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sábado, 12 de março de 2016

Onde encontrar Orgonites Quanticas Lemurianas

Onde encontrar Orgonites Quanticas Lemurianas


As Orgonites Quânticas Lemurianas são produzidas com cristais e pedras preciosas de fonte confiável:

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Confira!

Orgonites Quanticas Lemurianas

Jorge Purgly CRT 32185
Daniel Purgly CRT 32186
Yuri Psikunov Prof. Tarô.

(47) 3019-1558
(47) 9653-6870 whatsapp


Rua Pernambuco, 54 apto. 201 Sala B
Bairro dos Estados
89130-000 Indaial, SC

Orgonites personalizadas elaboradas artezanalmente com os Cristais de Curvelo.
Proteção:
Pessoal - Pingentes e orgonites para a bolsa.
Automotivo - Anticolisão para uso em porta-luvas
Repouso - Para uso em seu quarto de dormir
Ambiental e Escritório - Proteção dos locais de trabalho, estudo e lazer.

Facebook, copie e cole

quarta-feira, 9 de março de 2016

Dilitio

Dilítio



Fonte: http://pt.memory-alpha.wikia.com/wiki/Dil%C3%ADtio



O dilítio é um mineral cristalino. A colisão de um jato de matéria com a antimatéria num cristal de dilítio gera um plasma que serve como uma fonte de energia para o motor de dobra que permite as naves estelares viajar mais rápido do que a luz. 




O utilitário do dilítio foi criado em Star Trek: The Next Generation.



Na série original, os cristais de dilítio foram formados naturalmente sendo refinados em pesquisas.



Em Star Trek IV: The Voyage to Home, Spock descobre um método para recristalizar o dilítio a partir do vidro da nave Klingon capturada, permitindo assim a nave voltar para casa com a sua tripulação.

O método consistia na utilização de reatores de fissão do século XX para atender fótons de alta energia que regeneravam os cristais.

O dilítio é sintetizado artificialmente.



Além disso, estes cristais podem ser recristalizados utilizando tecnologia desenvolvida no intervalo entre as séries TOS e TNG.



Uma alta concentração de dilítio pode deixar um planeta geologicamente instável ao ponto de fazê-lo explodir.

A tripulação da USS Enterprise (NCC-1701-D) encontrou uma maneira de remover dilítio destes planetas para salvar a nave.

Para saber mais, clique em Mais informações, em letras pequenas, abaixo.



Fonte: http://lascronicasdestartrek.com/2013/04/10/star-trekdilitio/



Star Trek: A Dilithium

2006 10 18 Dilithium

O dilítio é um mineral cristalino ficcional do universo imaginário de Star Trek.

A colisão de um jato de matéria com outro de antimatéria em um cristal de dilítio gera um plasma que serve como uma fonte de energia para os motores de dobra que permitem a nave espacial a viajar mais rápido que a luz.

A utilidade do Dilithium foi estabelecida no Star Trek: The Next Generation; em filmes e séries anteriores a sua utilidade não foi definida claramente.

Nos primeiros episódios da série original, este cristal foi chamado de lítio, mas como este é um elemento real, foi substituída por di-lítio, duas vezes o lítio, o que permitiu que os respectivos autores especulassem amplamente sobre as propriedades físicas do material.

Na série original, os cristais de Dilithium foram formados apenas naturalmente, transformando suas pesquisas em argumento para várias histórias. Em Star Trek IV: A Volta para Casa, Spock descobriu um método para a recristalização do dilithium que permitiu que a tripulação pudesse regenerar cristais capturados da ave de rapina Klingon.

O método consistiu em usar reatores de fissão do século XX para recolher cristais de fótons de alta energia regenerada.

Na Sérite TNG o Dilíthium foi sintetizado artificialmente nos scripts. Além disso, estes cristais podiam ser recristalizados utilizando tecnologia desenvolvida no tempo decorrido entre as duas séries.

Uma grande concentração de dilítio podia fazer com que um planeta se tornasse geologicamente instável havendo planetas que foram destruídos. A tripulação da Enterprise-D encontrou uma maneira de remover o excesso de dilítio destes planetas para salvá-los.



