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quinta-feira, 28 de setembro de 2017

Banda Herr Schmidt aposta na Zumba do Alemão para Oktoberfest

quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Quando um passado distante cruza a mesma esquina da vida que eu

Quando um passado distante cruza a mesma esquina da vida que eu

Elisângela Lima Tapada

Psicóloga Clínica

CRP 12/08895



Por vezes a vida pode nos trazer situações nas quais não esperávamos que podíamos voltar a reviver aquele passado.

O que fica instigante e restaurador de caminhos é ver que o sentido que cada um teve para o outro foi gratificante. Temos percepções diferentes, sentimos as experiências de formas diferentes, e muitas vezes não sabemos como lidar com essas “diferenças”, muitas delas, por questões ainda inconscientes.

Pode parecer um pouco melancólico, mas podemos olhar sob a perspectiva de crescimento. 


Afinal, o que aquela pessoa fez eu descobrir em mim que estava adormecido, calado ou até rejeitado em mim mesma?

E como temos um amigo chamado “tempo”, o qual é o único que não vem com sentença na mão, mas sim, com a garantia de que em algum momento você vai conseguir compreender e isso vai lhe libertar de tudo o que lhe mantinha em algemas sobre “aquele” aspecto que você não percebia que tinha.

É fato que a vida segue, as pessoas vem e vão em nossas vidas, e de acordo com nossas escolhas no momento, sabemos que o resultado dessas escolhas nem sempre será como gostaríamos, mas, precisamos decidir e depois, conviver com a decisão. 


Faz parte da vida, afinal, o sentido que aproxima já não está mais presente como foi um dia, ficaram com certeza, memorias positivas que nutrem momentos de “análise de linha do tempo”, que bom podermos ver e sentir as experiências que vivemos com essa percepção. Tudo tem um tempo, si fluiu ok, si não fluiu não era pra ser.

Naquele momento não estávamos “prontos” pra nos vermos como somos. E si o agora já nos trouxe outra pessoa na qual estamos um com o outro a plantar, regar e cultuar nossos sentimentos de apreço, afeto, admiração mútuo, já nos dá mais ainda a segurança de que nossos caminhos estão na direção que nos dá o amor que merecemos ter.

Como é bom vermos a vida sob a perspectiva de que estamos aprendendo a todo o momento o que de fato desejamos pra nossas vidas e mais ainda, nos perdoando sobre nossos erros, pois, si consideramos que fizemos o que podíamos, retiramos então o conceito de erro e substituímos por escolha enquanto nível de consciência do momento.

Isso nos tira da condição de vítima ou algoz, e nos responsabiliza pela sequência da vida. Nos dando oportunidade de em novas escolhas estarmos com novas posturas sobre elas. 


Portanto, quando bate aquela curiosidade de um passado distante si apresentar em nossa porta novamente, temos a oportunidade de abraçarmos com carinho aquelas lembranças boas, agradecermos ao que nos trouxe de luz em nossas consciências o que foi vivido e seguirmos em frente com o coração em paz.

Um carinho especial a todo passado distante que possa estar distraidamente passeando por nossos bairros, gratidão por permitir-nos essa rememoração e ação de libertação que você nos traz.

quinta-feira, 7 de setembro de 2017

sábado, 2 de setembro de 2017


Elisângela Lima Tapada
Psicóloga Clínica 
CRP 12/08895
(47)9 9783 2343

Quando o amor sufoca: mas amor sufoca? hmmmmm

Atualmente vemos com tanta frequência nas mídias, filmes, novelas, contextos afetivos que denotam relações em que o conceito de amor está vinculado ao conceito de permuta, si te amo, te dou tudo o que tenho, incluindo meu afeto, meu sorriso, minha sexualidade, meu dinheiro, meu mundo interno de ideias e segredos, logo, você está CONDICIONADO a me RETRIBUIR dessa forma, e assim, os laços afetivos si constroem em bases de permuta, enquanto a “doação” está fluindo, tudo fica ok, uma vez que uma das partes não esteja interessado em “doar-se” como estava no contrato inicial, começasse as bases para uma nova etapa da relação, as veladas cobranças emocionais. 

O que vemos atualmente são casais que muitas vezes estão juntos não pelo amor, mas pelo sentimento de dívida, algo entre eles precisa ser resolvido e ficam ilusoriamente tentando resolver o que já si mostra sem condições de salvar, pois, si ali o sustento da relação si mantem pelo controle do que o outro tem a oferecer, o amor já não está ali há muito tempo, já fez as malas deles e foi embora. 

Triste ilusão de querer recuperar uma relação com controle, posse, ciúme e cobranças afetivas veladas, o amor, é por si só livre, permite que o outro esteja na condição emocional que ele pode estar na relação, compreende seu momento de abertura a conviver e o recolhimento necessário de solidão. 

Para saber mais, clique sobre mais informações em letras pequenas abaixo.

Merecimento e respiracao



Merecimento x respirar: que conexão há entre essas fontes?
Elisângela Lima Tapada
Psicóloga Clínica 
CRP 12/08895
(47)9 9783 2343


Podemos dizer que merecimento parte do entendimento de que tudo o que chega até nós é de nosso merecimento, seja o que for bom ou ruim, porém, o que fica pouco claro é que tanto o que chega de bom e de ruim, vem até nós, porque antes enviamos a informação ao universo de como estamos nos sentindo, ou melhor, usando um exemplo, em nossa consciência dizemos querer abundancia, porém, o que nos chega é escassez, e isso nos remete a pensar no porque essa incoerência entre o que penso e o que recebo não estar sendo condizente, não é mesmo? 

Então... geralmente falamos algo, mas estamos vibrando emocionalmente diferente e como é complexo identificar o que de fato estamos vibrando emocionalmente, acabamos desistindo de compreender como funciona a verdadeira fonte de alimentação que existe a nosso dispor, chamada universo. 

Isso acontece porque 80% de nossas escolhas são feitas por impulso inconsciente e com isso, nós “desejamos” conscientemente algo, porém ressoamos ao universo somente o que sentimos. 

Para saber mais, clique sobre Mais informações, em letras pequenas, abaixo.

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