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sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Orgonite Quantica Lemuriana Parte 2 de 3

Orgonite Quantica Lemuriana Parte 2 de 3 Partes

















Foto: Cortesia Yuri Psikunov

Quântica

A palavra Quântica vem de Quanta ou Quantidade e é usada na física quântica para definir um pacote de energia ondulatória corpuscular.

Veja uma explicação simples.
Fonte:https://pt.wikibooks.org/wiki/F%C3%ADsica_qu%C3%A2ntica_para_crian%C3%A7as/O_que_%C3%A9_f%C3%ADsica_qu%C3%A2ntica


A Física Quântica surgiu como a tentativa de explicar a natureza naquilo que ela tem de menor: os constituintes básicos da matéria e tudo que possa ter um tamanho igual ou menor. 


Nesta nossa conversa, vamos apresentar alguns princípios e leis fundamentais encontrados através da Física Quântica, como a dualidade onda-partícula e o Princípio da Incerteza. 

Será, então, discutido o modo como essas leis que governam o universo subatômico podem se refletir no dia-a-dia das pessoas.

A física quântica é uma parte da Física que se diz ser "não intuitiva". 


Isso quer dizer que muitas partes dela parecem não ser verdade, mas são. 

Por exemplo, a dualidade onda-partícula diz que partículas se comportam ora como partículas ora como ondas. 

É uma afirmação no mínimo estranha, bizarra. Mas é o que acontece no mundo real. 

No nosso dia-a-dia achamos que vivemos num planeta plano, mas não é verdade: nosso mundo é arredondado, num formato chamado esferoide.

Como a física quântica é não intuitiva, ela foi considerada uma falsa teoria. 


O próprio Einstein (que foi um dos fundadores da física quântica) acreditava que a física quântica estava errada. 

Mas com o passar do tempo percebeu-se que ela explicava tão bem o resultado das experiências, que tinha de ser verdade.

Nosso dia ocorre numa escala dita macroscópica. São os objetos que podemos enxergar sem a ajuda de lentes ou microscópios atômicos. A física quântica lida com coisas muito, tremendamente pequenas. Muitíssimo menores que um milímetro.


Para saber mais, clique sobre Mais informações, abaixo.




Existem várias partículas do átomo, como os nêutrons (que contêm uma carga neutra e é formado por três quarks) e prótons (carga positiva, também formada por três quarks): juntos eles formam o núcleo atômico.

O mundo em que vivemos é feito de átomos. Os átomos são feitos de coisas ainda menores chamadas quarks e elétrons. Ainda não sabemos se os quarks são feitos de coisas ainda menores. Os átomos, elétrons, quarks e outra coisa tão pequena que ainda não sabemos muito sobre ela, chamada fóton, têm comportamentos bizarros de vez em quando: nunca podemos saber exatamente onde estão. Não é por falta de instrumentos potentes, é uma lei da física, chamada Princípio da Incerteza de Heinsenberg, que diz que nunca saberemos a exata posição das coisas. Nunca saberemos onde os elétrons de um átomo estão exatamente. Nunca. É algo estranhíssimo, mas é a verdade. Há elétrons que, inclusive, somem de um lugar e reaparecem em outro, algo como um teletransporte. Não dá para ver que caminho seguiram para ir de um lugar a outro, só sabemos que eles fazem isso
.


Já citamos a dualidade onda-partícula. No mundo em que vivemos, ondas são muito diferentes de objetos. Porém, se tivéssemos o tamanho de átomos, tudo se comportaria como uma onda de vez em quando e como uma partícula outras vezes. Essa foi uma das consequências mais bizarras da física quântica.

Há átomos, como o de Urânio que, do nada, explodem. Nunca sabemos que átomos vão explodir, ou quando, só sabemos que alguns vão e outros não. Aparentemente, nada faz eles explodirem, mas eles explodem. Irritou tanto a Einstein que ele disse sua famosa frase "Deus não joga dados".
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