No jogo de vídeo Nethack, cristais de dilithium são as joias mais valiosas a serem encontradas. Eles são brancos, e terma mesma dureza do vidro comum.

Nem Dilithium nem Trilithium nem Paralitio existem no mundo real, mas sugerem novas formas, ainda não descobertas, de lítio, um material de uso espacial.



Os cientistas investigam supercondutores à base de carbono como um meio ou como elemento de reposição de silício em circuitos eletrônicos, para apoiar elementos de computação quântica.

sexta-feira, 4 de março de 2016

Esfera de Plasma o que e e como funciona








Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Globo_de_plasma
globo de plasma (português brasileiro) ou lâmpada de plasma (português europeu) é essencialmente constituído por uma esfera de vidrocom um gás a baixa pressão e por um eletrodo central a alta voltagemDescargas elétricas provocam a excitação e a ionização de alguns átomos de gás. Os átomos excitados, ao voltarem ao estado inicial, emitem luz.
A reação quando uma pessoa o toca
Em Física, designa-se em plasma um fluido condutor constituído por uma mistura de átomos, íons e elétrons. A descarga elétrica é capaz de "excitar" a lâmpada fluorescente, mesmo estando a uma certa distância do globo - pois a alta tensão rompe a dieletricidade do gás, fazendo-o passar para o estado plasma, tornado-o condutor. Quando uma pessoa coloca a mão na lâmpada acima da zona iluminada, ela ilumina até à zona em que a mão encosta, pois a pessoa passa à ser o condutor elétrico, induzindo a corrente à área onde a mão está.


Globo de Plasma


Globo de Plasma, construção e funcionamento

Lâmpada de plasma

Fonte: http://www.feiradeciencias.com.br/sala03/03_06.asp

Oscilador de alta frequência

(com válvula e flyback)




Prof. Luiz Ferraz Netto – artigo de 1999 na internet.

leobarretos@uol.com.br

Apresentação

O Globo de Plasma (esfera de plasma ou lâmpada de plasma), como é mais conhecido, refere-se a uma montagem que reúne eletrônica e descarga em gases rarefeitos.

A parte eletrônica prende-se a um circuito oscilador que produz altos potenciais elétricos capazes de, mediante o campo elétrico produzido, ionizar o gás rarefeito aprisionado no globo.

O faiscamento observado nessa atmosfera de plasma é característico, na sua forma, pela natureza do sinal elétrico utilizado (geralmente sinal AC de alta frequência) e, na sua cor, pelo tipo de gás utilizado.



A ilustração abaixo destaca as características básicas de um típico globo de plasma.

Na base do aparelho tem-se o circuito eletrônico que gera o sinal de alta tensão (veja montagem, a seguir), usando um flyback, transformador com núcleo de ferrite usado nos tubos de televisão. Ele produz entre 8 000 e 15 000 V numa frequência ao redor dos 20 kHz.



O globo é inicialmente evacuado e a seguir preenchido com pequena quantidade de gás inerte; comumente, néon ou argônio.



A baixa pressão interna fica por volta de 0,0001 atmosfera (1/10000 da pressão atmosférica). Isso aumenta o livre caminho médio entre portadores de carga elétrica, antes de colidir com outros portadores ou átomos.

Para saber mais, clique em Mais informações em letras pequenas abaixo.



Se o livre percurso médio é longo, os portadores de cargas podem acelerar durante maior intervalo de tempo e, com isso, adquirir maior energia cinética entre as colisões e, o mais importante, podem fazer isso com a aplicação de campo elétrico pouco intenso.


Desse modo, os efeitos das descargas nesse gás rarefeito são melhores apreciados do que se usássemos intensos campos elétricos em gases sob pressão atmosférica.


Sob o efeito do intenso campo elétrico que cerca o eletrodo central do globo, ocorre a ionização do gás rarefeito e observa-se abundante faiscamento entre esse eletrodo central (sob alto potencial elétrico) e o globo de vidro que está, efetivamente, ao potencial elétrico do solo.


