membros do projeto.
Isso não é um motivo para desmotivar os candidatos a gestores, muito pelo contrário! É sim um alerta para estes possam se preparar levando em consideração as pessoas e não só a tecnologia.
O gestor não é uma ilha ou conduz seu trabalho como um ditador, ele precisa saber trabalhar com essa diversidade para que seu trabalho seja eficiente.  Dessa forma, a gestão de pessoas passa a ter uma importância expressiva na formação do gestor, até porque, ele precisara trabalhar com uma equipe multidisciplinar.
Onde existe interação, em algum momento, existirá conflito entre interesses. Com isso, o gestor deve também ser um negociador e possuir diversas habilidades para mediar as situações que aparecem no seu dia-a-dia de trabalho..
            Só lembrando, As organizações são constituídas de pessoas e dependem delas para atingir seus objetivos e cumprir suas missões. E para as pessoas, as organizações constituem o meio pelo qual podem alcançar vários objetivos pessoais com um mínimo de tempo, esforço e conflito” (CHIAVENATO, 2006)
            Leia-se aqui “organização” como o projeto que é composto por ideais, objetivos, metas, pessoas, recursos, etc.
Mas, essa nova forma de pensar, exige do gestor o desenvolvimento de novas habilidades e condutas no seu trato com sua equipe de trabalho. E por isso mesmo precisa ter uma visão  sistêmica sobre os processos da organização, afim de ser o líder de sua equipe promovendo o trabalho coletivo, gerenciando os conflitos e os interesses. Para tanto, é necessário que tenha algumas habilidades como liderança, boa comunicação, espírito de colaboração e motivação, além do conhecimento próprio de sua função.  
Nesse contexto, o gestor passar a trabalhar junto da equipe e não sobre a equipe. Isto quer dizer que o gestor, em vários momentos, atua como consultor, instrutor, orientador e mediador juntos aos seus liderados. Essa interação aumenta a sinergia do grupo de trabalho, melhorando as relações entre os componentes do grupo e consequentemente aumentado a produção e o sucesso da equipe.
            Concluindo, percebemos que a gestão de pessoas é um elemento determinante dentro do trabalho colaborativo on-line. Pois, permite um gerenciamento adequado das pessoas e suas atividades, exigindo uma nova postura do gestor que passa a trabalhar com uma equipe de colaboradores. A gestão desse grupo exige uma visão sistêmica e holística de todos os processos que se queira gerenciar, bem como, das pessoas envolvidas para que se possa orientar as competências adequadas para as funções com maiores afinidades. Mediando ideias, conflitos, soluções e recursos de uma forma adequada e pró-ativa.


 REFERÊNCIAS

BAUMAN, Zygmunt. Amor líquido: sobre a fragilidade dos laços humanos. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed. 2004.

CHIAVENATO, Idalberto. Administração de recursos humanos: fundamentos básicos. 7. ed. Barueri, SP: Manole, 2009.

ROMERO, Sonia Mara Thater. Gestão de pessoas: conceitos e estratégias [livro eletrônico]. Sonia Mara Thater Romero, Selma França da Cosa e Silva, Lucia Maria Kops. Curitiba:Intersaberes, 2013. – (Série Gestão em Foco)


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