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terça-feira, 1 de agosto de 2017

Olhinhos castanhos

Olhinhos Castanhos, por Denise Melo.
Ah olhinhos castanhos, sinto sua falta; você deve pensar como pode: essa menina nunca nem me viu, só por fotos ou por vídeos, e de repente já se apaixonou, como pode?
Como se faz para explicar um sentimento que nasceu de um olhar? Não se faz.
O amor não teria graça se fosse previsível.
O que eu nunca te disse é que eu consigo vêr muito além do brilho dos teus olhos castanhos; eu vejo tudo que você gostaria de esconder: eu vejo um coração lindo, um brilho, uma alma sapeca e um pedido de cuida de mim!! 
Se você me permitir me dá um "like" aqui; é o sinal que eu preciso para agir; o restante deixa comigo!!

Carta escrita para o mar

Carta escrita para o mar, por Denise Melo.






Denise Melo sentindo-se em paz em São Paulo
Hoje faz um ano!
Foi a última vez que vi teus olhos, algo me intrigava, eu que sempre soube ler, ouvir e interpretar o que eles expressavam, naquele dia eu não consegui, uma impenetrabilidade, uma penumbra, ausência de brilho, o franzir do cenho constante, o olhar completamente incógnito!
A explicação só veio depois de 29 dias, foi como levar um soco na boca do estômago, o coração queimando em dor, mais assim como qualquer dor ela passa, e graças a Deus, passou!
Eu te agradeço por ter ido embora da minha vida sem olhar pra trás, eu agradeço por toda a dor que você me causou, por meio desse sofrimento eu descobri uma mulher que eu não sabia que existia dentro de mim, hoje estou liberta disso tudo.
Nos nunca daríamos certo, apesar do mesmo signo, somos muito diferentes, eu tenho minhas decisões muito bem fundamentadas, sou pés no chão, tenho sonhos e projetos muito bem definidos e luto por realizar, sei muito bem o que quero é também sei o que não quero para minha vida, já você é completamente volátil e não consegue centralizar nada em sua vida, por consequência a pessoa que você mais magoa nessa vida é VOCÊ!
Eu vivi esse luto durante esse ano, iniciou em 31/07/2016 e não foi o luto apenas da morte de um amor, foi o luto do fim de uma relação de amizade e por consequência amor de mais de 10 anos, eu precisei viver todas as fases desse luto, a perda a aceitação, a dor e suas nuances, a compreensão, foi necessário deixar doer tudo que havia para doer, para por fim entender.
Eu não julgo você, ir embora é um direito que lhe cabe, eu te perdoou por ter sido tão covarde, por ter medo enfim por ter sido você! É do fundo do meu coração que você seja muito feliz, que o brilho dos teus olhos nunca se apague, que esse sorriso lindo ilumine o coração de quem você verdadeiramente ame. Te desejo muito amor, paz, e muita luz.
Obrigada por tudo isso.
Esse ciclo se encerra aqui.
Carta escrita para o mar levar o que não serve, e trazer só o que for ficar...

quarta-feira, 31 de maio de 2017

A tradição dos Indios Norte Americanos

A tradição dos Índios Norte Americanos



Por Luiz Pontual


Fonte: http://www.reneguenon.net/indios.html




Quatro livros de grande importância nos proporcionam excelentes meios para conhecermos melhor a tradição dos índios norte-americanos. São eles : "Black Elk Speaks" ("Alce Negro Fala"), de John G. Neihardt (publicado originalmente em 1932), "The Sacred Pipe" ("Ritos Sioux"), de J. E. Brown (1953) , "Book of the Hopi", de Frank Waters (1963) e "Bury my Heart at Wounded Knee" ("Enterrem meu coração na curva do rio") de Dee Brown (1970). Eles nos dão idéia da envergadura e profundidade espirituais não apenas das tribos Sioux, mas de muitas outras , com as quais guardam correspondência e analogia. Podemos também nos inteirar da visão dos vencidos e aquilatar, em contrapartida, a pequenez dos motivos "progressistas" que impulsionaram os civilizados a seu "destino manifesto"...


Os índios são os "selvagens" para os quais os desbravadores norte-americanos tinham tanto desprezo e que, do alto de sua arrogância e estupidez, afirmavam: "Índio bom é índio morto". Claro que hoje, dentro da mentalidade neo-estúpida do politicamente correto, poucos "civilizadores" ousariam repetir seus antepassados... mas, no fundo, terão mesmo mudado e, verdadeiramente, compreendido?

Para saber mais, clique sobre as palavras, mais informações, em letras pequenas abaixo.

Nos faziamos nossos brinquedos


Nós fazíamos
nossos brinquedos!
Fonte: http://www.reneguenon.net/nossosbrinquedos.html

Luiz Pontual



Aos muito jovens – referimo-nos aos menores de 40 anos – pode parecer inacreditável que os brinquedos um dia tenham sido construídos pelas próprias crianças! Mais ainda: este fato, hoje extraordinário, era comum bem depois dos brontossauros, isto é, até 1960 DC, aproximadamente; o fenômeno, portanto, alcançou a Bossa Nova e os Beatles...e não está inteiramente extinto, apesar de tudo.

Fomos privilegiados testemunhos desta “era”, quando seria inimaginável assistir a uma criança-construtora atirar à parede, enfastiada, um brinquedo, coisa hoje freqüente e mesmo aceita como “direito humano politicamente correto dos cidadãos de lª idade”, que exercem assim seu senso crítico democraticamente e com total liberdade!

Compreende-se que o brinquedo feito pela criança é parte dela e ninguém se atira à parede ou ao lixo, salvo os loucos; sua manufatura implicava necessariamente aprendizado, disciplina, coordenação, empenho e orgulho. Eram feitos a custo financeiro próximo do zero e os resultados, além de satisfatórios, extraordinários. Entre os “custos”, não mencionaremos algumas reprimendas por danificação aos utensílios domésticos, como facas, cabos de vassoura, tesouras e outros. Quem fez seus brinquedos – menino ou menina - sabe sim o que é felicidade.

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O simbolismo do Jogo de Xadrez

O Simbolismo do Xadrez

Titus Burckhard

Tradução de Luiz Pontual

Fonte: Instituto René Guénon de estudos tradicionais.



É fato conhecido que o jogo de xadrez se originou na Índia. 


Foi passado para o Ocidente medieval pelo intermédio dos persas e árabes, a quem nós devemos, por exemplo, a expressão “xeque-mate” (Schachmatt em alemão) que é derivado do Persa shâh = rei e o árabe mât: “o rei está morto.” 

Na época do Renascimento foram mudadas algumas das regras do jogo: à “rainha”(1) e aos dois “bispos”(2) foi concedida maior mobilidade, e a partir daí o jogo adquiriu um caráter mais abstrato e matemático; o modelo básico foi mantido, assim como a estratégia, sem que tenham se perdido as características essenciais de seu simbolismo.

Na posição original das peças de xadrez, o modelo estratégico antigo permanece óbvio; a pessoa pode reconhecer dois exércitos dispostos de acordo com a ordem de batalha que era habitual no Oriente antigo: as tropas leves, representadas pelos peões, formam a primeira linha; o corpo do exército consiste nas tropas pesadas, as carruagens de guerra (“torre”), o cavalo (“a cavalaria”), e os elefantes de guerra (os bispos); o “o rei” com sua “dama” ou “o conselheiro” é posicionado no centro das tropas. 

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