O faiscamento não tem direção privilegiada uma vez que o eletrodo central (pequeno globo de vidro preenchido com farpas de grafite) é equidistante de qualquer porção do globo de vidro.

Quando um corpo aterrado (mão do experimentador, por exemplo) se aproxima do globo, o campo elétrico fica mais intenso entre o eletrodo central e o 'solo', que foi melhorado pela presença da mão do experimentador.
Nesse caso, as descargas ocorrerão preferencialmente nessa região do globo, formando filetes elétricos mais intensos do que os fluxos anteriormente observados.

O uso da alta frequência é o 'preventivo' notável do dispositivo quando a danos no corpo humano, uma vez que as correntes elétricas que se dirigem para a terra, provenientes do globo, em última instância percorrendo mão e corpo, não passam pelo interior do corpo e sim pela superfície da pele.


Esse 'efeito de pele', como é conhecido, protegerá o experimentador de qualquer 'choque elétrico' (que, de qualquer modo é bastante moderado pois as correntes envolvidas têm minúsculas intensidades).

Embora tais globos não ofereçam o perigo de choques elétricos, eles poderão infligir pequenas queimaduras na pele, por efeito Joule (aquecimento), quando o faiscamento persiste sempre no mesmo lugar da pele.

Quando alguém aproxima sua mão do globo haverá faísca entre o globo e as pontas dos dedos.

Se outra pessoa aproxima sua mão da mão dessa primeira haverá também faiscamento entre os dedos dessa segunda pessoa e a pele da mão da primeira. Ambas as pessoas sentirão as pequenas picadas do faiscamento.

Uma interessante atração para as Feiras.

Para alguém que tenha 'medo' dessas minúsculas 'picadas' na pele recomendamos colocar na mão uma peça de ferro (um alicate, uma tesoura, uma lima, etc.) e aproximar a peça do globo. Ao segurar a peça a área de contato da mão aumenta o suficiente para que a pessoa não sinta absolutamente nenhum choque, picada ou aquecimento, mesmo que entre a peça e o globo ocorra intenso faiscamento.

Uma 'peça' recomendada é uma lâmpada fluorescente; com a mão em uma das extremidades da lâmpada e a outra extremidade encostada no globo, a lâmpada toda acende!

Montagem

Essa montagem que propomos, permite o funcionamento de um globo de plasma, mais especificamente, uma lâmpada de plasma, com resultados surpreendentes.

O flyback utilizado, como sabemos, é um transformador com núcleo de ferrite, destinado a produzir altas tensões nos televisores e monitores.

Esse circuito, utilizando válvula termiônica 6DQ6, permite o uso de flyback de um televisor valvulado, sem quaisquer modificações, ou seja, não é necessário efetuar nenhum enrolamento extra sobre o núcleo de ferrite.


O desempenho dessa montagem é bem superior ao anterior, no qual usamos de um SCR. No lugar do globo de plasma utilizamos, nessa montagem, uma simples lâmpada incandescente de 200 W (queimada ou não, isso não importa)

Material

C1 – 3kpf x 3kV, cerâmica;

C2 - 1mF x 600V, óleo;

C3 - 2 de 5kpf x 3kV, cerâmicos, em paralelo;

C4 - (32 + 32) mF x 350V;

R1 - 10 a 15k x 5W, fio;

R2 e R3 - 20k x 1W, carvão;

XRF - 2,5 mH, 4 seções;

T1 - Primários (110 + 110) V, secundários (275 + 275) V x 60mA e (5 + 6) V x 2 A;

T2 - flyback para televisor valvulado;

V - Válvula 6DQ6;

D1 e D2 - diodos BY127 ou equivalentes (1N4004 etc.).


A lâmpada utilizada para a produção de faíscas em seu interior pode ser uma do tipo incandescente (queimada ou não) de 150 ou 200W ou uma 'lâmpada' especial que deve ser fabricada por profissional em 'anúncios luminosos de tubos néon'.

Essa 'lâmpada especial' consta de um grande bulbo de vidro com um eletrodo central que termina por uma pequena esfera; todo o ar interno é extraído e substituído por pequena quantidade de gás néon.
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