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quarta-feira, 31 de maio de 2017

A tradição dos Indios Norte Americanos

A tradição dos Índios Norte Americanos



Por Luiz Pontual


Fonte: http://www.reneguenon.net/indios.html




Quatro livros de grande importância nos proporcionam excelentes meios para conhecermos melhor a tradição dos índios norte-americanos. São eles : "Black Elk Speaks" ("Alce Negro Fala"), de John G. Neihardt (publicado originalmente em 1932), "The Sacred Pipe" ("Ritos Sioux"), de J. E. Brown (1953) , "Book of the Hopi", de Frank Waters (1963) e "Bury my Heart at Wounded Knee" ("Enterrem meu coração na curva do rio") de Dee Brown (1970). Eles nos dão idéia da envergadura e profundidade espirituais não apenas das tribos Sioux, mas de muitas outras , com as quais guardam correspondência e analogia. Podemos também nos inteirar da visão dos vencidos e aquilatar, em contrapartida, a pequenez dos motivos "progressistas" que impulsionaram os civilizados a seu "destino manifesto"...


Os índios são os "selvagens" para os quais os desbravadores norte-americanos tinham tanto desprezo e que, do alto de sua arrogância e estupidez, afirmavam: "Índio bom é índio morto". Claro que hoje, dentro da mentalidade neo-estúpida do politicamente correto, poucos "civilizadores" ousariam repetir seus antepassados... mas, no fundo, terão mesmo mudado e, verdadeiramente, compreendido?

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Nos faziamos nossos brinquedos


Nós fazíamos
nossos brinquedos!
Fonte: http://www.reneguenon.net/nossosbrinquedos.html

Luiz Pontual



Aos muito jovens – referimo-nos aos menores de 40 anos – pode parecer inacreditável que os brinquedos um dia tenham sido construídos pelas próprias crianças! Mais ainda: este fato, hoje extraordinário, era comum bem depois dos brontossauros, isto é, até 1960 DC, aproximadamente; o fenômeno, portanto, alcançou a Bossa Nova e os Beatles...e não está inteiramente extinto, apesar de tudo.

Fomos privilegiados testemunhos desta “era”, quando seria inimaginável assistir a uma criança-construtora atirar à parede, enfastiada, um brinquedo, coisa hoje freqüente e mesmo aceita como “direito humano politicamente correto dos cidadãos de lª idade”, que exercem assim seu senso crítico democraticamente e com total liberdade!

Compreende-se que o brinquedo feito pela criança é parte dela e ninguém se atira à parede ou ao lixo, salvo os loucos; sua manufatura implicava necessariamente aprendizado, disciplina, coordenação, empenho e orgulho. Eram feitos a custo financeiro próximo do zero e os resultados, além de satisfatórios, extraordinários. Entre os “custos”, não mencionaremos algumas reprimendas por danificação aos utensílios domésticos, como facas, cabos de vassoura, tesouras e outros. Quem fez seus brinquedos – menino ou menina - sabe sim o que é felicidade.

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O simbolismo do Jogo de Xadrez

O Simbolismo do Xadrez

Titus Burckhard

Tradução de Luiz Pontual

Fonte: Instituto René Guénon de estudos tradicionais.



É fato conhecido que o jogo de xadrez se originou na Índia. 


Foi passado para o Ocidente medieval pelo intermédio dos persas e árabes, a quem nós devemos, por exemplo, a expressão “xeque-mate” (Schachmatt em alemão) que é derivado do Persa shâh = rei e o árabe mât: “o rei está morto.” 

Na época do Renascimento foram mudadas algumas das regras do jogo: à “rainha”(1) e aos dois “bispos”(2) foi concedida maior mobilidade, e a partir daí o jogo adquiriu um caráter mais abstrato e matemático; o modelo básico foi mantido, assim como a estratégia, sem que tenham se perdido as características essenciais de seu simbolismo.

Na posição original das peças de xadrez, o modelo estratégico antigo permanece óbvio; a pessoa pode reconhecer dois exércitos dispostos de acordo com a ordem de batalha que era habitual no Oriente antigo: as tropas leves, representadas pelos peões, formam a primeira linha; o corpo do exército consiste nas tropas pesadas, as carruagens de guerra (“torre”), o cavalo (“a cavalaria”), e os elefantes de guerra (os bispos); o “o rei” com sua “dama” ou “o conselheiro” é posicionado no centro das tropas. 

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